segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

MULHER E POLÍTICA NO CINEMULHER

Chegamos à nossa última exibição de 2010 e queremos poder, como
fizemos desde início, "exibir, discutir, transformar".
Confiram no blog - cinemulher.blogspot.com - Libertárias, com a
participação de Raquel Moreno.
Esperamos voces para a exibição, bate-papo, café e abraço.
Até lá

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william godwin: pensamento

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

william godwin: pensamento

"Onde quer que um governo assuma para si a tarefa de nos livrar do incômodo de pensarmos por nós mesmos, as únicas conseqüências resultantes são topor e imbecilidade."


William Godwin [jornalista, político, filosofo e novelista (1756 ~ 1836)]
 

eu me revolto,logo existo 

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Confraternização Cineclubistas




Olá, é com muita alegria e entusiasmo que o Cecisp quer comemorar esse encerramento de ano com vocês, para isso vamos celebrar nossos projetos e perspectivas para o ano novo com uma confraternização no dia 17 (segue convite)...

Apareçam!

Abraços


jonilson montalvão
11 - 3229-4282 / 7038.6836
 
fotos:
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sábado, 4 de dezembro de 2010

Violência contra homossexuais

DRAUZIO VARELLA 

Negar direitos a casais do mesmo sexo é imposição que vai contra princípios elementares de justiça

A HOMOSSEXUALIDADE é uma ilha cercada de ignorância por todos os lados. Nesse sentido, não existe aspecto do comportamento humano que se lhe compare.
Não há descrição de civilização alguma, de qualquer época, que não faça referência a mulheres e a homens homossexuais. Apesar de tal constatação, esse comportamento ainda é chamado de antinatural.
Os que assim o julgam partem do princípio de que a natureza (leia-se Deus) criou os órgãos sexuais para a procriação; portanto, qualquer relacionamento que não envolva pênis e vagina vai contra ela (ou Ele).
Se partirmos de princípio tão frágil, como justificar a prática de sexo anal entre heterossexuais? E o sexo oral? E o beijo na boca? Deus não teria criado a boca para comer e a língua para articular palavras?
Se a homossexualidade fosse apenas uma perversão humana, não seria encontrada em outros animais. Desde o início do século 20, no entanto, ela tem sido descrita em grande variedade de invertebrados e em vertebrados, como répteis, pássaros e mamíferos.
Em alguma fase da vida de virtualmente todas as espécies de pássaros, ocorrem interações homossexuais que, pelo menos entre os machos, ocasionalmente terminam em orgasmo e ejaculação.
Comportamento homossexual foi documentado em fêmeas e machos de ao menos 71 espécies de mamíferos, incluindo ratos, camundongos, hamsters, cobaias, coelhos, porcos-espinhos, cães, gatos, cabritos, gado, porcos, antílopes, carneiros, macacos e até leões, os reis da selva.
A homossexualidade entre primatas não humanos está fartamente documentada na literatura científica. Já em 1914, Hamilton publicou no "Journal of Animal Behaviour" um estudo sobre as tendências sexuais em macacos e babuínos, no qual descreveu intercursos com contato vaginal entre as fêmeas e penetração anal entre os machos dessas espécies. Em 1917, Kempf relatou observações semelhantes.
Masturbação mútua e penetração anal estão no repertório sexual de todos os primatas já estudados, inclusive bonobos e chimpanzés, nossos parentes mais próximos.
Considerar contra a natureza as práticas homossexuais da espécie humana é ignorar todo o conhecimento adquirido pelos etologistas em mais de um século de pesquisas.
Os que se sentem pessoalmente ofendidos pela existência de homossexuais talvez imaginem que eles escolheram pertencer a essa minoria por mero capricho. Quer dizer, num belo dia, pensaram: eu poderia ser heterossexual, mas, como sou sem-vergonha, prefiro me relacionar com pessoas do mesmo sexo.
Não sejamos ridículos; quem escolheria a homossexualidade se pudesse ser como a maioria dominante? Se a vida já é dura para os heterossexuais, imagine para os outros.
A sexualidade não admite opções, simplesmente se impõe. Podemos controlar nosso comportamento; o desejo, jamais. O desejo brota da alma humana, indomável como a água que despenca da cachoeira.
Mais antiga do que a roda, a homossexualidade é tão legítima e inevitável quanto a heterossexualidade. Reprimi-la é ato de violência que deve ser punido de forma exemplar, como alguns países o fazem com o racismo.
Os que se sentem ultrajados pela presença de homossexuais que procurem no âmago das próprias inclinações sexuais as razões para justificar o ultraje. Ao contrário dos conturbados e inseguros, mulheres e homens em paz com a sexualidade pessoal aceitam a alheia com respeito e naturalidade.
Negar a pessoas do mesmo sexo permissão para viverem em uniões estáveis com os mesmos direitos das uniões heterossexuais é uma imposição abusiva que vai contra os princípios mais elementares de justiça social.
Os pastores de almas que se opõem ao casamento entre homossexuais têm o direito de recomendar a seus rebanhos que não o façam, mas não podem ser nazistas a ponto de pretender impor sua vontade aos mais esclarecidos.
Afinal, caro leitor, a menos que suas noites sejam atormentadas por fantasias sexuais inconfessáveis, que diferença faz se a colega de escritório é apaixonada por uma mulher? Se o vizinho dorme com outro homem? Se, ao morrer, o apartamento dele será herdado por um sobrinho ou pelo companheiro com quem viveu por 30 anos?

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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

A ERA DO PANÓPTICO

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Everaldo Tavares <tavaresinspetor@yahoo.com.br>
Data: 3 de dezembro de 2010 14:15
Assunto: : : A ERA DO PANÓPTICO
Para: foucault@yahoo.com.br



O QUE É A SOCIEDADE DE CONTROLE, COMO FUNCIONA, É POSSÍVEL RESISTIR A ELA ?

ACESSE, PARTICIPE, CRITIQUE !!!!

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Acesse o Blog A Era do Panóptico

http://aeradopanoptico.blogspot.com/

Participe desta Experiência de Trabalho de Pesquisa Colaborativo sobre 

Vigilância & Controle Social

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“As Criadas”, de Jean Genet.

2010/12/03

e-mail


04/12 Sábado - 16h

Leitura Dramática,
“As Criadas”, de Jean Genet.

Direção de Alberto Centurião
(Dramaturgo, ator e diretor de teatro, integrante do CCS).

Sinopse:

Duas criadas, uma senhora.

Duas senhoras, uma criada.

Uma senhora que é criada, uma criada que é senhora, ou serão duas?

Uma senhora prestes a ser assassinada pelas criadas mascaradas de senhora. Um inocente preso, para que o assassinato decorra sem sobressaltos.

Duas criadas oprimidas, pobres, invejosas. Querem os vestidos, querem a riqueza, querem o leiteiro. O plano está traçado há muito. A coragem é pouca. A vontade é alimentada pelo desespero que é muito. Duas aspirantes a senhora. Uma senhora que não sabe… não saberá?

Tudo é segredo. Tudo é confuso. Tudo é para desvendar. Entre o “silencioso arroto do lava loiça” e a senhora e “a sua estola, as sua pérolas, as suas lágrimas, os seus suspiros, a sua doçura” há máscaras, mentiras, embustes, segredos e angústias.

Centro de Cultura Social
Rua General Jardim, 253 Sala 22
(próximo ao metrô República)
São Paulo

 

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quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Aluno morre na USP e corpo só é retirado 6 horas depois

Estudante de filosofia ficou exposto ao sol e à garoa na praça do Relógio Solar

Hospital do campus diz que ambulâncias não podem ser usadas em resgate; prefeitura nega demora na retirada 

TALITA BEDINELLI
DE SÃO PAULO 

Um estudante de filosofia de 42 anos passou mal na manhã de ontem dentro da Cidade Universitária (zona oeste de São Paulo), não teve atendimento, morreu e ficou estirado por quase seis horas à espera de remoção. 
A causa da morte ainda não é conhecida. Samuel de Souza chegou à USP por volta das 9h30 acompanhado de amigos. 
Ele desceu de um ônibus e caminhou até a praça do Relógio Solar, onde desmaiou. A guarda universitária foi chamada. Segundo relatos de estudantes e do sindicalista Claudionor Brandão, que estava no local, os guardas ligaram para o resgate, que teria dito que não tinha ambulâncias disponíveis.
Brandão pediu então que um funcionário do sindicato pedisse auxílio no HU (Hospital Universitário). Segundo o hospital, porém, suas ambulâncias não podem ser usadas para fazer resgate. 
Às 10h05, um membro da guarda universitária tentou medir a pulsação de Souza. Nada. O estudante também não respirava mais. O próprio guarda declarou o óbito, conta a funcionária Rosana Bullara, que acompanhava. 
A polícia foi chamada. Um delegado compareceu ao local e pediu a retirada do cadáver, contou a Secretaria da Segurança Pública. 
O corpo só foi levado às 15h49, após passar pelo sol das 12h e pela garoa das 14h. Coberto por um lençol e depois por sacos de lixo preto, ele ficou deitado a 230 metros da reitoria da universidade e a 3 km do HU -trajeto que uma ambulância não levaria nem dez minutos para percorrer nas ruas sem trânsito do campus. 
"Foi discriminação", diz Bullara. "Ele só ficou aí porque era estudante, pobre e negro", diz. Souza era morador do Crusp (conjunto residencial da universidade). A mãe mora em Juazeiro do Norte (CE), para onde o corpo será encaminhado. O estudante se formaria no ano que vem. 
Revoltados, os colegas reclamavam da atuação dos guardas universitários. "Eles diziam que não poderiam fazer nada. Nem massagem cardíaca", disse uma aluna do 4º ano de letras que não quis ser identificada. 
A USP diz que os guardas já encontraram Souza morto. A prefeitura, responsável pela remoção do corpo, negou que tenha demorado seis horas para recolhê-lo. Disse que o serviço funerário foi chamado por volta das 14h e, às 16h, estava no local. 
Nenhum responsável do Corpo de Bombeiros foi localizado para falar a respeito. 

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Jean Genet recebe homenagens no ano do centenário de seu nascimento

A França recorda o genial escritor Jean Genet (1910-1986) por ocasião do centenário de seu nascimento, com um espetáculo apresentado em Paris na terça-feira (23), no Teatro Odéon, pela atriz Jeanne Moreau, ao que se seguirão debates, leituras, filmes e até um show de rock.
Nós do Centro de Cultura Social, Brasil, lembramos Jean Genet com: "As Criadas"

04/12/10, sábado 16h
Leitura Dramática, “As Criadas” de Jean Genet. Direção de Alberto Centurião (Dramaturgo, ator e diretor de teatro, integrante do CCS).

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terça-feira, 30 de novembro de 2010

divulgação: grupo de estudos

terça-feira, 30 de novembro de 2010

hilda: preciosidade



Uma preciosidade, embora seja uma tradução [ Uma Investigação sobre os Princípios da Política de Justiça, e sua influência na virtude e felicidade geral, de William Godwin] truncada, precisa ser melhorada.... muito bom. 

Abçs,
Hilda
 *#*

“A primeira condição de nossa


 educacão é a discordia”


Pierre-Joseph Proudhon


http://aeducacaolibertaria.blogspot.com/


 

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Jean Genet (1910-1986) por ocasião do centenário de seu nascimento

04/12/10, sábado 16h
Leitura Dramática, “As Criadas” de Jean Genet. Direção de Alberto
Centurião (Dramaturgo, ator e diretor de teatro, integrante do CCS).
O Centro de Cultura Social recorda Jean Genet, escritor genial,
delinquente, ladrão, homossexual.
Um dos mais peculiares e irreverentes dramaturgos franceses deste
século. Filho de uma prostituta, foi ainda criança entregue para
adopção e, apesar de bom aluno, passou a sua infância em tentativas de
fuga, pequenos roubos e passagens por institutos de correcção juvenil.
Foi expulso do serviço militar por indecência e passou parte da sua
juventude a errar pela Europa como vagabundo, ladrão e prostituto.
Regressou a Paris onde sobreviveu entre vários roubos e
encarceramentos. Foi na prisão que começou a escrever poemas e um
romance. Em 1943 é apresentado a Jean Cocteau, a quem mostra os seus
escritos. Este promove a sua publicação. Nesse mesmo ano é novamente
detido e ameaçado de degredo perpétuo por reincidência. Cocteau
consegue a sua libertação definitiva.
A partir de então, Genet tornou-se uma figura literária famosa,
merecendo uma análise à sua vida por Sartre, publicando romances,
poesia e teatro e tendo forte intervenção cívica e política.
As suas peças dramáticas são associadas ao teatro da crueldade,
abordando frequentemente o conflito ritual entre oprimidos e
opressores.

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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

EIDOS INFO-ZINE # 27


domingo, 28 de novembro de 2010

EIDOS INFO-ZINE # 27



EDITORIAL

Caros Amigos,

No artigo que abre esta nova edição do Eidos info-zine, Christina Roquette Lopreato reflete sobre “ O (des) encontro do Brasil consigo mesmo” a partir dos “ ditos e escritos de Edgard Leuenroth". No referido artigo, do qual publicamos a primeira parte, a historiadora procura refletir sobre a singularidade da análise de Leuenroth em seus manuscritos “Qual a solução para o problema do Brasil?”, na qual ele apresenta, ao mesmo tempo, os problemas que impedem o país de encontrar a si mesmo e a sua proposta de ruptura com o sistema capitalista, que embasa o seu projeto de radical remodelação da sociedade brasileira segundo o socialismo libertário.
Em “Eu, ator e anarquista”, Chico Cuberos, que faleceu recentemente, nos apresenta parte do seu trajeto político, mostrando como que, através teatro libertário, chegou até ao anarquismo.Com a publicação deste artigo, nós do Eidos procuramos fazer uma pequena homenagem a este grande homem.
Inaugurando a nossa seção de charges, o cartunista brasileiro Carlos Latuff apresenta o seu trabalho para explicitar o caso da criminalização do movimento estudantil na UFU e as arbitrariedades contra o princípio democrático que vem sendo marca da administração do atual reitor.
           O artigo de Emma Goldman, “A anarquia e a questão sexual”, procura mostrar que um programa, verdadeiramente, anarquista deve pregar não somente a liberdade econômica e política, mas também, e principalmente, a liberdade sexual.
Nas suas notas de leitura  de “Pânico e desamparo na atualidade”, Fernanda Caroline de Melo Rodrigues traz a sua interpretação do artigo de Lucianne de Menezes, destinado a discutir a possível contribuição de Freud para a compreensão da síndrome do pânico.


 

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domingo, 28 de novembro de 2010

04/12 - sábado, no CCS - leitura dramática de "As Criadas" de Jean Genet

04/12/10, sábado 16h  -   Leitura Dramática, As Criadas de Jean Genet

Caso não consiga visualizar essa mensagem, clique aqui.

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Por que acreditamos no governo?

2010/11/28

e-mail


DOMINGO, 7 DE NOVEMBRO DE 2010

Por que acreditamos no governo?

Do que procede, na sociedade humana, essa idéia de autoridade, de poder; essa ficção de uma pessoa superior, chamada Estado? Como se produz essa ficção? Como se desenvolve? Qual e sua evolução, sua economia?

[...] Não seria [o governo] uma daquelas concepções primevas de nosso entendimento? (Proudhon, p. 15).

Em suma, de onde provém a predisposição mental que fez com que as revoluções mais liberadoras e as efervescências de liberdade terminassem constantemente com um ato de fé e de submissão ao poder? (Proudhon, 1979, p. 87).


Provém da força de uma idéia: o princípio de autoridade.


Essa resposta valeu a Proudhon o epíteto de idealista e metafisico. Não obstante, dedicou uma parte substancial da sua obra para demonstrar a força de impulsão do princípio de autoridade no exercício do governo.

fonte:

 

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"As Criadas" - Jean Genet


Governamentalidade e Anarqueologia em Michel Foucault

Nildo Avelino

     

 

     

  

  

  

 

  

 


RESUMO

Este artigo aborda as noções foucaultianas de governamentalidade e anarqueologia, enfatizando os impactos que provocaram nas reflexões do "último Foucault". Em um primeiro momento, aborda-se o deslocamento da analítica do poder de Foucault, situando sua importância nos estudos em governamentalidade e sugerindo implicações possíveis que a anarqueologia estabelece com o pensamento de Proudhon. Em seguida, discute-se a maneira pela qual a anarqueologia descreve uma genealogia das formas modernas da obediência ao problematizar a experiência da sexualidade.

Ler:

Revista Brasileira de Ciências Sociais

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sábado, 27 de novembro de 2010

Ensaio. "As Criadas"

Marginal das letras Jean Genet é recordado no Centro de Cultura Social:

04/12/10, sábado 16h
Leitura Dramática, “As Criadas” de Jean Genet. Direção de Alberto
Centurião (Dramaturgo, ator e diretor de teatro, integrante do CCS).

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Sobreira: pedagogia anarquista e o ensino de geografia -- conquistando cotas de liberdade

repassando...
Oi todxs

Eu tenho o livro em inglês de Godwin e traduzi alguns trechos em minha tese [já colamos no blog: grupo de estudos] sobre ensino de geografia e pedagogia anarquista.
Posso enviar para quem desejar
Antonio Sobreira
PS

Entrem no meu blog: www.obradasdacultura.blogspot.com


Em 27 de novembro de 2010 14:35, Everaldo Tavares <tavaresinspetor@yahoo.com.br> escreveu:


sábado, 27 de novembro de 2010

tânia: desejos

Moço,



Como eu desejei esse livro  [Uma Investigação sobre os Princípios da Política de Justiça, e sua influência na virtude e felicidade geral, de William Godwin] quando estava fazendo a mono... tive que recorrer ao apud de Codello!!

Mas nunca é tarde para ler uma  obra que  --  mesmo depois de tanto tempo de editada  --  se faz tão atual.

*#* 
“A primeira condição de nossa
 educacão é a discordia”

Pierre-Joseph Proudhon

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“Do Governo dos vivos

Está esgotada 1ª edição de “Do Governo dos vivos”, Michel Foucault.
Uma nova edição está prevista para 2011. Quem estiverEstá esgotada a
1ª edição de “Do Governo dos vivos”, Michel Foucault. Uma nova edição
está prevista para 2011. Quem estiver interessado pode adquirir o
livro diretamente na editora Achiamé. interessado pode adquirir o
livro diretamente na editora Achiamé.

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AMIGOS...