terça-feira, 14 de dezembro de 2010
sauron: a educação libertária
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
grupo de estudos: a educação libertária
“A primeira condição de nossa
educacão é a discordia”
Pierre-Joseph Proudhon
http://aeducacaolibertaria.blogspot.com/
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
margareth mead: pensamento
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
eu me revolto,logo existo
visite-nos:
http://ohomemrevoltado.blogspot.com/
domingo, 12 de dezembro de 2010
maurício tragtenberg: pensamento
domingo, 12 de dezembro de 2010
maurício tragtenberg: pensamento
"Qualquer escola se estrutura em função de uma quantidade de saber, medido em doses, administrado homeopaticamente. Os exames sancionam uma apropriação do conhecimento, um mau desempenho ocasional, um certo retardo que prova a incapacidade do aluno em apropriar-se do saber.
Em face de um saber imobilizado, como nas Tábuas da Lei, só há espaço para humildade e mortificação. Na penitência religiosa só o trabalho salva, é redentor; portanto, o trabalho pedagógico só pode ser sado-masoquista".
Maurício Tragtenberg [autodidata, sociólogo, professor, socialista libertário e radical (1929 ~ 1998)]“A primeira condição de nossa educacão é a discordia”
Pierre-Joseph Proudhon
sábado, 11 de dezembro de 2010
A Era do Panóptico: O Leviatã Perfeito
Segue link com nova postagem do blog.
"É claro, não nos esqueçamos, que este tipo de paz, onde o Estado consegue manter cada um em seu 'verdadeiro' lugar na pirâmide de classes, funciona com a necessidade de ações violentas de tempos em tempos. A disciplina social é conseguida através de domesticação ideológica, ou de uma vigilância sistemática, mas quando necessário os tanques podem ir às ruas. E as prisões podem se encher mais ainda."
http://aeradopanoptico.blogspot.com/

Governo cria conselho contra homofobia
nacional, planejado após polêmicos ataques em SP Uma das bandeiras será defender a aprovação de projeto de lei que
criminaliza preconceito contra homossexuais JOHANNA NUBLAT
DE BRASÍLIA O governo federal decidiu criar um conselho nacional voltado ao
movimento gay com a função de combater a homofobia e promover os
direitos dessa comunidade.
A criação do colegiado foi publicada no "Diário Oficial" da União de
ontem, em meio à polêmica dos últimos ataques em São Paulo.
Chamado oficialmente de Conselho Nacional de Combate à Discriminação,
ele já recebeu do movimento o nome de Conselho Nacional LGBT
(lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros).
O conselho substituirá uma instância de mesmo nome criada em 2001 para
combater a discriminação de uma forma geral.
O órgão foi esvaziado pela criação de conselhos específicos (negros,
idosos e deficientes). Agora, reformulado, pretende estabelecer
contato mais direto entre sociedade civil e governos.
O conselho mobilizará parlamentares em favor do projeto que
criminaliza a discriminação contra gays, diz Lena Peres, secretária
nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos.
Outra função será a de acompanhar de perto as ações desenvolvidas por
Estados e municípios.
Peres diz que, numa situação como a dos ataques em São Paulo, o
conselho entraria "imediatamente" em contato com autoridades locais e
poderia enviar uma equipe própria para monitorar o caso de perto. MONITORAMENTO
A ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais,
Travestis e Transexuais) comemorou a publicação do decreto, reclamado
pelo movimento desde 2008.
"É uma forma de ver as ações, como uma prestação de contas. Há, por
exemplo, 18 ações voltadas à comunidade no MEC. Queremos saber como
estão ou por que não foram feitas", diz Toni Reis, presidente da
ABGLT.
É a primeira vez que um colegiado específico para o movimento LGBT é
criado na esfera federal, diz Peres.
O conselho será formado por integrantes da sociedade civil,
ministérios, secretarias vinculadas à Presidência da República, Casa
Civil, Ministério Público Federal, Ministério Público do Trabalho,
magistratura federal e pela comissão de Direitos Humanos e Minorias da
Câmara.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
cenário - "As Criadas"
delinquente, ladrão, homosexual
A diferença agora é que os homofóbicos saíram do armário. Depois das eleições deste ano vimos uma onda de preconceito contra gays, nordestinos e negros.
DE SÃO PAULO Liderança do movimento gay no Brasil, Toni Reis, presidente da ABGLT,
associação que congrega os principais grupos de defesa dos
homossexuais, vê as agressões na avenida Paulista de uma outra
perspectiva.
Depois dos gays e lésbicas, agora são os homofóbicos que saíram do
armário -e decidiram canalizar a intolerância contra homossexuais por
meio da violência física. Folha - Agressões a homossexuais têm aumentado?
Toni Reis - Convivemos com isso diariamente. Agora é que as pessoas
têm coragem de denunciar. As vítimas estão saindo do silêncio e têm
menos medo. A que atribui essa violência?
A diferença agora é que os homofóbicos saíram do armário. Depois das
eleições deste ano vimos uma onda de preconceito contra gays,
nordestinos e negros. Mas a aversão a homossexuais sempre existiu.
Até a década de 90 éramos tratados como doentes. Depois, ficou
politicamente incorreto falar mal da homossexualidade, mas a questão
do pecado, da doença, do fora da lei ficou enrustida. As pessoas se
animaram a falar dos seus preconceitos e exercê-los. As discussões do
casamento gay e da criminalização da homofobia contribuíram com esse
preconceito. O que pode ser feito?
Espero que essas imagens consigam sensibilizar as autoridades para a
criminalização da homofobia. Falta punição aos agressores?
As pessoas acham que a homofobia é normal, que é briga de adolescente. Por que a avenida Paulista, simbólica com a parada gay?
É a avenida mais movimentada do Brasil e possivelmente a mais filmada,
mas essa violência ocorre em todos os becos do país. A Paulista tem
mais visibilidade e vira notícia mais facilmente.
Mais 2 gays são agredidos na região da Paulista
Imagens divulgadas ontem mostram jovem derrubando uma das vítimas com
soco; amigo também apanhou DE SÃO PAULO Imagens de câmeras de segurança divulgadas ontem mostram mais um
ataque com aparente motivação homofóbica na região da avenida
Paulista.
A agressão aconteceu na madrugada de domingo. Após deixarem uma festa,
dois jovens caminhavam pela rua Frei Caneca e são seguidos por um
rapaz branco, de roupas escuras.
Com um soco inglês entre os dedos, ele bate na cabeça de um dos jovens
e o derruba no chão. Seu amigo é atingido em seguida.
As agressões só acabam depois que uma mulher segura o autor e o puxa
para sair do local, conforme mostram as imagens, exibidas pelo "SPTV",
da TV Globo. Com esse caso, chega a dez o número de vítimas que
denunciaram agressões físicas com indicações de homofobia na região da
avenida Paulista nas últimas semanas.
A Secretaria da Segurança Pública diz que a Delegacia de Crimes
Raciais e de Intolerância iniciou as investigações e encontrou
detalhes que podem ajudar na identificação do autor, que é um homem
branco e canhoto.
A suspeita é que, nesse caso, o agressor pertença a um grupo de
skinheads. Segundo a polícia, as vítimas dizem que são homossexuais. OUTROS CASOS
No sábado, dois amigos disseram que foram agredidos por quatro homens
e duas mulheres perto da estação de metrô Brigadeiro. Nenhum suspeito
foi preso.
Antes, no dia 14 de novembro, cinco rapazes (apenas um deles maior de
idade) agrediram cinco pessoas em momentos diferentes. Semanas depois,
um agente de viagens disse que, em março, foi vítima do mesmo grupo.
Os quatro adolescentes apontados como agressores foram internados na
Fundação Casa. O jovem de 19 anos está em liberdade porque a Justiça
não analisou seu novo pedido de prisão.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
sexo homossexual é feito "no mais puro estilo animal'
DE SÃO PAULO Uma faculdade particular de Teresina (PI) anunciou a demissão de um
professor substituto depois que ele aplicou uma prova com artigo
ofensivo a homossexuais.
Cerca de 30 estudantes de serviço social da Faculdade Adelmar Rosado
deixaram a sala por causa do conteúdo do texto, na segunda-feira.
O artigo, sem assinatura, é contrário à aprovação de projeto sobre a
união civil homoafetiva. Um trecho diz que a relação sexual entre
pessoas do mesmo sexo "contraria a ordem das coisas".
Na prova, os alunos precisavam, por exemplo, identificar o tema e
resumi-lo. Não havia espaço para opinarem.
O professor Raimundo Leôncio Fortes, de metodologia de trabalho
científico, assumiu a autoria do texto.
A aluna homossexual Narailka Yasmin Soares e Silva, 20, disse que
ficou chocada, principalmente ao ler o último parágrafo -onde se
justifica que homossexuais não podem expressar o amor, pois a relação
sexual é feita "no mais puro estilo animal".
Alguns alunos pediram a anulação da prova, conforme Liana Santanna,
colega de turma de Narailka. Mas Fortes mandou a turma se calar,
segundo Liana.
Narailka disse que começou a tremer, passou mal e saiu da sala. Foi
então acompanhada por outros colegas.
Segundo a coordenadora do curso, Iris Neiva de Carvalho, a posição do
professor não condiz com a do quadro docente da instituição e a turma
terá uma nova prova.
À Folha o professor reconheceu que não deveria ter aplicado o texto,
mas disse não considerá-lo homofóbico, pois não estimula a
discriminação. Para ele, o artigo tem argumentações filosóficas e a
estrutura era compatível com as questões.
Já o psicólogo Antonio Carlos Egypto, do GTPOS (Grupo de Trabalho e
Pesquisa em Orientação Sexual), afirma que o texto é homofóbico por
adotar argumentos que validam o preconceito. Um deles seria considerar
que só a relação heterossexual é natural.
Para ele, uma prova sobre o assunto deveria adotar ao menos um texto divergente.
tratamento "errôneo" em homossexuais - estudantes de medicina querem a morte de gays em consultas médicas.
atacados com e-mails enviados por colega Texto diz: "Está na hora de unirmos forças e (...) fazer o que nos
couber para dar fim -pouco a pouco- nesta peste"
LAURA CAPRIGLIONE
DE SÃO PAULO Irado com a eleição de dois colegas homossexuais para coordenadores
gerais do Centro Acadêmico da Faculdade de Medicina da Universidade
Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre, um estudante do 2º ano
conclamou os colegas por e-mail:
"Está na hora de unirmos forças e, veladamente, fazer o que nos couber
para dar fim -pouco a pouco- nesta peste. No momento da consulta
[médica oferecida pela faculdade] de uma bicha, ou recuse-se (pelos
meios cabíveis em lei), ou trate-os "erroneamente'!!!", dizia o
e-mail.
O e-mail apócrifo circulou entre os alunos da faculdade, integrantes
de uma comunidade fechada, à qual só se tem acesso mediante o uso de
senha. Cada turma tem uma senha diferente -é por isso que se sabe que
o apologista do tratamento "errôneo" para gays é do 2º ano.
Foi no dia 24 de novembro às 17h45 que a Comissão Eleitoral anunciou a
vitória da Chapa 2 sobre a Chapa 1 (112 votos a 81). Dos cinco membros
da chapa vitoriosa, dois são rapazes abertamente homossexuais: Igor
Rabuske Araujo, 21, e Alex Vicente Spadini,19.
Já às 18h57 do mesmo dia, um estudante comentava a vitória da chapa 2:
"AAAAAiiiii! Chapa 2! Agora, teremos clericot, serviço de manicure,
serviço de pedicure e muuuuita purpurina."
Logo, um estudante do 5º ano entrou na conversa. Defendeu o clericot,
uma espécie de sangria (vinho, frutas e bastante gelo). "Todo mundo
gosta de clericot", escreveu para pontuar que não se trata de bebida
gay.
A conversa, à qual a reportagem da Folha teve acesso, subiu de tom. O
coordenador eleito Igor Araujo defendeu o direito básico "de não ser
agredido gratuitamente por gente mal resolvida".
Logo, entrou e-mail de outro aluno do 5º ano, xingando e comentando
detalhes anatômicos em termos impublicáveis.
Mas foi à 1h18, madrugada do dia 25 de novembro, que se publicou o
e-mail mais raivoso. "Numa falsa busca por igualdade e respeito, esses
lambedores de p. alheios tentam em vão nos convencer de que é
inevitável o futuro rosa, amparado pelo (...) preconceito às avessas
contra aqueles que bravamente se levantam contra a ação gayzista."
E conclamou o tratamento "errôneo" em homossexuais.
"É intolerável que, em dias atuais, universitários tenham um
posicionamento tão retrógrado e ameacem colocar em risco a segurança e
a saúde de homossexuais. Isso demonstra, também, que é urgente a
aprovação de uma legislação federal que coíba a prática homofóbica",
afirmou Gustavo Bernardes, coordenador geral do Grupo Somos de Porto
Alegre.
Os estudantes atacados avisaram a direção da faculdade. Colegas
enviaram à reitoria cópia dos e-mails homofóbicos e solicitaram
investigação sobre o computador de onde se originaram. Também pediram
a abertura de inquérito e eventual expulsão dos agressores.
Não houve pronunciamento da hierarquia universitária até ontem. Alex e
Igor dizem não ter ideia sobre qual ou quais alunos respondem pela
autoria dos e-mails preconceituosos.
As hostilidades contra os dois estudantes aconteceram menos de duas
semanas depois que um grupo de homossexuais foi atacado a golpes de
lâmpadas fluorescentes na avenida Paulista.
divulgação: grupo de estudos: a educação libertária
“A primeira condição de nossa
educacão é a discordia”
Pierre-Joseph Proudhon
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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
MULHER E POLÍTICA NO CINEMULHER
fizemos desde início, "exibir, discutir, transformar".
Confiram no blog - cinemulher.blogspot.com - Libertárias, com a
participação de Raquel Moreno.
Esperamos voces para a exibição, bate-papo, café e abraço.
Até lá
william godwin: pensamento
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
eu me revolto,logo existo
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Confraternização Cineclubistas
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sábado, 4 de dezembro de 2010
Violência contra homossexuais
| Negar direitos a casais do mesmo sexo é imposição que vai contra princípios elementares de justiça |
Não há descrição de civilização alguma, de qualquer época, que não faça referência a mulheres e a homens homossexuais. Apesar de tal constatação, esse comportamento ainda é chamado de antinatural.
Os que assim o julgam partem do princípio de que a natureza (leia-se Deus) criou os órgãos sexuais para a procriação; portanto, qualquer relacionamento que não envolva pênis e vagina vai contra ela (ou Ele).
Se partirmos de princípio tão frágil, como justificar a prática de sexo anal entre heterossexuais? E o sexo oral? E o beijo na boca? Deus não teria criado a boca para comer e a língua para articular palavras?
Se a homossexualidade fosse apenas uma perversão humana, não seria encontrada em outros animais. Desde o início do século 20, no entanto, ela tem sido descrita em grande variedade de invertebrados e em vertebrados, como répteis, pássaros e mamíferos.
Em alguma fase da vida de virtualmente todas as espécies de pássaros, ocorrem interações homossexuais que, pelo menos entre os machos, ocasionalmente terminam em orgasmo e ejaculação.
Comportamento homossexual foi documentado em fêmeas e machos de ao menos 71 espécies de mamíferos, incluindo ratos, camundongos, hamsters, cobaias, coelhos, porcos-espinhos, cães, gatos, cabritos, gado, porcos, antílopes, carneiros, macacos e até leões, os reis da selva.
A homossexualidade entre primatas não humanos está fartamente documentada na literatura científica. Já em 1914, Hamilton publicou no "Journal of Animal Behaviour" um estudo sobre as tendências sexuais em macacos e babuínos, no qual descreveu intercursos com contato vaginal entre as fêmeas e penetração anal entre os machos dessas espécies. Em 1917, Kempf relatou observações semelhantes.
Masturbação mútua e penetração anal estão no repertório sexual de todos os primatas já estudados, inclusive bonobos e chimpanzés, nossos parentes mais próximos.
Considerar contra a natureza as práticas homossexuais da espécie humana é ignorar todo o conhecimento adquirido pelos etologistas em mais de um século de pesquisas.
Os que se sentem pessoalmente ofendidos pela existência de homossexuais talvez imaginem que eles escolheram pertencer a essa minoria por mero capricho. Quer dizer, num belo dia, pensaram: eu poderia ser heterossexual, mas, como sou sem-vergonha, prefiro me relacionar com pessoas do mesmo sexo.
Não sejamos ridículos; quem escolheria a homossexualidade se pudesse ser como a maioria dominante? Se a vida já é dura para os heterossexuais, imagine para os outros.
A sexualidade não admite opções, simplesmente se impõe. Podemos controlar nosso comportamento; o desejo, jamais. O desejo brota da alma humana, indomável como a água que despenca da cachoeira.
Mais antiga do que a roda, a homossexualidade é tão legítima e inevitável quanto a heterossexualidade. Reprimi-la é ato de violência que deve ser punido de forma exemplar, como alguns países o fazem com o racismo.
Os que se sentem ultrajados pela presença de homossexuais que procurem no âmago das próprias inclinações sexuais as razões para justificar o ultraje. Ao contrário dos conturbados e inseguros, mulheres e homens em paz com a sexualidade pessoal aceitam a alheia com respeito e naturalidade.
Negar a pessoas do mesmo sexo permissão para viverem em uniões estáveis com os mesmos direitos das uniões heterossexuais é uma imposição abusiva que vai contra os princípios mais elementares de justiça social.
Os pastores de almas que se opõem ao casamento entre homossexuais têm o direito de recomendar a seus rebanhos que não o façam, mas não podem ser nazistas a ponto de pretender impor sua vontade aos mais esclarecidos.
Afinal, caro leitor, a menos que suas noites sejam atormentadas por fantasias sexuais inconfessáveis, que diferença faz se a colega de escritório é apaixonada por uma mulher? Se o vizinho dorme com outro homem? Se, ao morrer, o apartamento dele será herdado por um sobrinho ou pelo companheiro com quem viveu por 30 anos?





















































