quinta-feira, 22 de abril de 2010

MAIO TEMPO TRÁGICO

CENTRO DE CULTURA SOCIAL


Palestra


PRECONCEITO E POLÍTICA NA CONSTRUÇÃO DA MEMÓRIA DO 13 DE MAIO

15/05  - 15:00hs

Profa. Dra. Anna Gicelle Garcia Alaniz - Pesquisadora colaboradora do Centro de Memória Unicamp. 

Apresentação. 

     Em maio de 1988 ocorreram no Brasil diversos congressos e colóquios visando um balanço historiográfico sobre os temas ligados ao estudo da escravidão, da transição para o trabalho livre, do preconceito e da memória sobre a resistência escrava. Era o momento florescente de uma nova matriz historiográfica, derivada dos estudos de Edward P. Thompson, representada pelos historiadores oriundos da Universidade Estadual de Campinas e pelos historiadores da “brecha camponesa”, inspirados nos trabalhos de Ciro Flammarion Cardoso. Estes trabalhos redimensionaram as discussões e ofereceram um panorama totalmente novo para quem quisesse aprofundar-se nos meandros da história da escravidão nas Américas. 

     Nos anos que se seguiram, historiadores brasileiros, estadunidenses, africanos e caribenhos produziram algumas das mais importantes e instigantes obras sobre escravidão, tráfico, família escrava, abolicionismo, resistência e, também a discussão desses temas no contexto do colonialismo. No caso do Brasil, autores tradicionais como Gilberto Freyre, Caio Prado Jr., Florestan Fernandes, Fernando Henrique Cardoso e Otávio Ianni sofreram uma profunda revisão crítica e foram confrontados com novas evidências documentais. Ao final da década de 1990 já não se tratava mais de um debate, mas de toda uma renovação da perspectiva historiográfica. 

     Isto ocorreu porque, com o fim da ditadura militar, houve nas universidades brasileiras um afluxo de pesquisadores retornando da Europa e trazendo em suas bagagens as mais recentes novidades em termos de teoria e historiografia. Autores como Carlo Ginzburg, Michel Foucault, Edward P. Thompson, Eric J. Hobsbawm, Christopher Hill e Robert Darnton, antes conhecidos de uma minoria seleta, passaram a integrar as bibliografias dos cursos de graduação e nortear os debates. A aproximação metodológica entre história e antropologia produziu resultados e um novo olhar sobre a documentação primária. 

     Entretanto, esse debate vibrante e a nova produção decorrente, no que se refere à escravidão e seus temas correlatos, não conseguiu superar a barreira acadêmica e alcançar a sociedade. Duas décadas de resultados mal são perceptíveis no material didático disponível, que continua reproduzindo e ecoando Gilberto Freyre ou optando por uma atitude pretensamente crítica, mas que divulga uma nova série de preconceitos. Discutir a produção de material didático e paradidático e seu uso político por editoras e governos seria exaustivo e recorrente. 

     Por outro lado, a memória que a sociedade compartilha sobre escravidão, abolicionismo e o papel do negro em sua própria história, segue duas vertentes que se originam na política e não no conhecimento documental. Por um lado há os defensores da democracia racial que se recusam a ver e discutir os efeitos perniciosos da escravidão em nossa sociedade, ignorando o racismo e deslocando a discussão do seu eixo principal; por outro lado temos os defensores da identidade e da raça negra, que se recusam a ver qualquer outro meio de resistência que não o confronto e menosprezam o papel da população branca nos quadros abolicionistas, provocando uma ruptura social contraproducente e desnecessária. 

     Recuperar a discussão acadêmica e torná-la inteligível ao cidadão comum deveria ser a prioridade do historiador, uma vez que o conhecimento só  faz sentido se for partilhado. Abrir os arquivos e os resultados das pesquisas ao debate público pode ajudar a matizar as posições mais extremistas e permitir uma visão mais coerente do contexto histórico. Assim, os problemas sociais decorrentes do período poderão ser abordados de maneira mais inteligente, sensata e livre de controvérsias vazias.



Centro de Cultura Social

Rua Gal. Jardim nº 253 – sala 22 – Vila Buarque (metrô República)

www.ccssp.org

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MAIO TEMPO TRÁGICO

cinema & anarquia

Experiência do tempo incessantemente renovado, o cinema faz ver o imperceptível num movimento que atualiza imagens de subversão e subversões da imagem. A proposta de Cinema & Anarquia é articular a imagem-movimento do cinema com o pensamento em movimento da literatura.

    16/05, domingo as 19h:

      “Lavoura Arcaica” dir. de Luiz Fernando Carvalho (Brasil, 2001).

      LINK:

      adorocinema


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quarta-feira, 21 de abril de 2010

Maio Tempo Trágico


Oficina Libertária 2010

    Proudhon e Foucault, por uma “filosofia relacional”

    12/05, quarta-feira as 19h

    Palestra 

    PRECONCEITO E POLÍTICA NA CONSTRUÇÃO DA MEMÓRIA DO 13 DE MAIO


     15/05  - 15:00hs


    Profa. Dra. Anna Gicelle Garcia Alaniz

    Pesquisadora colaboradora do Centro de Memória Unicamp.


    (des)encontros anárquicos de literatura

    A literatura só  vale a pena como experiência que faz o pensamento pensar como atividade digestiva: modificando e afetando singularmente os corpos. Os (des)encontros anárquicos de literatura pretendem ser experiências de pensamento, alimento para aplacar a sofreguidão de palavras. Leia o livro e traga uma bebida. 

    15/05, sábado as 20h

    “Lavoura Arcaica” de Raduan Nassar.

    cinema & anarquia

    Experiência do tempo incessantemente renovado, o cinema faz ver o imperceptível num movimento que atualiza imagens de subversão e subversões da imagem. A proposta de Cinema & Anarquia é articular a imagem-movimento do cinema com o pensamento em movimento da literatura.

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(des)encontros anárquicos de literatura

A literatura só  vale a pena como experiência que faz o pensamento pensar como atividade digestiva: modificando e afetando singularmente os corpos. Os (des)encontros anárquicos de literatura pretendem ser experiências de pensamento, alimento para aplacar a sofreguidão de palavras. Leia o livro e traga uma bebida.

    15/05, sábado as 20h:

“Lavoura Arcaica” de Raduan Nassar.


LINK:
RADUAN NASSAR

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segunda-feira, 19 de abril de 2010

fotos do "Estrangeiro"

LAVOURA  ARCAICA
 Raduan Nassar
 próximo encontro em
Maio

"Novela trágica, (...) numa atmosfera bem brasileira, mas dominada por um sopro universal da tradição clássica mediterranea. Drama tenebroso, em estilo incisivo, nunca palavroso ou decorativo, da eterna luta entre a liberdade e a tradição, sob a égide do tempo. Livro impressionante, magistral."

Alceu Amoroso Lima

fotos do "Estrangeiro"

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sexta-feira, 16 de abril de 2010

BARBARA GANCIA "É o celibato, estúpido!"

Como pode o Vaticano vir falar em celibato e em "identidade sexual dos padres" ao mesmo tempo?
São Paulo, sexta-feira, 16 de abril de 2010 - Folha de S.P.
A VIDA ENSINA que, quanto mais o sujeito tem raiva de homossexuais, mais enfiado deve estar seu pé no armário. E ensina também que de oportunistas o mundo está cheio. O caso de Roy Ashburn, senador republicano pela Califórnia, é emblemático.
Passou dois mandatos combatendo os direitos dos homossexuais e, em março, acabou detido por dirigir alcoolizado ao sair de uma boate gay com um garoto de programa. No seu pedido de demissão, admitiu que ser antigay era uma boa maneira de atrair o voto do eleitor.
Outro fato conhecido é o do pastor Ted Haggard, que pregava contra a homossexualidade para o público ultraconservador do meio-oeste americano até que um profissional do sexo cansou da hipocrisia e revelou publicamente que o pastor era seu cliente havia três anos.
Esses casos de "ódio funcional" remetem ao tititi da semana. O que eu gostaria de saber é se houve algum problema recente envolvendo homossexuais e pedofilia. Os gays fizeram alguma coisa errada? Creio que não, não é mesmo?
Então por que o número dois do Vaticano, cardeal Tarcisio Bertone resolveu declarar guerra aos gays? Já não bastava a CNBB ter voltado seus canhões contra a lei que criminaliza a homofobia no país, projeto que busca apenas valorizar o homossexual como cidadão?
Pouco importa se a Santa Sé depois tenha tentado abrandar as palavras do cardeal, que é o segundo na hierarquia da igreja. O estrago contra milhões de pessoas está feito.
Na tentativa desesperada de acobertar o que não consegue mais conter (no mês passado foram 15 mil ligações a uma linha telefônica para denúncias anônimas contra padres na Alemanha), a igreja empurrou o problema para a frente e tentou criar um vínculo na mente de seus fiéis entre homossexuais e um crime asqueroso. É de uma desonestidade de ajoelhar no milho.
Eu digo que já passou da hora de acabar com esse bullying da igreja. Poderíamos começar colocando os pingos nos is. Alô, cardeal Bertone! Palavras terminadas em "ismo" são as patologias. Que eu saiba, homossexualidade deixou de ser considerada como doença pela Organização Mundial da Saúde há mais de 20 anos, então não pode ser "homossexualismo". Já celibato é a supressão da sexualidade, isso sim, uma coisa de dar medo.
Aliás, eu gostaria de entender: como é que o Vaticano fala, ao mesmo tempo, em celibato e em "identidade sexual dos padres"? Não seria misturar as duas coisas o que acabou dando nessa confusão toda em que a igreja se meteu?
Dois dos mais conceituados intelectuais ateus do nosso tempo, Richard Dawkins e Christopher Hitchens, afirmaram nesta semana que estão estudando uma maneira legal de pedir a prisão do papa Bento 16 por crimes contra a humanidade assim que ele pisar na Inglaterra, em visita oficial, em setembro.
Na visão deles, o papa teria acobertado casos de pedofilia quando cardeal, deve ser julgado como cúmplice e não tem imunidade diplomática, já que o Vaticano não é um estado representado na ONU.
Parece extremo? Bem, do ponto de vista das centenas de milhares de vítimas de estupro praticado por padres ou aos olhos dos homossexuais que, para a igreja, não passam de aberrações, nem tanto...

barbara@uol.com.br

www.barbaragancia.com.br

Twitter: @barbaragancia

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segunda-feira, 12 de abril de 2010

Michel Foucault (tradução de Nildo Avelino)

Do governo dos vivos. Curso no Collège de France, 1979-1980 (aulas de 09 e 30 de janeiro de 1980)
Michel Foucault (tradução de Nildo Avelino)

"Nenhum poder existe por si! Nenhum poder, qualquer que seja, é evidente ou inevitável! Qualquer poder, consequentemente, não merece ser aceito no jogo! Não existe legitimidade intrínseca do poder! E a partir dessa posição, a démarche consiste em perguntar-se o que é feito do sujeito e das relações de conhecimento no momento em que nenhum poder é fundado no direito nem na necessidade; no momento em que qualquer poder jamais repousa a não ser sobre a contingência e a fragilidade de uma história; no momento em que o contrato social é um blefe e a sociedade civil um conto para crianças; no momento em que não existe nenhum direito universal, imediato e evidente que possa, em todo lugar e sempre, sustentar uma relação de poder qualquer que ela seja. Vocês vêem, portanto, que entre isso que se chama, grosso modo, a anarquia, o anarquismo e o método que eu emprego é certo que existe qualquer coisa como uma relação."

Leia mais: Michel Foucault, "Do governo dos vivos".

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domingo, 11 de abril de 2010

CENTRO DE CULTURA SOCIAL

ABRIL DESPEDAÇADO

Centro de Cultura Social

um encontro com:


“Foucault e o anarquismo"
oficina
14/04, quarta-feira as 19h

Albert Camus, “O Estrangeiro”

(des)encontros anárquicos de literatura

Leia o livro e traga uma bebida.

17/04, sábado as 20h


“O estrangeiro” dir. de Luchino Visconti (Itália, 1967)

cinema & anarquia

18/04, domingo as 19h

Assista: Margareth Rago, sobre as Estéticas da Existência


Centro de Cultura Social

Rua Gal. Jardim nº 253 – sala 22 – Vila Buarque (metrô República)

www.ccssp.org

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ABRIL DESPEDAÇADO

"Hoje, minha mae morreu. Ou talvez ontem, nao sei bem. Recebi um telegrama do asilo: 'Sua mae falecida. Enterro amanha. pesames'. Isto nao quer dizer nada.
Talvez tenha sido ontem."

Centro de Cultura Social

um encontro com:


“Foucault e o anarquismo"
oficina
14/04, quarta-feira as 19h

Albert Camus, “O Estrangeiro”

(des)encontros anárquicos de literatura

Leia o livro e traga uma bebida.

17/04, sábado as 20h


“O estrangeiro” dir. de Luchino Visconti (Itália, 1967)

cinema & anarquia

18/04, domingo as 19h

Assista: Margareth Rago, sobre as Estéticas da Existência


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Rua Gal. Jardim nº 253 – sala 22 – Vila Buarque (metrô República)

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sexta-feira, 9 de abril de 2010

CESARE BATTISTI: TRÊS ANOS DE PRISÃO POLÍTICA

CENTRO DE CULTURA SOCIAL

PRECONCEITO E POLÍTICA NA CONSTRUÇÃO DA MEMÓRIA DO 13 DE MAIO


 15/05  - 15:00hs

Em maio de 1988 ocorreram no Brasil diversos congressos e colóquios visando um balanço historiográfico sobre os temas ligados ao estudo da escravidão, da transição para o trabalho livre, do preconceito e da memória sobre a resistência escrava. Era o momento florescente de uma nova matriz historiográfica, derivada dos estudos de Edward P. Thompson, representada pelos historiadores oriundos da Universidade Estadual de Campinas e pelos historiadores da “brecha camponesa”, inspirados nos trabalhos de Ciro Flammarion Cardoso. Estes trabalhos redimensionaram as discussões e ofereceram um panorama totalmente novo para quem quisesse aprofundar-se nos meandros da história da escravidão nas Américas.

 

Nos anos que se seguiram, historiadores brasileiros, estadunidenses, africanos e caribenhos produziram algumas das mais importantes e instigantes obras sobre escravidão, tráfico, família escrava, abolicionismo, resistência e, também a discussão desses temas no contexto do colonialismo. No caso do Brasil, autores tradicionais como Gilberto Freyre, Caio Prado Jr., Florestan Fernandes, Fernando Henrique Cardoso e Otávio Ianni sofreram uma profunda revisão crítica e foram confrontados com novas evidências documentais. Ao final da década de 1990 já não se tratava mais de um debate, mas de toda uma renovação da perspectiva historiográfica.

 

Isto ocorreu porque, com o fim da ditadura militar, houve nas universidades brasileiras um afluxo de pesquisadores retornando da Europa e trazendo em suas bagagens as mais recentes novidades em termos de teoria e historiografia. Autores como Carlo Ginzburg, Michel Foucault, Edward P. Thompson, Eric J. Hobsbawm, Christopher Hill e Robert Darnton, antes conhecidos de uma minoria seleta, passaram a integrar as bibliografias dos cursos de graduação e nortear os debates. A aproximação metodológica entre história e antropologia produziu resultados e um novo olhar sobre a documentação primária.

 

Entretanto, esse debate vibrante e a nova produção decorrente, no que se refere à escravidão e seus temas correlatos, não conseguiu superar a barreira acadêmica e alcançar a sociedade. Duas décadas de resultados mal são perceptíveis no material didático disponível, que continua reproduzindo e ecoando Gilberto Freyre ou optando por uma atitude pretensamente crítica, mas que divulga uma nova série de preconceitos. Discutir a produção de material didático e paradidático e seu uso político por editoras e governos seria exaustivo e recorrente.

 

Por outro lado, a memória que a sociedade compartilha sobre escravidão, abolicionismo e o papel do negro em sua própria história, segue duas vertentes que se originam na política e não no conhecimento documental. Por um lado há os defensores da democracia racial que se recusam a ver e discutir os efeitos perniciosos da escravidão em nossa sociedade, ignorando o racismo e deslocando a discussão do seu eixo principal; por outro lado temos os defensores da identidade e da raça negra, que se recusam a ver qualquer outro meio de resistência que não o confronto e menosprezam o papel da população branca nos quadros abolicionistas, provocando uma ruptura social contraproducente e desnecessária.

 

Recuperar a discussão acadêmica e torná-la inteligível ao cidadão comum deveria ser a prioridade do historiador, uma vez que o conhecimento só faz sentido se for partilhado. Abrir os arquivos e os resultados das pesquisas ao debate público pode ajudar a matizar as posições mais extremistas e permitir uma visão mais coerente do contexto histórico. Assim, os problemas sociais decorrentes do período poderão ser abordados de maneira mais inteligente, sensata e livre de controvérsias vazias.

 

Só ao Estado interessa que passemos nosso tempo cultivando culpas e rancores ao invés de nos unimos para melhorar nossas vidas.

 

Profa. Dra. Anna Gicelle Garcia Alaniz

Pesquisadora colaboradora do Centro de Memória Unicamp.

 

Data para palestra/seminário: 15/05  - 15:00hs



Centro de Cultura Social

Rua Gal. Jardim nº 253 – sala 22 – Vila Buarque (metrô República)

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ABRIL DESPEDAÇADO

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Centro de Cultura Social
um encontro com:


“Foucault e o anarquismo" 
oficina
14/04, quarta-feira as 19h

Albert Camus, “O Estrangeiro”

(des)encontros anárquicos de literatura

Leia o livro e traga uma bebida. 

17/04, sábado as 20h


“O estrangeiro” dir. de Luchino Visconti (Itália, 1967)

cinema & anarquia

18/04, domingo as 19h

Assista: Margareth Rago, sobre as Estéticas da Existência 


Centro de Cultura Social

Rua Gal. Jardim nº 253 – sala 22 – Vila Buarque (metrô República)

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quarta-feira, 7 de abril de 2010

Convite

terça-feira, 6 de abril de 2010

CINEMULHER

CONVITE EXIBIÇÃO CINEMULHER - 10/04

SALVE GERAL

Cinemulher


Relembrando: as exibições acontecem todo segundo sábado do mês na sede do Centro Cineclubista de São Paulo às 18:30 h.

Rua Augusta, 1239 - cj. 13/14. 

 







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biopolítica e segurança

Intervenções Feministas

AMIGOS...