quinta-feira, 19 de abril de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
centro de cultura social
29/04/12, domingo18h
"A Última Estação" de Michael Hoffman (Reino Unido, Rússia, Alemanha , 2009)
Exibição do filme que se passa na fase madura de Tóstoi, já ícone de um movimento que ele mesmo criou e que quase se sobrepõe a ele. Nos desentendimentos entre Sofya, sua esposa que rejeita a substituição do nobre novelista pelo visionário, e Bulgakov, seu récem admitido jovem secretário que vê nele um santo laico, desdobrasse uma teia de contradições que marcaram os ultimos anos desse pensador.
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PÓS-GRADUAÇÃO
Falta de prestação de contas leva diretor do Capes a deixar cargo
DE BRASÍLIA - Um dos diretores da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) deixou o órgão, na semana passada, após a revelação de que ele estava inadimplente com a própria instituição.
Há seis anos, Emídio Cantídio de Oliveira Filho, diretor de programas e bolsas da Capes, devia esclarecimentos sobre as atividades realizadas com apoio financeiro do órgão.
Ele havia firmado, em 2006, três convênios para investimento em pesquisas acadêmicas e precisava prestar contas sobre como havia empenhado a verba. Somados, os projetos custaram R$ 66 mil, como revelou o jornal "O Estado de S.Paulo".
No período em que solicitou o financiamento, Filho estava vinculado à Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e ainda não era funcionário da Capes.
A assessoria de imprensa da Capes, vinculada ao Ministério da Educação e responsável por cursos de pós-graduação no país, informou que Oliveira Filho já apresentou "os documentos relativos à prestação de contas" de um deles, no início do mês. O de menor valor: R$ 15 mil.
Agora, o ex-diretor terá cerca de 30 dias para apresentar a documentação dos dois convênios restantes, que receberam recursos de R$ 49,2 mil.
A exoneração ainda não foi publicada no "Diário Oficial da União", mas a expectativa é de que sua saída e a nomeação do substituto sejam oficializadas ainda nesta semana.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Sala de Aula: Que Espaço é Esse ? (Resenha)
domingo, 15 de abril de 2012
Sala de Aula: Que Espaço é Esse ? (Resenha)
-------------------------------------------------------------------------------- [1] MORAIS, Regis de (Org.). Sala de Aula: Que Espaço é Esse ?. Papirus. São Paulo. 2001.
[2] ILLICH, Ivan. Um Mundo Sin Escuelas. Editorial Nueva Imagen. Mexico. 1979.
[3] GADOTTI, Moacir. Convite a Leitura de Paulo Freire. Scipione. São Paulo. 1991.
[4] NEILL, A.S. Liberdade sem Medo. IBRASA. São Paulo. 1990.
[5] MORAIS, Pg 28.
[6] NIETZSCHE, Friedrich Wilhelm. Nietzsche - Coleção Os Pensadores - Volume 1. Nova
Cultural. SP. 1987.
[7] NOVASKI, Augusto J.C. In MORAIS. Pg 11.
[8] SANFELICE, José Luis. In MORAIS. Pg 90.
[9] WILDE, Oscar. A Alma do Homem sob o Socialismo. Iniciativas Editoriais. Portugal.1975. Pg 35.
Estudantes da USP debaterão drogas em 'semana do baseado'
Evento discutirá legalização e terá noite de fumo coletivo com orégano, "para efeitos jurídicos"
DE SÃO PAULOAlunos da USP (Universidade de São Paulo) promovem, de hoje a sexta-feira, a "Semana de Barba, Bigode e Baseado". A organização é de alunos da FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas).
O objetivo é discutir a proibição do uso de drogas ilícitas com debates, palestras e exibição de vídeos.
"Porque droga não é demônio. Porque o que está em pauta é a autonomia sobre o próprio corpo e a liberdade de escolha", diz trecho da descrição do convite do evento, feito via Facebook.
Amanhã ocorrerá uma noite do fumo coletivo, que, "para efeitos jurídicos", será feita com "apenas orégano, substância lícita", segundo o texto do convite.
Alguns professores da USP participarão da semana como palestrantes.
Uma festa de arrecadação de fundos para a Marcha da Maconha -movimento que defende a legalização da droga no Brasil-, na sexta-feira, encerra a semana.
As atividades (incluindo a festa) acontecerão, sempre à noite, no espaço verde, uma sala da FFLCH.
Procurada pela reportagem, a assessoria de imprensa da USP afirmou que a reitoria não vai se manifestar sobre o assunto.
ASSUNTO POLÊMICO
O tema é polêmico na universidade. Em novembro, alunos invadiram a reitoria após um confronto entre estudantes e policiais militares.
A briga ocorreu após a PM deter três alunos com maconha dentro de um carro, no campus.
Eles foram levados à delegacia e liberados em seguida. Os estudantes, no entanto, passaram a protestar pela saída da PM do campus.
Logo após os eventos, alunos da universidade fundaram o Fuma (Frente Uspiana de Mobilização Antiproibicionista), movimento que participa da organização da "semana do baseado".
domingo, 15 de abril de 2012
Festival em SP exibe filmes com temática sexual
| Divulgação |
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| Cena de "Salomé", curta que será exibido neste domingo na 11ª Mostra do Filme Livre, no CCBB, dentro da sessão Sexuada |
A 11ª edição da Mostra do Filme Livre, que exibe produções nacionais de cinema alternativo no CCBB (centro de São Paulo) até 22 de abril, irá exibir, neste domingo (15), uma programação voltada basicamente a curtas, como a sessão Sexuada, que ocorre às 15h e conta com filmes sexuais.
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Na próxima quarta (18), a mostra promove o debate "Cinema de Bordas ou Trash Mesmo?", sobre o cinema trash, que terá seis sessões de curtas e longas.
A sessão do documentário "Sangue Marginal - Relatos de Cinema e Vídeo Underground", de Marco Antonio Vaz de Oliveira Filho, que acontece também na quarta (18), às 19h, será seguida de debate com Felipe M. Laura Cánepa e Gelson Santana com mediação de Christian Caselli.
Confira a programação completa no site do festival. A entrada é gratuita, mas o ingresso precisa ser retirado no local com uma hora de antecedência.
Acesse o site Catraca Livre para saber informações sobre eventos gratuitos ou populares.
CCBB - r. Álvares Penteado, 112, centro, São Paulo, SP. Tel.: 0/xx/11/3113-3651 ou 0/xx/11/3113-3652. Grátis.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
centro de cultura social
Abertura do Liga Juvenil Anti-Sexo, atividade do Coletivo Cultive Resistência."
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segunda-feira, 2 de abril de 2012
Veja como participar de nossos concursos e eventos « Casa de Criadores
Concurso Homofobia Fora de Moda 2012
Veja como participar de nossos concursos e eventos « Casa de Criadores:
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Centro de Cultura Social
04/04/12, quarta-feira 20h
Abertura do Liga Juvenil Anti-Sexo,
evento do Coletivo Cultive Resistência.
Confira as demais atividades em http://ligajuvenilantisexo.wordpress.com
Local: Centro de Cultura Social
rua General Jardim, 253 sala 22
próximo ao mêtro República
Liga Juvenil Anti-Sexo
Abertura do Liga Juvenil Anti-Sexo,
evento do Coletivo Cultive Resistência.
Confira as demais atividades em http://ligajuvenilantisexo.
rua General Jardim, 253 sala 22
próximo ao mêtro República
Liga Juvenil Anti-Sexo:
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quarta-feira, 28 de março de 2012
Cineclube Terra Livre – 25/03 – Louise Michel
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segunda-feira, 26 de março de 2012
BAIXOCENTRO
PASSOS PARA A DANÇA
É importante lembrar que qualquer tipo de manifestação pública não é contra nenhuma lei. Pelo contrário. As autoridades apenas pedem que sejam notificadas para evitar problemas. Problemas. Por isso é muito importante que você colabore, justamente para mostrar que nós, cidadãos, estamos aptos a reocupar os espaços públicos e organizar os eventos culturais que gostaríamos de ver.
Indicações:
- As ruas são para dançar. Isso significa que devemos sempre estar em movimento enquanto nas ruas. Qualquer bloqueio que fizermos poderá ser considerado como infração. Dance sempre na calçada. E sempre dance. Nós só podemos ficar parados em locais públicos, como praças, e não em frente a estabelecimentos comerciais, por exemplo – e por enquanto.
- Nós temos liberdade prevista em constituição: de reunião e de associação (Constituição Federal (CF), art. 5º, XVI); de manifestação do pensamento (CF, art. 5º, IV); de consciência e de crença (CF, art. 5º, VI); de expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação (CF, art. 5º, IX); e de locomoção no território nacional (CF, art. 5º, XV). E essa liberdade de ir e vir contempla o direito de permanecer em praças e outros locais públicos.
- Documente. Qualquer ação policial que vá contra os itens da Constituição é ilegal. Nós, como cidadãos organizados e conscientes, devemos documentar os desrespeitos e denunciá-los. Compartilhe os registros com a hashtag #baixocentro para entrar em nosso muro colaborativo:http://muro.baixocentro.org/ .
- Identificação. Não somos obrigados por nenhuma lei a portar um documento de identidade. Se algum policial te abordar e te pedir a identidade, fique calmo! Você não precisa entregar e, se o fizer, ele não pode reter o documento. E lembre-se: ele não pode te prender por não estar identificado! Mas pode pedir o nome do seu pai, sua mãe e sua data de nascimento e te encaminhar à delegacia para assinar um “termo de comparecimento”. E sempre, mas sempre, peça a identificação do policial que te abordar.
- Seja pacífico. Embora os ânimos possam estar um tanto quanto exaltados, mantenha a calma. Resistência a algumas ordens policiais pode ser considerada “crime de resistência”. Responder bravo ou xingar um policial é cana na certa. Conversar com um policial é uma oportunidade de entender tudo isso que está escrito aqui. Converse. E dance!
- Abuso de autoridade. O policial não pode infringir os direitos e garantias individuais, como a “liberdade de locomoção”, o “direito de reunião” e o de “livre manifestação do pensamento”. Ele te abordar e falar um pouco mais ríspido, em vários casos, NÃO se enquadram como isso. Mas ele proibir qualquer atividade por apenas querer, isso sim. Peça sempre (e gentilmente) que ele justifique toda e qualquer ordem. E, lembre-se, documente!
Minhocão recebe cerca de mil pessoas em balada 'moderna'
VANESSA CORREA
DE SÃO PAULOCerca de mil pessoas dançaram e pularam ontem em cima do Minhocão, em uma das festas do festival BaixoCentro, que começou neste final de semana em São Paulo.
O evento agradou quem vive na região e teve até quem veio de outras cidades só para a festa. "O centro fica muito vazio. Quem vive aqui precisa disso", disse o produtor Leonardo Moreira, 37.
Alguns paulistanos não acostumados com o "baixo centro", nas proximidades do Minhocão e da cracolândia, estavam preocupados com a hora de ir embora.
"Acho que vamos sair antes do final. À noite fica mais perigoso", disse a estudante Patrícia Ogando, 23.
O festival foi organizado por um grupo de produtores interessados, segundo eles próprios, em dar novo significado à degradada região do Minhocão.
"É um movimento de ocupação civil que pretende disputar as ruas", afirmam eles, no site do evento.
O festival vai até domingo com uma programação variada que incluiu festas e sessões de cinema. Mais informações nobaixocentro.org.
sexta-feira, 23 de março de 2012
Curtas sob o Minhocão abrem programação do 1º BaixoCentro
Evento terá 110 atrações artísticas grátis na região, de hoje a 1º/4
IURI DE CASTRO TÔRRESDE SÃO PAULO
As ruas são para dançar. E para assistir a filmes, praticar ioga, fazer arte. É esse o mote do BaixoCentro, festival que começa hoje, às 20h30, com o evento de curtas Cinoia e ocupa por dez dias avenidas e praças da região central de São Paulo.
Idealizado por "moradores" da Casa da Cultura Digital, imóvel na Barra Funda que reúne empresas ligadas à internet, o festival conta com 110 atividades gratuitas.
Às 21h30, sobre o Minhocão, depois de fechado ao trânsito, será gravado um documentário colaborativo.
"São Paulo está se tornando cada vez mais fechada, com clubes caros e poucas opções nas ruas", diz Lucas Pretti, um dos 500 idealizadores do projeto. "As ruas são para usar e para compartilhar. Sentimos que havia uma demanda por cultura livre."
O festival foi posto de pé por meio de um financiamento coletivo pela internet. Custou R$ 16 mil.
"Mas ainda precisamos contar com a colaboração de vizinhos, porque está bem apertado. Vamos tomar emprestado luz elétrica e banheiro", diz Pretti, aos risos.
Para ele, o projeto opõe duas visões sobre a cidade. Uma seria a da Prefeitura, que "limpa" o centro expulsando moradores de rua e desapropriando favelas.
A outra reivindica o "direito à cidade", ou seja, quer tomar as ruas e "dar um sentido a São Paulo".
A maior parte dos projetos inscritos -só ficaram de fora propostas com alto custo técnico- reflete a relação dos paulistanos com o centro.
Para coroar a "retomada" do centro, no próximo domingo, será montado um parque em cima do Minhocão, com grama artificial e piscina.
"Somos promotores culturais", diz Pretti. "Imagine se advogados e arquitetos decidissem fazer a mesma coisa pelo centro de São Paulo..."
quinta-feira, 22 de março de 2012
Sexo e vergonha
Os que consideramos maníacos sexuais são apenas os que praticam mais sexo do que a gente
IMAGINE ALGUÉM que acaba sua noite com um sexo rápido e intenso, em pé, embaixo de uma ponte, e eis que, uma vez em casa, ele entra na internet e transa virtualmente com uma stripper de site on-line.
Não há gozo que lhe baste: sempre sobra a vontade de mais uma vez, mesmo que seja se masturbando com esforço. Outra noite, depois de ter brincado pesado com uma moça num bar, ele se pega com um cara no labirinto de uma boate gay: na procura por mais sexo, vale tudo.
Mas cada rosa tem seus espinhos. O disco rígido do nosso jovem está repleto de pornografia, até no computador do escritório -o que é arriscado. E, sobretudo, ele está aflito: a vergonha o leva a jogar fora (periodicamente) os apetrechos de sua sexualidade fantasiosa, e ele sente culpa de não conseguir ser o irmão, o amigo -e, quem sabe, o namorado- que ele talvez gostasse de ser.
Se esse alguém pedir ajuda a um terapeuta, alguns colegas tirarão da manga o "diagnóstico" de sexo-dependência ("sexual addiction") e proporão o programa em 12 passos (ensinado nas especializações em sexo-dependência), para que o indivíduo aprenda a se controlar e a renunciar, ao menos em parte, ao sexo, que teria se tornado, para ele, uma espécie de droga.
Mesmo sem acreditar nos 12 passos, outros colegas concordarão com o diagnóstico e simpatizarão com o "óbvio" sofrimento do "sexo-dependente" -afinal, eles imaginarão, essa prática endemoniada do sexo "deve", no mínimo, aviltar o indivíduo aos seus próprios olhos.
Outros colegas ainda (e eu com eles), ao receber o pedido de ajuda de um suposto sexo-dependente, reagiriam de maneira diferente: não se preocupariam nem com as fantasias, nem com as práticas sexuais do paciente, mas com a culpa e a vergonha que as acompanham.
Eu também anunciaria ao paciente que não sei (ninguém sabe) disciplinar o desejo sexual; só posso, se ele quiser, tentar disciplinar a culpa e a vergonha que azucrinam sua vida e estragam seus prazeres.
Quem viu "Shame" (vergonha), de Steve McQueen, percebeu que nosso paciente hipotético se parece com o protagonista do filme.
Em cartaz desde sexta passada, "Shame" é, ao mesmo tempo, ousado e careta. Ousado, pelo retrato da procura sexual do protagonista (muitos, sem dúvida, se reconhecerão), e careta, porque essa procura parece ser necessariamente doentia, culpada e vergonhosa.
Concordo com Cássio Starling ("Ilustrada" de 16/3): o filme é ótimo, mas discordo do destaque do artigo, segundo o qual "McQueen foge do moralismo ao abordar a compulsão por sexo". Quem enxerga o desejo sexual do outro como uma patologia é sempre moralista. Em matéria de sexo, patologizar é o jeito moderno de estigmatizar e policiar (conselho: fuja de parceiros que acham você "doente").
McQueen (na mesma "Ilustrada") declarou que o negócio dele é desafiar as pessoas. Ora, apresentar um obcecado por sexo como um doente que sofre de vergonha e culpa, isso não é desafio algum -ao contrário, é a confirmação de um lugar-comum.
Um lugar-comum confirmado por psiquiatria e psicologia? Nem isso.
Certo, desde o século retrasado, a psiquiatria e a psicologia são regularmente chamadas a substituir a religião, que (digamos assim) cansou de ser a grande ordenadora e controladora do comportamento humano. No caso, a ideia da "sexo-dependência" surgiu nos anos 1970 -provavelmente, como reação contra o interesse "excessivo" pelo sexo durante a dita liberação sexual dos anos 1960.
Mas, sentindo talvez o bafo do moralismo, muitos psiquiatras e a psicólogos receberam essa categoria diagnóstica com desconfiança. Quem a adotou e promoveu foram a imprensa e o grande público (e isso bastou para que surgisse uma pequena indústria de clínicas, programas universitários etc.). Mas por quê, então, esse sucesso popular da "sexo-dependência", na qual McQueen parece acreditar?
Apenas uma constatação: a associação de sexo com vergonha e culpa é um bordão cultural muito antigo, no qual somos convidados a acreditar por todo tipo de poder. A exigência de domesticar o desejo sexual parece ser, aos olhos de todos, um pré-requisito básico de qualquer ordem social.
Além disso, há a eterna inveja dos reprimidos: como dizia Alfred Kinsey, em regra, os que consideramos doentes e maníacos sexuais são apenas os que praticam mais sexo do que a gente.
ccalligari@uol.com.br
@ccalligaris
"Cine Camaleão - A Boca do Lixo" homenagea cineastas paulistanos dos anos 1960
quarta-feira, 21 de março de 2012
centro de cultura social
Exibição do filme que narra o desterro na ilha de Nova Caledônia, da ativista e anarquista Louise Michel, logo após a sua participação da comuna de paris. Um retrato de um período relativamente curto de sua vida, mas que denota as suas tendências políticas, sua posição feminista e sua percepção para o anarquismo. o filme participou da 33ª mostra de cinema de São Paulo.
centro de cultura social:
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Domingo, 25/03/12 - Cinema & Anarquia:"Louise Michel, a Rebelde" no CCS
| Biblioteca Terra Livre e CCS convidam:
domingo, 25 de março as 18:00h cinema & anarquia: "Louise Michel, a rebelde" de Sólveig Anspach (França, 2009) Exibição do filme que narra o desterro na ilha de Nova Caledônia, da ativista e anarquista Louise Michel, logo após a sua participação da comuna de paris. Um retrato de um período relativamente curto de sua vida, mas que denota as suas tendências políticas, sua posição feminista e sua percepção para o anarquismo. o filme participou da 33ª mostra de cinema de São Paulo.
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| Centro de Cultura Social rua General Jardim, 253 sala 22 próximo ao mêtro República entrada franca |






