domingo, 26 de dezembro de 2010

: : NOVO LIVRO DA SNDH - HABEAS CORPUS!

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Everaldo Tavares
Data: 26 de dezembro de 2010 11:58
Assunto: : : NOVO LIVRO DA SNDH - HABEAS CORPUS!
Para: veritas@yahoo.com.br


http://franciscoripo.blogspot.com/2010/12/osamigosde68-novo-livro-da-sndh-hab...

DOMINGO, 26 DE DEZEMBRO DE 2010

[osamigosde68] NOVO LIVRO DA SNDH - HABEAS CORPUS!

Amigos, é para baixar este documento superimportante. Lá no final da mensagem...
Bjs.
Robson Achiamé

um documento impressionante e urgente!!!
abraços,
Nildo Avelino

"Lembrar é resistir"

francisoripo

HabeasCorpuslivro - Ler


eu me revolto,logo existo

          visite-nos:

http://ohomemrevoltado.blogspot.com/

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[osamigosde68] NOVO LIVRO DA SNDH - HABEAS CORPUS!

Amigos, é para baixar este documento superimportante. Lá no final da mensagem...
Bjs.
Robson Achiamé

um documento impressionante e urgente!!!
abraços,
Nildo Avelino

"Lembrar é resistir"

francisoripo

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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Jovem alega que bateu para não parecer "bobinho"

DE SÃO PAULO

Em depoimento à Justiça, o adolescente de 16 anos que usou uma lâmpada para agredir um jovem na Paulista disse ter agido sob efeito de remédio e bebida alcoólica.
Já outro garoto, um dos três menores liberado ontem, diz ter dado um chute na cabeça de uma das vítimas para ser aceito pelo grupo. Era o mais novo e disse ter agido por temer ser "ridicularizado" pelos amigos. Não queria se sentir "bobinho".
Com base em relatos como este é que o juiz Egberto de Almeida Penido analisou o caso dos quatro menores.
Em sua defesa, o adolescente de 16 anos relatou que caminhava rumo ao metrô quando achou a lâmpada jogada na rua. Ele chega a admitir ter dito aos amigos: "Imagina se eu der na cara de alguém com isso?". Pouco depois, desferiu duas lâmpadas fluorescentes contra Luís Alberto Betonio, 23.
Para justificar a agressão, o jovem, que ao longo das investigações ganhou o apelido de "Aladin", disse que se sentia "esquisito e descontrolado" naquela noite. Alega fazer uso de antidepressivo. Na balada, ingeriu ainda vodca e outras bebidas.
No depoimento, ele contou que seu "descontrole" começou longe da Paulista. No primeiro festival de chutes e pontapés da noite, ele agiu sozinho. Quebrou o maxilar e nove dentes de Leandro Baptista da Silva, do lado de fora de uma balada na avenida República do Líbano. Alega que a vítima havia esbarrado nele.
Os seguranças da festa relatam que ele fora expulso do local por provocar brigas e jogar um copo de bebida na pista de dança.

POR ACASO
O acaso juntou os cinco agressores -quatro deles já se conheciam. Outro, que também estava na mesma danceteria, não conseguiu voltar para casa de táxi com a turma com a qual foi à festa. Só cabiam cinco no veículo e ele decidiu ir de ônibus.
No ponto, lá estavam os outros três menores e Jonathan Domingues, 19.
No relato, os garotos dizem que a iniciativa das agressões partiu de Jonathan e "Aladin". As imagens foram usadas pela defesa dos outros garotos para separar Jonathan e "Aladin" dos demais. (ELIANE TRINDADE)

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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Revista Veja sobre os anaruitas - ATENÇÃO!

A reportagem saiu ontem.

Segue transcrita, não consegui reenviar o arquivo que me passaram:
(quem quiser o arquivo, escreva que eu repasso)

saúde e anarquia.

Núcleo de Sociabilidade Libertária - Nu-Sol
http://www.nu-sol.org


REPORTAGEM DA REVISTA VEJA DE 22 DE DEZEMBRO DE 2010 (páginas 110 e 111)

RIQUINHOS SEM CAUSA REVIVEM A ANARQUIA

Os mais agressivos grupos radicais que incendeiam as ruas da Europa
são integrados por vândalos que vivem de mesasa de pais milhonários.

Em meio à multidão de milhares de manisfestantes, rapazes vestidos de
preto e com a cabeça e o rosto cobertos por capuzes, bulaclavas ou
capacetes caminham dispersos, tentando manter-se incógnitos. A atitude
muda quando encontram um alvo: um cordão de isolamento policial, uma
vitrine ou uma agência bancária. Então eles se agrupam e, aramados com
porretes, pedras e garrafas de coquetel molotov, quebram, incendeiam e
agridem. Quando a polícia reage, os vânadalos voltam a se misturar à
massa de gente que protesta pacificamente, na esperança de, com isso,
provocar um tumulto e incitar outros manifestantes e entrar no
confronto. É a tática do 'black bloc' (bloco negro, em inglês), cujo
uso se intensificou nos protestos de rua que dominaram a Europa neste
ano. Quase sempre, a minoria violenta é formada por anarquistas - que,
de seus análogos do início do século XX, imitam os métodos violentos e
o ódio ao capitalismo e aos estado.
Estima-se em 245 o número de grupos anarquistas na Europa. Só nas
últimas duas semanas, essas gangues, que se organizam pela internet e
cruzam fronteiras para participar das pancadarias, causaram tumulto em
trê países no intervalo de seis dias: Inglaterra, no dia 9, Itália, na
terça-feira 14, e Grécia, no dia seguinte. Ao todo, 200 pessoas
ficaram feridas. Os anarquistas não têm reivindicações próprias. Eles
pegam carona em causas alheias. Em Atenas, 23 000 protestaram contra a
aprovação de um pacote de austeridade fiscal, necessário para que a
Grécia continue recebendo o socorro financeiro da União Europeia e o
Fundo Monetário Internacional, que salvaram o país da falência, no
início do ano. No dia anterior, em Roma, a manifestação de 50000
pessoas pedia a deposição do primeiro-ministro Silvio Berlusconi. O
chefe de governo italiano, acusado de abuso de poder e envolvido em
escândalos sexuais, acabou vencendo por apenas três deputados, o voto
de confiança no Parlamento e permanecerá no cargo. Em Londres, 50000
estudantes se reuniram contra o aumento do custo do ensino
universitário. Para os anarquistas, as questões que levaram gregos,
italianos e ingleses à ruas são bobagens sem importância. Eles se
aproveitam dos ingênuos para promover a quebradeira. São os principais
suspeitos de atacar o carro do prícipe Charles, em Londres.
Mas quem são esses formidáveis e destemidos guerreiros urbanos? Errou
quem pensou no sal da terra, em indivíduos miseráveis revoltados e
embrutecidos pela infrutífera luta pela vida nas metrópoles hostis e
indiferentes... Nada disso. Os valentes são playboyzinhos mimados que
vivem de mesadas de seus pais milionários, alguns ícones da
contracultura, seja lá o que isso for. Ou seja, nas ruas incendiadas,
são os únicos sem nada a perder. Um dos vândalos identificados em
Londres é o filho de David Gilmour, milionário guitarrista da
pré-histórica banda de rock Pink Floyd. O valentão chama-se Charlie e
foi fotografado paramentado todo de negro, atirando paralelepípedos na
direção dos policiais. Um idiota sem causa.
"Invadam Atenas, Londres e Roma!" A frase pichada nos muros da capital
grega demonstra que há mais em comum entre os acontecimentos recentes
nas três cidades do que a tática do 'black bloc'. Os anarquistas de
cada país não agem isoladamente. Na semana passada, a Scotland Yard
divulgou a foto de catorze suspeitos de participar dos distúrbios,
entre os quais cidadãos argentinos, alemães, italianos e letões. Eles
repetem um fenômeno ocorrido entre 1999 e 2001, no auge dos protestos
antiglobalização que transformaram as cidades-sede de cada encontro de
chefes de estado em campos de batalha. Já naquela ocasião, eram
anarquistas os responsáveis por incitar a violência policial. O
anarquista ruso Mikhail Bakunin (1814-1876) escreveu: "A paixão pela
destruição é também uma paixão criativa". Por isso, o anarquismo
sempre foi avesso ao jogo político tradicional. O que vale é a ação
direta, violenta, nas ruas. Em 1909, anarquistas espanhóis
aproveitaram protestos populares contra o recrutamento militar para
incendiar igrejas e executar padres, provocando uma reação violenta do
Exército que resultou em 150 mortos. O episódio ficou conhecido como
Semana Trágica. Cem anos depois, a tática está de volta. "Vamos atacar
de novo em janeiro", disse à Veja um mebro do grupo anarquista
Whitechapel, da Inglaterra, que se identifica como Alex McLure. É o
inverno dos anarquistas de butique. Pena que não existam mais tropas
de choque como antigamente.

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Sua assinatura foi confirmada no abaixo-assinado

Caro(a) Francisco Ripo, 

Por favor ajude a divulgar o abaixo-assinado «contra o aumento nos salários do presidente da República, ministros e parlamentares. Dezembro/2010». A melhor maneira de o fazer é informar seus amigos que ele existe.

Envie um email rápido a seus amigos.

Abaixo existe um texto que pode copiar e colar em sua própria mensagem de email, para ajudar a divulgar o abaixo-assinado «contra o aumento nos salários do presidente da República, ministros e parlamentares. Dezembro/2010»:

Para divulgar, «Copiar e Colar» o texto abaixo em seu próprio email e enviar a seus contatos.
------------------------------------------------------------------------------------------------

Meus Amigos / Minhas Amigas,

Acabei de ler e assinar o abaixo-assinado online: «contra o aumento nos salários do presidente da República, ministros e parlamentares. Dezembro/2010» 

http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2010N4596

Eu concordo com este abaixo-assinado e acho que você também pode concordar. 

Assine o abaixo-assinado e divulgue para seus contatos. Vamos juntos fazer democracia!

Obrigado,
Francisco Ripo 

-------------------------------------------------------------------------------------

Uma nota sua no email que envia a seus amigos pode fazer a diferença para um abaixo-assinado de sucesso.


Todos devemos ajudar a promover o abaixo-assinado, e agora é sua vez.

O poder da Internet está em suas mãos!


Cumprimentos,
PeticaoPublica.com.br

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Boas Festas!

Desejo boas festas e um 2011 pleno de energia e vontade anárquica para
novas realizações!
Obrigado, muito obrigado aos amigos que participaram dessa experiência
marcante em 2010 vindo prestigiar as atividades no CCS.
É maravilhoso o estimulo que os amigos provocam com sua presença.
Obrigado pelo reconhecimento de nosso esforço e empenho.
Saúde e anarquia!
franciscoripo.

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«contra o aumento nos salários do presidente da República, ministros e parlamentares. Dezembro/2010»

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

auguri solstiziali da Atene...

Rinnovo gli auguri solstiziali con la stessa foto del'anno scorso,
sempre più attuale... .
.
A.I.

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auguri solstiziali da Atene... .



Rinnovo gli auguri solstiziali con la stessa foto del'anno scorso, sempre più attuale... .
.
A.I.



 



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"leilão de virgem"

Juiz é acusado de participar de "leilão de virgem"

Testemunhas dizem ter visto magistrado em festa

DE SÃO PAULO

O TJ de Alagoas vai investigar se um juiz de União dos Palmares esteve
em festa onde seria leiloada uma virgem adolescente. No evento também
aconteceria o concurso do "bumbum mais bonito", cujas candidatas eram
adolescentes, e rifas de sexo oral.
Investigações da Polícia Civil sobre um possível esquema de exploração
sexual de adolescentes na cidade -a 81 km de Maceió- reuniram
depoimentos de testemunhas que disseram ter visto o juiz Aécio Flávio
Brito na festa.
Ele responde a processo disciplinar sob acusação de libertar
irregularmente dois PMs presos.
O leilão não chegou a acontecer, pois policiais civis e militares
interromperam a festa.
Duas adolescentes de 14 e 17 anos foram encontradas no bar. Elas
negaram a existência do leilão. Segundo a polícia, mais de cem homens
participavam da festa.
Thaís da Silva Costa e Gizela de Oliveira dos Santos, promotoras da
festa, estão presas preventivamente sob suspeita de exploração sexual.
O dono do bar -Nelson Tenório - está foragido.
As mulheres negaram que seria feito o leilão e que agenciavam
prostituição. A reportagem não localizou os advogados desses
envolvidos.
Fernando Maciel, que representa o juiz em outros processos, disse que
foi informado sobre o caso pela imprensa e que não irá comentar.
(SÍLVIA FREIRE)

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Que Brasil é esse?

Adolescentes jogam óleo quente em menina

Uma estudante de 15 anos teve o rosto, o braço direito, os seios e as
pernas queimados com óleo fervente e foi alvo de pauladas durante uma
emboscada, na tarde de anteontem, em Embu (Grande SP).
Segundo a polícia, duas adolescentes, de 16 e 17 anos, foram
apreendidas sob a acusação de terem ferido a estudante
premeditadamente.
A menina teve queimaduras de segundo grau e pode perder a visão do
olho esquerdo.

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AUMENTO PARA VEREADORES

Homem protesta só de cueca em Sorocaba

O comerciante de 47 anos tirou a roupa dentro da Câmara após a
aprovação do aumento do salário dos vereadores. "Não sou indecente,
indecente é o que está acontecendo aqui", gritava, enquanto era
imobilizado por guardas-civis. Outras pessoas estavam com cartazes e
nariz de palhaço.

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Ato em SP defende lei contra homofobia

Entidades LGBT se reúnem hoje na rua Libero Badaró (centro) para
apoiar projeto que criminaliza a discriminação

Especialistas dizem que o projeto é constitucional e não representa
ameaça à liberdade de expressão

UIRÁ MACHADO
DE SÃO PAULO

Entidades do movimento LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e
transexuais) organizam hoje em São Paulo um ato a favor do projeto de
lei 122/06, que criminaliza a homofobia.
Segundo organizadores do evento (hoje às 18h30 na rua Libero Badaró,
119), a ideia é articular uma agenda de mobilizações para coibir a
onda de violência contra gays.
"Não queremos que o final do ano interrompa a discussão sobre a
homofobia, e a batalha pela aprovação do PL 122 é central", afirma
Beto de Jesus, ex-presidente da Parada do Orgulho Gay.
Proposto originalmente em 2001 pela ex-deputada federal Iara Bernardi
(PT-SP), o projeto foi aprovado em 2006 pela Câmara. Seguiu para o
Senado, onde sofreu alterações -o substitutivo tem apenas quatro
artigos.
Atualmente o PL 122/06 está na Comissão de Direitos Humanos do Senado,
após o substitutivo da senadora Fátima Cleide (PT-RO) ter sido
aprovado pela Comissão de Assuntos Sociais.
Depois, precisa passar pela Comissão de Constituição e Justiça e pelo
plenário. Se aprovado, volta à Câmara.

PREOCUPAÇÃO
A ainda longa tramitação preocupa os militantes. Como Cleide não foi
reeleita, parte do movimento LGBT receia que a relatoria do projeto
caia nas mãos de alguém contrário à proposta.
O senador Magno Malta (PR-ES), da base do governo, é um exemplo.
Pastor evangélico, ele afirma que o PL 122/06 é inconstitucional e
fere a liberdade de expressão, sobretudo das igrejas que condenam a
homofobia.

CONSTITUCIONAL
A Folha ouviu seis especialistas em direito constitucional: o ministro
Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal, um segundo ministro
do STF, que falou em caráter reservado, Ives Gandra da Silva Martins,
Virgílio Afonso da Silva, Conrado Hübner Mendes e Octavio Luiz Motta
Ferraz.
São unânimes: o projeto é constitucional e não ameaça a liberdade de expressão.
O principal argumento é o fato de a Constituição dizer em dois artigos
(3º e 5º) que a discriminação e o preconceito deverão ser combatidos
pela lei. É o que já ocorre, por exemplo, com a prática do racismo,
cuja condenação legal é aceita desde 1988.
O que o projeto anti-homofobia faz é considerar a atitude homofóbica
tão criminosa quanto a racista. Não há a "criação" de um crime novo.

"SEGUNDA CLASSE"
Para Marco Aurélio Mello, "tudo o que realmente busque um tratamento
igualitário e respeitoso é bem-vindo." Ele lembra que não há direitos
absolutos na Constituição e afirma que "a liberdade de expressão não
pode chegar ao ponto de menosprezar a dignidade, gerando cidadãos de
segunda classe".
Conrado Hübner Mendes, professor licenciado do Direito da GV, diz que
se o PL "impõe limites à liberdade de expressão, são limites que podem
ser bem justificados pela própria Constituição. Criminalizar tais
condutas é opção do legislador".
O advogado Ives Gandra da Silva Martins também não vê
inconstitucionalidade, mas diz ter "receios quanto aos efeitos do
projeto".
Ele argumenta que "explicitar demais" pode levar à "discriminação às
avessas". Teme, por exemplo, que sejam proibidas leituras de "textos
sagrados" que falam contra o homossexualismo.

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terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Artistas de rua protestaram

Artistas de rua protestaram ontem na avenida Paulista contra a Prefeitura de São Paulo, acusando-a de coibir o trabalho deles. No mês passado, o guitarrista Rafael Pio chegou a ser preso em uma operação.
Segundo o artista Celso Reeks, um dos organizadores do protesto, o problema surgiu com o início da chamada Operação Delegada, na qual policiais militares atuam, nas horas de folga, no combate a camelôs e recebem um salário extra para isso.
"A Operação Delegada tem como alvo os ambulantes que fazem comércio ilegal na rua. Não sei como a prefeitura conseguiu achar uma brecha para enquadrar os artistas de rua nisso", afirmou.
Em nota, a Secretaria das Subprefeituras informou que artistas de rua podem atuar livremente, desde que não vendam produtos como CDs.
Reeks, no entanto, afirma que até artistas que não têm trabalhos gravados são alvo, como, diz, Rafael Pio.(EVANDRO SPINELLI)

Artistas protestam na Paulista contra fiscalização da prefeitura: fotos

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Artistas protestam na Paulista contra fiscalização da prefeitura

DE SÃO PAULO

Artistas de rua protestaram ontem na avenida Paulista contra a Prefeitura de São Paulo, acusando-a de coibir o trabalho deles. No mês passado, o guitarrista Rafael Pio chegou a ser preso em uma operação.
Segundo o artista Celso Reeks, um dos organizadores do protesto, o problema surgiu com o início da chamada Operação Delegada, na qual policiais militares atuam, nas horas de folga, no combate a camelôs e recebem um salário extra para isso.
"A Operação Delegada tem como alvo os ambulantes que fazem comércio ilegal na rua. Não sei como a prefeitura conseguiu achar uma brecha para enquadrar os artistas de rua nisso", afirmou.
Em nota, a Secretaria das Subprefeituras informou que artistas de rua podem atuar livremente, desde que não vendam produtos como CDs.
Reeks, no entanto, afirma que até artistas que não têm trabalhos gravados são alvo, como, diz, Rafael Pio.(EVANDRO SPINELLI)

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Docentes são acusados de burlar exclusividade

Segundo Ministério Público Federal, 20 professores da Unifesp tinham outras atividades

LAURA CAPRIGLIONE
DE SÃO PAULO

Vinte docentes da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) foram acusados pelo Ministério Público Federal de improbidade, enriquecimento ilícito, dilapidação de patrimônio público e atentato aos princípios da administração pública.
Fiscalização do Tribunal de Contas já havia apontado os 20 professores como violadores do regime de dedicação exclusiva "ao qual voluntariamente aderiram".
Basicamente, a universidade possui três regimes de trabalho: 1) dedicação exclusiva; 2) 40 horas semanais sem exclusividade; 3) tempo parcial de 20 horas.
Pelo compromisso que impõe, o regime de dedicação exclusiva prevê remuneração maior. Atividade envolvendo outros recebimentos precisam ser autorizadas pela universidade.
Entre as acusações contra professores, há a de manter consultórios particulares, lecionavar em outras instituições e gerir órgãos de saúde externos à Unifesp.
Ainda segundo as acusações, nove docentes, além de violar a exclusividade, se dedicavam à gerência, administração ou representação técnica de sociedades comerciais, o que é vedado pelo Estatuto do Servidor Federal.
Os procuradores da República Sergio Gardenghi Suiama e Sônia Maria Curvelo pedem que os professores sejam condenados a ressarcir o dano apurado, a perder o cargo de docentes da Unifesp, à suspensão dos direitos políticos por até dez anos, a pagar multa de até três vezes o valor da vantagem indevidamente recebida.
Pedem também que os acusados sejam proibidos de fazer contratos com o poder público durante o prazo de dez anos.
A Procuradoria avalia que o prejuízo ao erário envolvido nas três ações seja da ordem de R$ 1,4 milhão.

APURAÇÃO
Em nota, a Unifesp afirmou que "não pode ser responsabilizada por atos pessoais de seus servidores, que devem seguir a legislação pertinente aos servidores públicos federais, o Estatuto do Funcionário Público, cujo acesso e consulta é livre a qualquer cidadão".
Segundo a universidade, "nenhum dos 20 professores solicitou prévia autorização" para exercer atividades remuneradas extracampus.
A Unifesp informa ainda ter aberto processos administrativos disciplinares para apuração dos fatos.
Os docentes ainda poderão contestar as acusações.

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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

O BANQUETE QUANDO hoje, às 19h ONDE Teatro Oficina (r. Jaceguai, 520, tel.0/xx/11/3106-2818) QUANTO grátis

Série "Dionisíacas" testou limites físicos do público

Oficina realizou marcha de 800 pessoas e peça de 7 horas de duração

Evento, que acaba hoje, simboliza derrubada da parede que separava teatro do terreno do Grupo Silvio Santos

ANA PAULA SOUSA
LUCAS NEVES

Na primeira noite, feito um Círio de Nazaré à paulistana, a rua Jaceguai, na Bela Vista, foi tomada por uma marcha de cerca de 800 pessoas.
O ritmo da caminhada era ditado por um coro de "ia,ia,ia,ia!", conduzido pela equipe do Oficina que, como os diretores de harmonia de uma escola de samba, gritava "vai" e "segura" para evitar que a corda se rompesse.
A segunda noite foi de confinamento. Por sete horas e meia, o público partilhou a arena do Teatro Oficina com atores e técnicos que, lá pelas tantas, já não se sabia se eram elenco ou plateia.
Foi assim, com um quê de prova física e outro de intervenção urbana, que o grupo de Zé Celso Martinez Correa encenou "Taniko - O Rito do Mar" e "Estrela Brazyleira a Vagar - Cacilda!!".
Apresentadas nas noites de sexta e sábado, as duas peças abriram a série "Dionisíacas", que reúne quatro espetáculos. O evento termina hoje, com "O Banquete".
As apresentações servem também como marco simbólico da derrubada da parede que separava o teatro do terreno vizinho, pertencente ao Grupo Silvio Santos.
O chão de terra e o que restou dos velhos muros compunham um cenário quase épico. Só não era épico porque, no meio das ruínas, foram armadas barraquinhas de comida.
Nos dois intervalos de "Cacilda!!", que começou com uma hora de atraso e teve duas paradas de 20 minutos, eram vendidos cachorro quente e pipocas em saquinho cor-de-rosa.

CATARSE COLETIVA
A história da atriz Cacilda Becker, contada com carnaval, cinema e corpos nus, dura mais de seis horas.
Houve quem desistisse na entrada. Mas a arena estava cheia. E foram muitos os resistentes que provaram estar com as costas em dia e vivenciaram o teatro como catarse.
Tinha sido assim também na sexta. A fábula sobre a viagem iniciática dos peregrinos japoneses de "Taniko" começou na tenda.
Mas quando os atores estenderam pelo palco uma corda dourada e instaram a plateia a descer da arquibancada e segui-los, ninguém hesitou.
Parecia até que, como do trio elétrico, atrás de Zé Celso só não vai quem já morreu.

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domingo, 19 de dezembro de 2010

silvio gallo: pensamento

silvio gallo: pensamento


 

“A primeira condição de 


nossa educacão 


é a discórdia”


Pierre-Joseph Proudhon


http://aeducacaolibertaria.blogspot.com/


 

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sábado, 18 de dezembro de 2010

Brasil um país para todos....

Salário de congressistas é maior que em países ricos

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ÉRICA FRAGA
DE SÃO PAULO

Com o recente aumento de 62% em seus salários, os congressistas brasileiros passarão a ganhar mais do que seus pares em países desenvolvidos e em outros emergentes importantes.

A remuneração anual (incluindo o décimo terceiro salário) dos congressistas chegará a US$ 204 mil.

Esse valor é mais alto que o recebido pelos parlamentares da União Europeia e de 16 países pesquisados pela Folha, incluindo os do G8 (EUA, Japão, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Canadá e Rússia).

Congressistas custarão R$ 128 mil por mês
Em votação relâmpago, Senado aprova aumento de salários no Legislativo e Executivo
Câmara aprova aumento de salário do Executivo e Legislativo para R$ 26,7 mil
Aumento aprovado pelo Congresso poderá custar R$ 1,8 bilhão para cidades

A desigualdade entre a renda de deputados e senadores e a da média da população brasileira também será uma das maiores do mundo a partir de fevereiro, quando o novo salário, de R$ 26,7 mil por mês, passa a valer.

Deputados e senadores receberão valor quase 20 vezes maior que o PIB (Produto Interno Bruto) per capita do Brasil --de US$ 10,5 mil neste ano, segundo o FMI.

Essa desigualdade significativa entre a remuneração dos congressistas e a da média da população é bem maior do que a registrada em outros países onde os salários de parlamentares também são elevados.

Itália e Japão são conhecidos pela alta remuneração de seus Legislativos. Os salários anuais dos parlamentares desses países são de cerca de US$ 185 mil.

Esse valor é próximo dos US$ 204 mil que receberão os congressistas brasileiros. Mas na Itália os congressistas ganham 5,5 vezes mais que a renda per capita. No Japão a diferença é de 4,4.

Tanto no caso do Brasil como no dos outros países pesquisados pela Folha, essas remunerações representam apenas o salário dos congressistas e não incluem verbas extras e benefícios.

CUSTO EXTRA

Segundo matéria publicada ontem pela Folha, cada congressista brasileiro representará um custo médio de R$ 128 mil por mês, se computados outros benefícios além do salário, como passagens aéreas. O valor equivale a US$ 896 mil por ano.

De acordo com reportagem da publicação online "Money Zine" do Japão, cada parlamentar japonês recebe (incluindo bônus e verbas extras) US$ 497,4 mil anuais.

A comparação entre remuneração total de parlamentares de diferentes países é complicada porque há benefícios de difícil mensuração.

Para o cientista político Bruno Reis, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o salário (sem incluir benefícios) dos legisladores brasileiros "parecia baixo se comparado ao recebido por profissionais da classe média alta".

Mas ele ressalta que o hiato entre a nova remuneração de congressistas e o PIB per capita do Brasil é muito alto, reflexo da desigualdade de renda ainda elevada no país.

CORRUPÇÃO

Tanto Reis como Fabiano Santos, pesquisador e professor de ciência política da UERJ, afirmam que, pelo menos no campo teórico, a vantagem de ter legisladores bem remunerados é que o incentivo à corrupção diminui.

Diferentemente do que ocorrerá com os congressistas, a remuneração do presidente continuará mais baixa que a dos chefes de governo de países ricos.

Dilma Rousseff receberá o mesmo que os legisladores brasileiros, o que equivale à metade do salário anual de US$ 400 mil do presidente dos EUA, Barack Obama.

Os primeiros-ministros da Nova Zelândia e do Reino Unido ganham, respectivamente, US$ 290 mil e US$ 235 mil por ano.

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Diretora do Teatro Oficina perde guarda do filho por trabalhar no Teatro Oficina, classificado como “pornográfico” (ou: a volta da Idade Média ou da República Velha)

Caros, é necessário, no mínimo, disseminar a informação sobre esse tristíssimo fato que envolve o Teatro Oficina, aqui em nosso país, na segunda década do Século XXI. Inacreditável!

Ato de desrespeito, preconceito e censura equiparável à truculência burra das ações de ditaduras de qualquer ordem, em qualquer período.

Abaixo segue link para cartas do Zé Celso.

Beijo a todos.
Neide


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AMIGOS...