quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Revista Trip - Contardo Calligaris

Revista Trip - Contardo Calligaris: O psicanalista explica por que a homossexualidade incomoda tanto?

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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

CONTARDO CALLIGARIS

"Para ter proteção e respeito, nenhum cidadão deveria ser forçado a mostrar conformidade aos ideais estéticos, sexuais e religiosos dominantes. Se você precisa parecer "comum" para que seus direitos sejam respeitados, é que você está sendo discriminado: você não será estigmatizado, mas só à condição que você camufle sua diferença. Importa, portanto, proteger os direitos dos que não são e não topam ser "comuns", aqueles cujos comportamentos "caricaturais" testam os limites da aceitação social." CONTARDO 

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ator Caio Castro

"Não acho que sou pegador. Mas vou te falar uma parada também, se você não tem fama de pegador e é solteiro, fica com fama de veado. Então, antes pegador que veado, né?"

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História do Movimento Anarquista nos Estados Unidos « Catraca Livre

História do Movimento Anarquista nos Estados Unidos « Catraca Livre:

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centro de cultura social

03/12/2011, sábado, as 16h

História do MovimentoAnarquista nos Estados Unidos
com Ronald Creagh, militante anarquista, pesquisador, Doutor em Letras e Ciências Humanas e professor da Universidade Paul-Valéry


Local: CCS - Rua General Jardim, 253, sala 22 - próximo ao mêtro República.
Organização: Centro de Cultura Social e Biblioteca Terra Livre


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Programem-se: 03/12 e 04/12.

Caso não consiga visualizar essa mensagem, clique aqui.
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convida para a próximas atividades:

 

03/12/2011, sábado, as 16h

 

História do MovimentoAnarquista nos Estados Unidos
com Ronald Creagh, militante anarquista, pesquisador, Doutor em Letras e Ciências Humanas e professor da Universidade Paul-Valéry


Local: CCS - Rua General Jardim, 253, sala 22 - próximo ao mêtro República.
Organização: Centro de Cultura Social e Biblioteca Terra Livre

 

 
 

04/12/2011, domingo, das 10h as 20h

 

II FEIRA ANARQUISTA

DE SÃO PAULO

 

O CCS e a Editora Achiamé estarão presentes na II Feira Anarquista de São Paulo.

Todos os livros do catálogo estarão com descontos especiais no evento. Aproveitem!

 

Local: Tendal da Lapa - Rua Constança, 72, Lapa .

Organização: Biblioteca Terra Livre e Ativismo ABC

 

   
   

 

 

       

www.ccssp.org

ccssp@ccssp.org

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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Cinema e Anarquia -sábado, 29/10/11, 16h - no CCS

 

Logo204

 

 

CENTRO DE CULTURA SOCIAL

convida

 


Cinema e Anarquia

"Sedução", de Fernando Trueba, 1992, 99 min (Espanha / Portugal / França)

29/10/11 - sábado - 16:00h

 

Realização:

Centro de Cultura Social de São Paulo

Rua Gal. Jardim n.º 253 – sala 22 (metrô república)

 

www.ccssp.org

ccssp@ccssp.org

 

.

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domingo, 16 de outubro de 2011

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

"Foucault, subjetividade e confissão", com Bruno Andreotti

                                                        (se a imagem não abrir, clique aqui)

Cartaz-evento2

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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Universidade federal é cara e não tem tanta qualidade

Professores e instituição deveriam ser avaliados e ter metas para cumprir

Pedro Carrilho - 01.jul.11/Folhapress
Schwartzman defende que docente não seja concursado 


NADA SABEMOS SOBRE AS MISSÕES DAS NOVAS UNIVERSIDADES NEM SOBRE O QUE SERÁ FEITO PARA QUE OS NOVOS PROFESSORES TENHAM QUALIFICAÇÕES E DESEMPENHO NECESSÁRIOS

SIMON SCHWARTZMAN 
ESPECIAL PARA A FOLHA

O Brasil tem poucos estudantes de nível superior para o seu tamanho, 78% das matrículas são em instituições privadas e a maior parte das universidades públicas está nas capitais.
Então, o governo dá dinheiro para as universidades públicas contratarem mais professores e abrirem mais vagas e anuncia a criação de novas universidades no interior de Estados como Bahia e Pernambuco. O que pode haver de errado nisso?
Muita coisa, a começar pelo fato de que as universidades federais são muito caras e, com as exceções de sempre, não têm nem de longe a qualidade e a relevância que seria de se esperar.
Uma razão é que seus professores são contratados como funcionários públicos, nunca podem ser despedidos e recebem sempre a mesma coisa, pelo princípio da isonomia, como se dividissem seu tempo entre ensino e pesquisa -embora só uma pequena parte deles realmente faz trabalhos de pesquisa de alguma relevância.
A segunda razão é que as universidades federais são governadas por seus professores, funcionários e estudantes, que cuidam de seus interesses e não precisam estar atentos nem responder a metas, demandas e necessidades da região em que estão, nem em relação aos cursos que oferecem, nem em relação aos trabalhos de pesquisa e extensão que realizam na instituição.

OUTROS PAÍSES
Não é assim que as universidades públicas são formadas e funcionam nos países que levam a educação superior a sério. Nesses países, cada vez mais, as universidades têm missões claras a cumprir, seus dirigentes respondem a conselhos externos com a presença ativa de representantes do setor público e da sociedade, que zelam para que elas cumpram seus objetivos. Os professores também não são funcionários públicos, mas contratados de forma a impedir que se perpetuem nos cargos se não tiverem o desempenho esperado.

NOVAS INSTITUIÇÕES
Nada sabemos sobre as missões dessas novas universidades e cursos que estão sendo criados, sobre o que será feito para que os professores que estão sendo contratados tenham as qualificações e o desempenho necessários, nem que existam mecanismos para avaliar e corrigir os rumos das instituições que não funcionem. 
Tudo indica que continuaremos tendo mais do mesmo, ou pior.

SIMON SCHWARTZMAN é pesquisador do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade e foi presidente do IBGE.

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sexta-feira, 7 de outubro de 2011

“Foucault, subjetividade e confissão”, com Bruno Andreotti « Catraca Livre

22/10: "Foucault, subjetividade e confissão", com Bruno Andreotti
(professor de História e Mestre em Ciência Política pela PUC-SP).
Lançamento do livro "Do governo dos vivos. Curso no Collège de France,
1979-1980 (excertos)", 2ª edição ampliada com duas aulas proferidas no
Dartmouth College, 188p.
"Qual é o núcleo duro do curso aqui transcrito e comentado? Qual foi o fio que conduziu Foucault ao longo das suas aulas? A resposta não é difícil: foi a história genealógica e a problematização da obediência, da conformação ao governamento (como condução das condutas), na nossa tradição ocidental.

Tenho certeza de que esta edição do curso Do governo dos vivos virá preencher brilhantemente uma lacuna na bibliografia foucaultiana em língua portuguesa. Faço votos de que todos aqueles que se interessam pelos estudos foucaultianos encontrem, neste livro, novos elementos para problematizarem o presente e, por aí, se sintam desafiados e encorajados a pensarem de outros modos."

Alfredo Veiga-Neto (da Apresentação à 2ª edição).
“Foucault, subjetividade e confissão”, com Bruno Andreotti « Catraca Livre:

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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Cinema & Humanidades

Cartaz - Cinema & Humanidades.pdf Download this file

CURSO DE EXTENSÃO

 

V Ciclo Temático de Cinema: Ciências Sociais em tela

 

Dentro das atividades do projeto de extensão "Cinema & Humanidades", desenvolvido junto ao Departamento de Ciências Sociais da UFPB, com apoio da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários (PRAC-UFPB), divulgamos a realização do V Ciclo Temático de Cinema: Ciências Sociais em tela.

 

Proposta: Neste curso de extensão, pretendemos dar continuidade ao debate das edições anteriores, com a dinâmica básica de exibição de uma lista de seis filmes, sempre sucedidos por palestras de professores de Ciências Sociais. A partir de aspectos tratados pelas películas exibidas, os palestrantes abordarão temáticas pertinentes à Antropologia, à Ciência Política e à Sociologia. Além das palestras, em cada encontro haverá um período para o debate com o público. O objetivo deste ciclo é desenvolver um espaço para uma reflexão acerca de temas relevantes às Ciências Humanas, particularmente às Ciências Sociais, tendo como base suas representações nos filmes selecionados.

 

PROGRAMAÇÃO:

 

10/10 (segunda-feira)

Filme: “Manderlay” (Lars Von Trier, 2005)

Palestrante: Prof. Gilvanildo Avelino

 

17/10 (segunda-feira)

Filme: “Um lugar chamado Brick Lane” (Sarah Gavron, 2007)

Palestrante: Profª Luciana Chianca

 

24/10 (segunda-feira)

Filme: “Chove sobre Santiago” (Helvio Soto, 1976)

Palestrante: Prof. Rodrigo Freire

 

27/10 (quinta-feira)

Filme: “Onde sonham as formigas verdes” (Werner Herzog, 1984)

Palestrante: Prof. Vancarder Sousa

 

31/10 (segunda-feira)

Filme: “Amnésia” (Christopher Nolan, 2000)

Palestrante: Prof. Aécio Amaral

 

03/11 (quinta-feira)

Filme: “Coisas belas e sujas” (Stephen Frears, 2002)

Palestrante: Profª Ednalva Neves

 

LOCAL: Auditório 412 do CCHLA/UFPB

 

HORÁRIO: 14:00

 

A participação neste curso é gratuita e aberta ao público, sendo conferido certificado de extensão de 18hs àqueles que cumprirem o mínimo de 75% de frequência aos encontros. As inscrições encontram-se abertas e podem ser realizadas via e-mail (cinemaehumanidades@yahoo.com.br) ou no local durante o evento.

 

Atenciosamente,

 

Samir Perrone de Miranda

Coordenador do Projeto


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terça-feira, 4 de outubro de 2011

Seminário A Era do Panóptico

UNEB (PPGEduC), Salvador - Bahia

Dia 14 de Outubro (Sexta-Feira).

14:00 horas – Abertura – Eduardo Nunes (PPGEduC).
14:30 horas – André Lemos – Mídia Locativa e Vigilância. Sujeito Inseguro, Bolhas Digitais, Paredes Virtuais e Territórios Informacionais.
15:30 horas – Ana Godoy e Nildo Avelino – Educação, Meio Ambiente e Cultura: Alquimias do Conhecimento na Sociedade de Controle.
16:30 horas – Debate.
17:00 horas – Lançamento da 2ª Edição do Livro “Do governo dos vivos” de Michel Foucault, Organizado por Nildo Avelino.

Dia 15 de Outubro (Sábado).

09:00 horas – Abertura.
09:30 horas – Carlos Baqueiro – O Blog A Era do Panóptico: Pesquisa e Resistência à Sociedade de Controle.
10:30 horas – Ricardo Liper – A Sociedade Orwelliana em 1984.
11:30 horas – Debate.
12:00 horas – Encerramento do Seminário.

Ver:

Comunicação...

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sábado, 24 de setembro de 2011

Pethistoriaufcg's Blog

Michel de Certeau na UFCG, ministrado por Durval Muniz. Sábado e domingo o dia inteiro e segunda pela manhã. exibiremos a partir de amanhã a tarde no seguinte endereço:
Pethistoriaufcg's Blog:

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quarta-feira, 21 de setembro de 2011

divulgação: inimigos do rei: eu democratizo...

http://osinimigosdorei3.blogspot.com/2011/09/eu-democratizo-tu-democratizas-eles.html#comments

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Eu Democratizo, Tu Democratizas, Eles Manipulam...

_____________________________


Carlos Baqueiro

Hoje me fizeram um convite, via Facebook, para participar de um evento contra a Privatização do Elevador Lacerda. Vai ser dia 30 de Setembro, numa Sexta-Feira.

Ação louvável? No nível que estamos de ações talvez até seja. Mesmo sabendo que pode estar por trás algum, ou vários partidos que estão loucos prá vagar a cadeira da Prefeitura, após um inédito Impeachment de João Henrique. Mas além desse pormenor ainda existe outro. Prá que me dirigir ao centro de Salvador prá me manifestar contra o governo municipal, ou qualquer outro governo? A gente não conseguiria reunir um tanto de gente no bairro da gente, ou no trabalho, ou na escola e fazer, por exemplo, uma vigília de 24 horas contra as atitudes, ou falta delas, da Prefeitura?

Acho que todo mundo sabe mais ou menos a resposta, né? A apatia parece ter tomado conta da sociedade. As pessoas parecem só se reunir nos largos e ruas de seus bairros quando passa alguma novena religiosa, ou quando aparece algum Parque de Diversões, com direito a Roda Gigante e o escambau. Ou então quando é São João, e o forró pega fogo, ou no Carnaval e festas de largo com direito a Trio Elétrico. Nunca mais ouvi falar de Associações de Bairros. De Roma a Valéria. Da Fazenda Grande a Pituba... o que existem hoje são arremedos de Associações que vivem das benesses de governos de direita ou de esquerda, tentando comprá-las, no que esse vocábulo pode ter de mais calhorda.

Fico aqui lembrando de uma camisa do PT que comprei da turma que estava construindo aquele partido na Massaranduba, bairro periférico daqui de Salvador. Isso foi em 1981 ou 1982. Na frente da camisa se via um desenho do PT sendo construído pela população, gente comum, levantando as letras com tijolos. Nada mais romântico prá quem viu aquele partido crescer, não? Naquele tempo a turma que construía tanto o PT quanto a CUT tinha uma visão socialista e humanitária da sociedade. Ouso dizer que muita gente lá dentro acreditava que o mundo poderia mudar e o capitalismo ceder ao poder da população, numa gestão verdadeiramente popular. Um Governo do Povo, para o Povo e pelo Povo.

Nada disso aconteceu. Como era previsível os “trabalhadores” tomaram o poder e se transformaram em “tecnocratas”. E em nome do Povo, esses burocratas técnicos agem fazendo todo tipo de artimanhas para se manter no poder. Uma esmola ali, outra aqui. Uma granazinha prá alguns intelectuais poderem manifestar o quanto o país está no caminho certo. E uma granazona prá grande mídia fazer a mesma coisa.

Quando olhamos, por exemplo, para os Sindicatos de hoje, infestados de burocratas (sejam da esquerda ou da direita), podemos perceber o quanto aquele sonho impresso na camisa dos anos 80 está longe. Não se ouve mais falar de Comissões de Base, não se ouve mais falar de fim do imposto sindical, nem se ouve falar do fim dos Sindicatos Únicos, herança do fascismo italiano dos anos 20 do século passado.

Então prá que nos reunirmos na Pç. Municipal dia 30, se nem ao menos conseguimos nos reunir prá discutir política na nossa rua, nem na nossa sala de aula, nem no escritório, nem no condomínio?

Qual realmente a função de uma reunião a qual não terei direito a voz, nem poderei discordar daqueles que estarão com algum sistema de som, preparados para manipular a massa que ali estará?

Por que não tiramos a manhã do dia de amanhã para anotarmos as necessidades, por exemplo, de nossa rua, e conversarmos com nosso vizinho, na outra manhã?

E, a partir daquele encontro, juntar mais um, mais dois ou três vizinhos, discutindo uma pauta comum e colocando em ação nossos cérebros utilizados tão superficialmente nesses tempos de Internet.

Um bom começo, ou seria utopia, como diriam nossos amáveis “amigos” do PCdoB, nos utópicos anos 80?

Postado por Carlos Baqueiro 

 
eu me revolto,logo existo 
          visite-nos:            

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Foucault, sexualidade e política

com os professores:
Adriano de León Nildo Avelino (DCS-UFPB)
Lançamento do Livro :
Do governo dos vivos, Michel Foucault, 2011, 188p.
(2ª edição com duas aulas inéditas no Dartmouth College

Realização:
Grupo de Estudos Anarquistas - GEPAn
Departamento de Ciências Sociais - DCS
Universidade Federal da Paraíba - UFPB

"Tenho certeza de que esta edição do curso Do governo dos vivos virá preencher brilhantemente uma lacuna na bibliografia foucaultiana em língua portuguesa. Faço votos de que todos aqueles que se interessam pelos estudos foucaultianos encontrem, neste livro, novos elementos para problematizarem o presente e, por aí, se sintam desafiados e encorajados a pensarem de outros modos."

Alfredo Veiga-Neto (da Apresentação à 2ª edição).

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sábado, 17 de setembro de 2011

Programação do Seminário A ERA DO PANÓPTICO | A ERA DO PANÓPTICO

Lançamento da 2ª Edição do Livro “Do governo dos vivos” de Michel Foucault, Organizado por Nildo Avelino.
Programação do Seminário A ERA DO PANÓPTICO | A ERA DO PANÓPTICO:

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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

divulgando: os inimigos do rei: o que é qualidade de vida

http://osinimigosdorei3.blogspot.com/2011/09/o-que-e-qualidade-de-vida.html#comments


O que é qualidade de vida

Salvador - Brasil

Holanda
Ricardo Líper

Eu sei que a cretinice existe e muito entre defensores, mamadores ou não, de uma teoria, governo, posição social. Eles se dividem em dois tipos de cretino: o idiota que acredita no que diz mesmo as evidências serem o oposto e o que está mamando na teta das injustiças e aí tenta confundir os outros. Eu já passei da idade de ser ingênuo e deixar os outros me tirarem por otário ou menino. Dai vou ser didático, não para polemizar com equivocados ou cretinos, mas para deixar claro para as pessoas lúcidas e sensatas um critério de avaliação da vida em sua volta e de outras sociedades.

Qualidade de vida depende de:

1 - Democracia plena. Nenhuma instância da sociedade ter o poder de proibir o que quer que seja de ser dito, mostrado ou discutido. Apenas deve ser avisado o conteúdo para a pessoa escolher se quer ver e ouvir  a livre expressão do outro.
2 - Todos os cidadãos terem acesso, sem empecilhos, sejam quais forem, ao atendimento médico, escolar, alimentar e moradia a preço, ia dizer de banana, mas o preço da banana seria muito, a 1 por cento do salário em se tratando de moradia.
3 -  Taxa mínima de corrupção. 
4 -  Taxa mínima de assaltos, violência urbana etc.

Esse é o índice que codifico para indicar qualidade de vida e fazer a lista dos países que possuem qualidade de vida ou não. Utopia? Para nós que vivemos na merda. 

Holanda, Suécia, Dinamarca e outros países semelhantes chegam perto desse patamar. E por que o outros países não chegaram? A única razão é porque tiveram governos irresponsáveis e corruptos. Torceu o biquinho? Acha que tem outros fatores sociológicos, antropológicos. Não tem não isso é lero de academicos querendo defender o deles. Ou, o governo não é quem decide o que fazer? Quando dá merda então a culpa é do povo, do clima, da história, do governo anterior? Sim, o povo tem culpa de carregar como mula políticos e outros chefetes nas costas. Entretanto, não devem  chiar na hora do aperto e engolir o papo de quem queira maquiar o inferno em que  uma grande parte dos países sofrem. Eu gosto daqueles que assumem: eu sou um monstro político. Sou o Drácula desse povo. Estou aqui para fuder com todo mundo. Podendo complicar, complico, podendo dificultar, dificulto, podendo impedir, impeço, só facilito para mim, minha famílias e amigos e aqueles que me oferecem vantagens. Os outros que se arrombem. Sei labiar esses botocudos. O fingido, o ingênuo, o psicopata são os piores. 

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Exibição do vídeo "Germinal", 17/09/11, 16h

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Centro de Cultura Social

convida

 

Cinema e Anarquia:


Exibição do vídeo "Germinal" , de Claude Berri , 1993, 170 min (Bélgica, Itália, França)

 

17 de setembro de 2011,

sábado às 16:00h
 

 

Rua Gal. Jardim n.º 253 – sala 22 (metrô república)

www.ccssp.org

ccssp@ccssp.org

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terça-feira, 13 de setembro de 2011

Alfredo Veiga-Neto (da Apresentação à 2ª edição).

Tenho certeza de que esta edição do curso Do governo dos vivos virá preencher brilhantemente uma lacuna na bibliografia foucaultiana em língua portuguesa. Faço votos de que todos aqueles que se interessam pelos estudos foucaultianos encontrem, neste livro, novos elementos para problematizarem o presente e, por aí, se sintam desafiados e encorajados a pensarem de outros modos.Livraria Cultura

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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

eu na olido!

Cibele Troyano canta Miriam Batucada

 

A cantora apresenta um repertório formado por canções compostas e/ou interpretadas por Miriam Batucada.

 

De um lado, sambas carregados de humor, que falam sobre a Mooca, a noite paulistana, o Bixiga. De outro, líricas canções de amor.

 

Músicos: Jorge Cebion, Molina, Julio César Maluf e Francisco Tavares.


Dia 16 de Setembro (sexta) às 17h (na galeria Olido)

Ingressos: Grátis

 

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Seminário, A ERA DO PANÓPTICO & A Sociedade de Controle

14 e 15 de Outubro de 2011
Auditório do PPGEduC
UNEB - Cabula
Salvador - Bahia

Programação
Dia 14 (Sexta-Feira).
14:00 horas - Abertura - Eduardo Nunes (PPGEduC). 
14:30 horas - André Lemos - Mídia Locativa e Vigilância. 
Sujeito Inseguro, Bolhas Digitais, Paredes Virtuais e 
Territórios Informacionais.
15:30 horas - Ana Godoy e Nildo Avelino - Educação, 
Meio Ambiente e Cultura: Alquimias do Conhecimento na 
Sociedade de Controle.
16:30 horas - Debate.
17:00 horas - Lançamento da 2ª Edição do Livro “Do 
governo dos vivos” de Michel Foucault, Organizado por 
Nildo Avelino.
Dia 15 (Sábado).
09:00 horas - Abertura.
09:30 horas - Carlos Baqueiro - O Blog A Era do 
Panóptico: Pesquisa e Resistência à Sociedade de 
Controle.
10:30 horas - Ricardo Liper - A Sociedade Orwelliana em
1984.
11:30 horas - Debate.
12:00 horas - Encerramento do Seminário

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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Dicas Catraca Livre - 8 a 14 de setembro


Confira Tiê e Curumin no Sesc Osasco

Festival Infantil com mais de 100 filmes

O melhor de Lenine no HSBC Brasil

Site promove a solidariedade em SP

Peça “O Bosque” chega ao palco do CCBB

Matilha Cultural promove 3º Setembro Verde

TV Catraca

Intervenções de grafiteiro em volta do Masp

Casa abandonada é transformada em galeria

Vamos para o Happy Hour Catraca Livre

©2011 Catraca Livre | Rua Gonçalo Afonso 55 | Brazil

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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Foucault, sexualidade e política

lançamento da 2ª edição "Do Governos dos Vivos"

 

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Do governo dos vivos.

Curso no Collège de France,

1979-1980 (excertos)


2ª edição revista e ampliada.
São Paulo: CCS; Rio de Janeiro: Achiamé,

2011, 188p.

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Qual é o núcleo duro do curso aqui transcrito e comentado? Qual foi o fio que conduziu Foucault ao longo das suas aulas? A resposta não é difícil: foi a história genealógica e a problematização da obediência, da conformação ao governamento (como condução das condutas), na nossa tradição ocidental.
Enfim, tenho certeza de que esta edição do curso Do governo dos vivos virá preencher brilhantemente uma lacuna na bibliografia foucaultiana em língua portuguesa. Faço votos de que todos aqueles que se interessam pelos estudos foucaultianos encontrem, neste livro, novos elementos para problematizarem o presente e, por aí, se sintam desafiados e encorajados a pensarem de outros modos.
 


Alfredo Veiga-Neto (da Apresentação à 2ª edição).

 

para aquisições clique aqui ou envie uma mensagem:

ccssp@ccssp.org

www.ccssp.org

 

 

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sábado, 3 de setembro de 2011

Ediçoes do CCS


2ª edição revista e ampliada: "Do governo dos vivos", de   Michel Foucault (188 páginas, 2011).

Qual é o núcleo duro do curso aqui transcrito e comentado? Qual foi o fio que conduziu Foucault ao longo das suas aulas? A resposta não é difícil: foi a história genealógica e a problematização da obediência, da conformação ao governamento (como condução das condutas), na nossa tradição ocidental.

Tenho certeza de que esta edição do curso Do governo dos vivos virá preencher brilhantemente uma lacuna na bibliografia foucaultiana em língua portuguesa. Faço votos de que todos aqueles que se interessam pelos estudos foucaultianos encontrem, neste livro, novos elementos para problematizarem o presente e, por aí, se sintam desafiados e encorajados a pensarem de outros modos.

Alfredo Veiga-Neto (da Apresentação à 2ª edição).

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aos conservadores e moralistas de plantão: quem causa mais danos ao Brasil...sera realmente os pobres e seus filhos!

Policial civil que ganha R$ 3.500 é dono de apartamento de R$ 2 mi

Despesa mensal só com o condomínio de edifício em área nobre de São Paulo é de R$ 2.500 

Agente é investigado pela Corregedoria por evolução patrimonial incompatível com o salário que recebe 

ANDRÉ CARAMANTE
DE SÃO PAULO

A Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo investiga a evolução patrimonial do agente Ismar José da Cruz, especialista em se infiltrar em quadrilhas de tráfico internacional de drogas e tido como um expert do departamento de narcóticos do Estado.
A vida confortável que levava num apartamento de 280 m², em Perdizes, na zona oeste paulista, chamou a atenção dos corregedores.
O imóvel, comprado há cerca de três anos e registrado em nome de um parente do policial, é avaliado em cerca de R$ 2 milhões. Só de condomínio, o gasto mensal no edifício é de R$ 2.500. O salário de Cruz é de R$ 3.500.
A investigação em curso ainda não encontrou justificativas, como o recebimento de herança, por exemplo, para seu padrão de vida. Hoje, o apartamento está à venda.
Os responsáveis pelo inquérito nº 691/09, que apura o caso, tentam descobrir se há outros bens de Cruz registrados em nome de terceiros.
A Corregedoria investiga, por exemplo, se o policial também é proprietário de um sítio de 6.000 m², cujo valor de mercado pode chegar a R$ 1 milhão, em Mairinque , município a 71 km de São Paulo.
O sítio está em nome de Ronaldo Tovani, ex-juiz e advogado. Atualmente, ele trabalha para integrantes da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar paulista.
Os investigadores do caso já têm em mãos um contrato de gaveta no qual Cruz aparece como o verdadeiro dono do sítio de Mairinque.
Tovani afirma ser proprietário apenas do terreno e não das edificações do sítio. O ex-juiz afirma que recebeu o terreno de Cruz como um pagamento de uma dívida que o policial tinha com ele. A edificação ainda é de Cruz, segundo o ex-juiz.
Outro indício de patrimônio incompatível levantado pela Corregedoria é o fato de, num assalto à casa do policial em 2004, os ladrões terem levado R$ 300 mil. Cruz guardava o dinheiro em casa. O fato foi registrado no boletim de ocorrência 1299/04, do 13º DP, da Casa Verde.
O policial também é investigado num caso de 2009 em que ajudou a apreender 269,5 kg de cocaína. O Instituto de Criminalística constatou, porém, que só 4% do pó branco era droga de fato. Há suspeita de que o restante tenha sido desviado antes da perícia.
Em fevereiro, ele foi absolvido de outro caso, em que era acusado de trocar 327,5 kg de cocaína apreendida por droga com qualidade inferior.

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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

2ª edição revista e ampliada: "Do governo dos vivos", de Michel Foucault (188 páginas, 2011).

Qual é o núcleo duro do curso aqui transcrito e comentado? Qual foi o fio que conduziu Foucault ao longo das suas aulas? A resposta não é difícil: foi a história genealógica e a problematização da obediência, da conformação ao governamento (como condução das condutas), na nossa tradição ocidental.

Tenho certeza de que esta edição do curso Do governo dos vivos virá preencher brilhantemente uma lacuna na bibliografia foucaultiana em língua portuguesa. Faço votos de que todos aqueles que se interessam pelos estudos foucaultianos encontrem, neste livro, novos elementos para problematizarem o presente e, por aí, se sintam desafiados e encorajados a pensarem de outros modos.

Alfredo Veiga-Neto (da Apresentação à 2ª edição).

CENTRO DE CULTURA SOCIAL

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2ª edição revista e ampliada: "Do governo dos vivos", de Michel Foucault (188 páginas, 2011).

Qual é o núcleo duro do curso aqui transcrito e comentado? Qual foi o fio que conduziu Foucault ao longo das suas aulas? A resposta não é difícil: foi a história genealógica e a problematização da obediência, da conformação ao governamento (como condução das condutas), na nossa tradição ocidental.

Tenho certeza de que esta edição do curso Do governo dos vivos virá preencher brilhantemente uma lacuna na bibliografia foucaultiana em língua portuguesa. Faço votos de que todos aqueles que se interessam pelos estudos foucaultianos encontrem, neste livro, novos elementos para problematizarem o presente e, por aí, se sintam desafiados e encorajados a pensarem de outros modos.

Alfredo Veiga-Neto (da Apresentação à 2ª edição).

CENTRO DE CULTURA SOCIAL

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Arquitetos são alvo de agressão na Paulista

Com pedra e lâmpada fluorescente e gritando "sai veado", grupo ataca dupla na entrada do metrô Consolação

As vítimas, que não são homossexuais e se conhecem desde a faculdade, revidaram ataques dos jovens

CRISTINA MORENO DE CASTRO
DE SÃO PAULO

Dois amigos foram atacados por um grupo de sete jovens na entrada do metrô Consolação, na avenida Paulista (região central), na madrugada de sábado.
Os arquitetos Bruno Chiarioni Thomé, 33, e Rafael de Medeiros Ramos, 30, amigos desde a faculdade, voltavam de um bar na rua Augusta, às 5h, e iam pegar o metrô.
Quando estavam na esquina da Paulista, um copo de vidro foi lançado contra eles, sem os atingir. Logo depois, uma pedra do mosaico português da calçada acertou a cabeça de Bruno, a 5 cm da orelha esquerda, e depois bateu de raspão em Rafael.
Bruno se aproximou de um grupo de rapazes, todos aparentando ter cerca de 20 anos e bem vestidos, para perguntar se sabiam o que estava acontecendo.
"Eles já começaram a me xingar. Gritaram 'sai daqui, veado' e pegaram uma lâmpada que estava no chão para me bater", diz Bruno.
Os dois não são homossexuais. "Viram dois homens caminhando e deduziram."
Os jovens não pareciam pertencer a grupos de punks ou skinheads. "Pareciam adolescentes, com boné, tênis Nike, jeans, moletom largo", diz Rafael.
Caminhando um pouco atrás de Bruno, ao se aproximar, Rafael foi cercado por outros rapazes, que também começaram a bater nele.
Os dois revidaram e Bruno chegou a tomar a lâmpada fluorescente da mão de um agressor e bater nele com ela. Testemunhas gritavam do outro lado da rua.
Pouco depois, quando viram que os seguranças do metrô subiam as escadas da estação, os agressores fugiram. Apenas um foi reconhecido a tempo por Rafael. "Gritei: 'Pega ele!'. É o que tenho mais certeza de que estava no grupo, porque, quando eu caía no chão, ele sempre vinha dar um soco."
O rapaz, que tem 19 anos, foi levado ao 8º DP, no Belém (zona leste), com Rafael e os funcionários do Metrô, para fazer o registro do boletim de ocorrência. Na delegacia, ele disse que estava só passando pela rua e que tinha sido agredido por Rafael. A Folha tentou contato com ele, mas uma mensagem dizia que seu telefone estava "temporariamente fora de serviço".
Bruno levou sete pontos na cabeça, por causa da pedrada, e quebrou o dedo indicador da mão direita.
A investigação policial deve ser aberta hoje.

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