quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Revista Trip - Contardo Calligaris
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quarta-feira, 23 de novembro de 2011
CONTARDO CALLIGARIS
ator Caio Castro
centro de cultura social
03/12/2011, sábado, as 16h
História do MovimentoAnarquista nos Estados Unidos
com Ronald Creagh, militante anarquista, pesquisador, Doutor em Letras e Ciências Humanas e professor da Universidade Paul-Valéry
Local: CCS - Rua General Jardim, 253, sala 22 - próximo ao mêtro República.
Organização: Centro de Cultura Social e Biblioteca Terra Livre
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Programem-se: 03/12 e 04/12.
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| convida para a próximas atividades: | |||||||
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| 03/12/2011, sábado, as 16h
História do MovimentoAnarquista nos Estados Unidos
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terça-feira, 25 de outubro de 2011
Cinema e Anarquia -sábado, 29/10/11, 16h - no CCS
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CENTRO DE CULTURA SOCIAL convida
"Sedução", de Fernando Trueba, 1992, 99 min (Espanha / Portugal / França) 29/10/11 - sábado - 16:00h
Realização: Centro de Cultura Social de São Paulo Rua Gal. Jardim n.º 253 – sala 22 (metrô república)
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quinta-feira, 20 de outubro de 2011
domingo, 16 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Universidade federal é cara e não tem tanta qualidade
Pedro Carrilho - 01.jul.11/Folhapress![]() |
NADA SABEMOS SOBRE AS MISSÕES DAS NOVAS UNIVERSIDADES NEM SOBRE O QUE SERÁ FEITO PARA QUE OS NOVOS PROFESSORES TENHAM QUALIFICAÇÕES E DESEMPENHO NECESSÁRIOS |
SIMON SCHWARTZMAN
ESPECIAL PARA A FOLHAO Brasil tem poucos estudantes de nível superior para o seu tamanho, 78% das matrículas são em instituições privadas e a maior parte das universidades públicas está nas capitais.
Então, o governo dá dinheiro para as universidades públicas contratarem mais professores e abrirem mais vagas e anuncia a criação de novas universidades no interior de Estados como Bahia e Pernambuco. O que pode haver de errado nisso?
Muita coisa, a começar pelo fato de que as universidades federais são muito caras e, com as exceções de sempre, não têm nem de longe a qualidade e a relevância que seria de se esperar.
Uma razão é que seus professores são contratados como funcionários públicos, nunca podem ser despedidos e recebem sempre a mesma coisa, pelo princípio da isonomia, como se dividissem seu tempo entre ensino e pesquisa -embora só uma pequena parte deles realmente faz trabalhos de pesquisa de alguma relevância.
A segunda razão é que as universidades federais são governadas por seus professores, funcionários e estudantes, que cuidam de seus interesses e não precisam estar atentos nem responder a metas, demandas e necessidades da região em que estão, nem em relação aos cursos que oferecem, nem em relação aos trabalhos de pesquisa e extensão que realizam na instituição. OUTROS PAÍSES
Não é assim que as universidades públicas são formadas e funcionam nos países que levam a educação superior a sério. Nesses países, cada vez mais, as universidades têm missões claras a cumprir, seus dirigentes respondem a conselhos externos com a presença ativa de representantes do setor público e da sociedade, que zelam para que elas cumpram seus objetivos. Os professores também não são funcionários públicos, mas contratados de forma a impedir que se perpetuem nos cargos se não tiverem o desempenho esperado. NOVAS INSTITUIÇÕES
Nada sabemos sobre as missões dessas novas universidades e cursos que estão sendo criados, sobre o que será feito para que os professores que estão sendo contratados tenham as qualificações e o desempenho necessários, nem que existam mecanismos para avaliar e corrigir os rumos das instituições que não funcionem.
Tudo indica que continuaremos tendo mais do mesmo, ou pior.SIMON SCHWARTZMAN é pesquisador do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade e foi presidente do IBGE.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
“Foucault, subjetividade e confissão”, com Bruno Andreotti « Catraca Livre
(professor de História e Mestre em Ciência Política pela PUC-SP).
Lançamento do livro "Do governo dos vivos. Curso no Collège de France,
1979-1980 (excertos)", 2ª edição ampliada com duas aulas proferidas no
Dartmouth College, 188p.
"Qual é o núcleo duro do curso aqui transcrito e comentado? Qual foi o fio que conduziu Foucault ao longo das suas aulas? A resposta não é difícil: foi a história genealógica e a problematização da obediência, da conformação ao governamento (como condução das condutas), na nossa tradição ocidental.
Tenho certeza de que esta edição do curso Do governo dos vivos virá preencher brilhantemente uma lacuna na bibliografia foucaultiana em língua portuguesa. Faço votos de que todos aqueles que se interessam pelos estudos foucaultianos encontrem, neste livro, novos elementos para problematizarem o presente e, por aí, se sintam desafiados e encorajados a pensarem de outros modos."
Alfredo Veiga-Neto (da Apresentação à 2ª edição).
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quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Cinema & Humanidades
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Seminário A Era do Panóptico
Dia 14 de Outubro (Sexta-Feira).
14:00 horas – Abertura – Eduardo Nunes (PPGEduC).
14:30 horas – André Lemos – Mídia Locativa e Vigilância. Sujeito Inseguro, Bolhas Digitais, Paredes Virtuais e Territórios Informacionais.
15:30 horas – Ana Godoy e Nildo Avelino – Educação, Meio Ambiente e Cultura: Alquimias do Conhecimento na Sociedade de Controle.
16:30 horas – Debate.
17:00 horas – Lançamento da 2ª Edição do Livro “Do governo dos vivos” de Michel Foucault, Organizado por Nildo Avelino.
Dia 15 de Outubro (Sábado).
09:00 horas – Abertura.
09:30 horas – Carlos Baqueiro – O Blog A Era do Panóptico: Pesquisa e Resistência à Sociedade de Controle.
10:30 horas – Ricardo Liper – A Sociedade Orwelliana em 1984.
11:30 horas – Debate.
12:00 horas – Encerramento do Seminário.
Ver:
sábado, 24 de setembro de 2011
Pethistoriaufcg's Blog
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011
divulgação: inimigos do rei: eu democratizo...
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Eu Democratizo, Tu Democratizas, Eles Manipulam...
Foucault, sexualidade e política
Adriano de León Nildo Avelino (DCS-UFPB)
Lançamento do Livro :
Do governo dos vivos, Michel Foucault, 2011, 188p.
(2ª edição com duas aulas inéditas no Dartmouth CollegeRealização:
Grupo de Estudos Anarquistas - GEPAn
Departamento de Ciências Sociais - DCS
Universidade Federal da Paraíba - UFPB"Tenho certeza de que esta edição do curso Do governo dos vivos virá preencher brilhantemente uma lacuna na bibliografia foucaultiana em língua portuguesa. Faço votos de que todos aqueles que se interessam pelos estudos foucaultianos encontrem, neste livro, novos elementos para problematizarem o presente e, por aí, se sintam desafiados e encorajados a pensarem de outros modos." Alfredo Veiga-Neto (da Apresentação à 2ª edição).
sábado, 17 de setembro de 2011
Programação do Seminário A ERA DO PANÓPTICO | A ERA DO PANÓPTICO
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011
divulgando: os inimigos do rei: o que é qualidade de vida
O que é qualidade de vida
Eu sei que a cretinice existe e muito entre defensores, mamadores ou não, de uma teoria, governo, posição social. Eles se dividem em dois tipos de cretino: o idiota que acredita no que diz mesmo as evidências serem o oposto e o que está mamando na teta das injustiças e aí tenta confundir os outros. Eu já passei da idade de ser ingênuo e deixar os outros me tirarem por otário ou menino. Dai vou ser didático, não para polemizar com equivocados ou cretinos, mas para deixar claro para as pessoas lúcidas e sensatas um critério de avaliação da vida em sua volta e de outras sociedades.
Exibição do vídeo "Germinal", 17/09/11, 16h
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| Centro de Cultura Social convida |
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Cinema e Anarquia:
17 de setembro de 2011, sábado às 16:00h |
| Rua Gal. Jardim n.º 253 – sala 22 (metrô república) |
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terça-feira, 13 de setembro de 2011
Alfredo Veiga-Neto (da Apresentação à 2ª edição).
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
eu na olido!
A cantora apresenta um repertório formado por canções compostas e/ou interpretadas por Miriam Batucada.
De um lado, sambas carregados de humor, que falam sobre a Mooca, a noite paulistana, o Bixiga. De outro, líricas canções de amor.
Músicos: Jorge Cebion, Molina, Julio César Maluf e Francisco Tavares.
Dia 16 de Setembro (sexta) às 17h (na galeria Olido) Ingressos: Grátis
Seminário, A ERA DO PANÓPTICO & A Sociedade de Controle
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Dicas Catraca Livre - 8 a 14 de setembro
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terça-feira, 6 de setembro de 2011
lançamento da 2ª edição "Do Governos dos Vivos"
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Do governo dos vivos. Curso no Collège de France, 1979-1980 (excertos)
2011, 188p.
Qual é o núcleo duro do curso aqui transcrito e comentado? Qual foi o fio que conduziu Foucault ao longo das suas aulas? A resposta não é difícil: foi a história genealógica e a problematização da obediência, da conformação ao governamento (como condução das condutas), na nossa tradição ocidental.
para aquisições clique aqui ou envie uma mensagem:
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sábado, 3 de setembro de 2011
Ediçoes do CCS

Qual é o núcleo duro do curso aqui transcrito e comentado? Qual foi o fio que conduziu Foucault ao longo das suas aulas? A resposta não é difícil: foi a história genealógica e a problematização da obediência, da conformação ao governamento (como condução das condutas), na nossa tradição ocidental.
Tenho certeza de que esta edição do curso Do governo dos vivos virá preencher brilhantemente uma lacuna na bibliografia foucaultiana em língua portuguesa. Faço votos de que todos aqueles que se interessam pelos estudos foucaultianos encontrem, neste livro, novos elementos para problematizarem o presente e, por aí, se sintam desafiados e encorajados a pensarem de outros modos.
Alfredo Veiga-Neto (da Apresentação à 2ª edição).
aos conservadores e moralistas de plantão: quem causa mais danos ao Brasil...sera realmente os pobres e seus filhos!
DE SÃO PAULOA Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo investiga a evolução patrimonial do agente Ismar José da Cruz, especialista em se infiltrar em quadrilhas de tráfico internacional de drogas e tido como um expert do departamento de narcóticos do Estado.
A vida confortável que levava num apartamento de 280 m², em Perdizes, na zona oeste paulista, chamou a atenção dos corregedores.
O imóvel, comprado há cerca de três anos e registrado em nome de um parente do policial, é avaliado em cerca de R$ 2 milhões. Só de condomínio, o gasto mensal no edifício é de R$ 2.500. O salário de Cruz é de R$ 3.500.
A investigação em curso ainda não encontrou justificativas, como o recebimento de herança, por exemplo, para seu padrão de vida. Hoje, o apartamento está à venda.
Os responsáveis pelo inquérito nº 691/09, que apura o caso, tentam descobrir se há outros bens de Cruz registrados em nome de terceiros.
A Corregedoria investiga, por exemplo, se o policial também é proprietário de um sítio de 6.000 m², cujo valor de mercado pode chegar a R$ 1 milhão, em Mairinque , município a 71 km de São Paulo.
O sítio está em nome de Ronaldo Tovani, ex-juiz e advogado. Atualmente, ele trabalha para integrantes da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar paulista.
Os investigadores do caso já têm em mãos um contrato de gaveta no qual Cruz aparece como o verdadeiro dono do sítio de Mairinque.
Tovani afirma ser proprietário apenas do terreno e não das edificações do sítio. O ex-juiz afirma que recebeu o terreno de Cruz como um pagamento de uma dívida que o policial tinha com ele. A edificação ainda é de Cruz, segundo o ex-juiz.
Outro indício de patrimônio incompatível levantado pela Corregedoria é o fato de, num assalto à casa do policial em 2004, os ladrões terem levado R$ 300 mil. Cruz guardava o dinheiro em casa. O fato foi registrado no boletim de ocorrência 1299/04, do 13º DP, da Casa Verde.
O policial também é investigado num caso de 2009 em que ajudou a apreender 269,5 kg de cocaína. O Instituto de Criminalística constatou, porém, que só 4% do pó branco era droga de fato. Há suspeita de que o restante tenha sido desviado antes da perícia.
Em fevereiro, ele foi absolvido de outro caso, em que era acusado de trocar 327,5 kg de cocaína apreendida por droga com qualidade inferior.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
2ª edição revista e ampliada: "Do governo dos vivos", de Michel Foucault (188 páginas, 2011).
Qual é o núcleo duro do curso aqui transcrito e comentado? Qual foi o fio que conduziu Foucault ao longo das suas aulas? A resposta não é difícil: foi a história genealógica e a problematização da obediência, da conformação ao governamento (como condução das condutas), na nossa tradição ocidental.
Tenho certeza de que esta edição do curso Do governo dos vivos virá preencher brilhantemente uma lacuna na bibliografia foucaultiana em língua portuguesa. Faço votos de que todos aqueles que se interessam pelos estudos foucaultianos encontrem, neste livro, novos elementos para problematizarem o presente e, por aí, se sintam desafiados e encorajados a pensarem de outros modos.
Alfredo Veiga-Neto (da Apresentação à 2ª edição).
2ª edição revista e ampliada: "Do governo dos vivos", de Michel Foucault (188 páginas, 2011).
Qual é o núcleo duro do curso aqui transcrito e comentado? Qual foi o fio que conduziu Foucault ao longo das suas aulas? A resposta não é difícil: foi a história genealógica e a problematização da obediência, da conformação ao governamento (como condução das condutas), na nossa tradição ocidental.
Tenho certeza de que esta edição do curso Do governo dos vivos virá preencher brilhantemente uma lacuna na bibliografia foucaultiana em língua portuguesa. Faço votos de que todos aqueles que se interessam pelos estudos foucaultianos encontrem, neste livro, novos elementos para problematizarem o presente e, por aí, se sintam desafiados e encorajados a pensarem de outros modos.
Alfredo Veiga-Neto (da Apresentação à 2ª edição).
Arquitetos são alvo de agressão na Paulista
As vítimas, que não são homossexuais e se conhecem desde a faculdade, revidaram ataques dos jovens
CRISTINA MORENO DE CASTRO
DE SÃO PAULO
Os arquitetos Bruno Chiarioni Thomé, 33, e Rafael de Medeiros Ramos, 30, amigos desde a faculdade, voltavam de um bar na rua Augusta, às 5h, e iam pegar o metrô.
Quando estavam na esquina da Paulista, um copo de vidro foi lançado contra eles, sem os atingir. Logo depois, uma pedra do mosaico português da calçada acertou a cabeça de Bruno, a 5 cm da orelha esquerda, e depois bateu de raspão em Rafael.
Bruno se aproximou de um grupo de rapazes, todos aparentando ter cerca de 20 anos e bem vestidos, para perguntar se sabiam o que estava acontecendo.
"Eles já começaram a me xingar. Gritaram 'sai daqui, veado' e pegaram uma lâmpada que estava no chão para me bater", diz Bruno.
Os dois não são homossexuais. "Viram dois homens caminhando e deduziram."
Os jovens não pareciam pertencer a grupos de punks ou skinheads. "Pareciam adolescentes, com boné, tênis Nike, jeans, moletom largo", diz Rafael.
Caminhando um pouco atrás de Bruno, ao se aproximar, Rafael foi cercado por outros rapazes, que também começaram a bater nele.
Os dois revidaram e Bruno chegou a tomar a lâmpada fluorescente da mão de um agressor e bater nele com ela. Testemunhas gritavam do outro lado da rua.
Pouco depois, quando viram que os seguranças do metrô subiam as escadas da estação, os agressores fugiram. Apenas um foi reconhecido a tempo por Rafael. "Gritei: 'Pega ele!'. É o que tenho mais certeza de que estava no grupo, porque, quando eu caía no chão, ele sempre vinha dar um soco."
O rapaz, que tem 19 anos, foi levado ao 8º DP, no Belém (zona leste), com Rafael e os funcionários do Metrô, para fazer o registro do boletim de ocorrência. Na delegacia, ele disse que estava só passando pela rua e que tinha sido agredido por Rafael. A Folha tentou contato com ele, mas uma mensagem dizia que seu telefone estava "temporariamente fora de serviço".
Bruno levou sete pontos na cabeça, por causa da pedrada, e quebrou o dedo indicador da mão direita.
A investigação policial deve ser aberta hoje.
















