domingo, 17 de abril de 2011
Brazilian Nuggets
Homofobia foi o tema do “Conexão Repórter” desta quarta | Eleições HojE
Revista Brasileira de Ciências Sociais - Governamentalidade e Anarqueologia em Michel Foucault
Governamentalidade e Anarqueologia em Michel Foucault
Governmentality and Anarchaeology in Michel Foucault
Gouvernementalité et Anarchéologie dans Michel Foucault
Nildo Avelino
RESUMO
Este artigo aborda as noções foucaultianas de governamentalidade e anarqueologia, enfatizando os impactos que provocaram nas reflexões do "último Foucault". Em um primeiro momento, aborda-se o deslocamento da analítica do poder de Foucault, situando sua importância nos estudos em governamentalidade e sugerindo implicações possíveis que a anarqueologia estabelece com o pensamento de Proudhon. Em seguida, discute-se a maneira pela qual a anarqueologia descreve uma genealogia das formas modernas da obediência ao problematizar a experiência da sexualidade.
Palavras-chave: Poder; Governamentalidade; Anarqueologia; Subjetividade; Verdade.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
CONEXÂO REPORTER: A PROPAGAÇÂO DO ÓDIO!
JSTrevisan
CONEXÃO REPORTER: A PROPAGAÇÂO DO ÓDIO!Programa apresentado por Roberto Cabrini, dia 13/04/2011, no SBT. http://eleicoeshoje.wordpress.com/2011/04/14/homofobia-foi-o-tema-do-conexao-reporter-desta-quarta/
16/04,sabado,16h - conversação com Aline Bagetti, no CCS
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| Centro de Cultura Social convida |
| 16 de abril de 2011, sábado às 16:00h com Aline Bagetti
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| Aline Bagetti - possui Graduação em Pedagogia, Mestrado em Educação pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Doutoranda em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Atualmente as pesquisas e as intervenções estão relacionadas aos seguintes temas: mulher e cinema, micropolítica, processos de subjetivação, filosofia da diferença e devir-mulher; como possibilidades para pensar os processos de formação de educadoras e educadores. Compartilho algumas inquietações com o auxílio bibliográfico de Maria Lacerda de Moura (1887-1945) considerando a seguinte pergunta: como a mulher torna-se o que é? Na direção dessa pergunta trago para o debate cenas do filme O Enigma de Kaspar Hauser para por em movimento essa linha de constituição dura, formada pela pedagogia calcada na lógica do capitalismo da sociedade, que formou e educou algumas mulheres para a submissão, para a escravidão ao lar e para a disponibilidade em servir o que quer que seja de forma voluntária. Depois desta questão, torna-se interessante perguntar, se essa escravidão não tomou outras formas, como no caso a escravidão pelo salário e a reivindicação de direitos a partir de uma macropolítica constituída. Para isso, desejo movimentar o pensamento a respeito do dispositivo educacional que opera na sociedade e que aloca a mulher na casa ou prestando serviços nos prostíbulos. Dois lugares dados, que abrem espaço para que apareça uma noção que pretendo colocar em funcionamento no interior deste trabalho, a noção de mulherzinha. Escravidão ao lar e a da maternidade imposta junta-se a outra escravidão, a do salário. Para Maria Lacerda de Moura a mulher, sob o ponto de vista da lógica do capitalismo, é mais uma fonte de energia a ser explorada. Em contrapartida, problematizo o que não está dado para a mulher, para afirmar uma vontade e uma busca de viver o que não está posto. Escapar das classificações, como forma de recusa a uma política do pertencimento e da caridade, na lógica das macropolíticas. Abrir passagens para viver na perspectiva de um não-compactuar com discursos moralizantes e conservadores propiciados principalmente por profissionais especializados. Inventar-se. Apresentar outras idéias e práticas de vida experienciadas por Maria Lacerda de Moura como o amor plural, a maternidade consciente, a co-educação das crianças sem ter a pretensão de doutrinar ninguém. Pensar a noção de micropolítica como um novo tipo de relação que cria ligações móveis e não-localizáveis. Ativar um devir-mulher, em processo de subjetivação que não cabe num corpo constituído, tampouco num corpo biológico feminino. |
| Realização: Centro de Cultura Social de São Paulo Rua Gal. Jardim n.º 253 – sala 22 (metrô república) |
[ccs] Nota de Falecimento !!!
Data: 14 de abril de 2011 02:07
Assunto: [ccs] Nota de Falecimento !!!
Para: ccs-lista@googlegroups.com
Guarujá, 14 de abril de 2011. Companheiros/as, Informo que na data de ontem faleceu na cidade de Santos, na Santa Casa de Santos, o companheiro Virgilio Dall'Oca. Logo mais trarei mais informações. Abraços Libertários - Marcolino Jeremias.--- Em qua, 13/4/11, Editora Opúsculo Libertário <oplibertario@yahoo.com.br> escreveu:
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terça-feira, 12 de abril de 2011
centro de cultura social
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Nota em repúdio à manifestação em apoio ao Deputado Federal Jair Bolsonaro
Data: 11 de abril de 2011 11:05
Assunto: Enc: Nota em repúdio à manifestação em apoio ao Deputado Federal Jair Bolsonaro
Para: Marina <ser_y_sentir@yahoo.com.br>
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16/04, sábado , no CCS - conversação com Aline Bagetti
| Centro de Cultura Social convida |
| 16 de abril de 2011, sábado às 16:00h com Aline Bagetti
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| Aline Bagetti - possui Graduação em Pedagogia, Mestrado em Educação pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Doutoranda em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Atualmente as pesquisas e as intervenções estão relacionadas aos seguintes temas: mulher e cinema, micropolítica, processos de subjetivação, filosofia da diferença e devir-mulher; como possibilidades para pensar os processos de formação de educadoras e educadores. Compartilho algumas inquietações com o auxílio bibliográfico de Maria Lacerda de Moura (1887-1945) considerando a seguinte pergunta: como a mulher torna-se o que é? Na direção dessa pergunta trago para o debate cenas do filme O Enigma de Kaspar Hauser para por em movimento essa linha de constituição dura, formada pela pedagogia calcada na lógica do capitalismo da sociedade, que formou e educou algumas mulheres para a submissão, para a escravidão ao lar e para a disponibilidade em servir o que quer que seja de forma voluntária. Depois desta questão, torna-se interessante perguntar, se essa escravidão não tomou outras formas, como no caso a escravidão pelo salário e a reivindicação de direitos a partir de uma macropolítica constituída. Para isso, desejo movimentar o pensamento a respeito do dispositivo educacional que opera na sociedade e que aloca a mulher na casa ou prestando serviços nos prostíbulos. Dois lugares dados, que abrem espaço para que apareça uma noção que pretendo colocar em funcionamento no interior deste trabalho, a noção de mulherzinha. Escravidão ao lar e a da maternidade imposta junta-se a outra escravidão, a do salário. Para Maria Lacerda de Moura a mulher, sob o ponto de vista da lógica do capitalismo, é mais uma fonte de energia a ser explorada. Em contrapartida, problematizo o que não está dado para a mulher, para afirmar uma vontade e uma busca de viver o que não está posto. Escapar das classificações, como forma de recusa a uma política do pertencimento e da caridade, na lógica das macropolíticas. Abrir passagens para viver na perspectiva de um não-compactuar com discursos moralizantes e conservadores propiciados principalmente por profissionais especializados. Inventar-se. Apresentar outras idéias e práticas de vida experienciadas por Maria Lacerda de Moura como o amor plural, a maternidade consciente, a co-educação das crianças sem ter a pretensão de doutrinar ninguém. Pensar a noção de micropolítica como um novo tipo de relação que cria ligações móveis e não-localizáveis. Ativar um devir-mulher, em processo de subjetivação que não cabe num corpo constituído, tampouco num corpo biológico feminino. |
| Realização: Centro de Cultura Social de São Paulo Rua Gal. Jardim n.º 253 – sala 22 (metrô república) |
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Disque: Sigilo Absoluto
Mulher que narrou assassinato critica PM Testemunha diz que divulgação de gravação, com sua voz original, da ligação que fez ao 190 a põe em riscoEla relatou homicídio atribuído a dois PMs; "Corregedoria prometeu me preservar e eu acreditei", afirma agora DO "AGORA"
DE SÃO PAULOA mulher que ligou para a polícia para denunciar, em tempo real, um assassinato praticado por dois PMs em um cemitério de Ferraz de Vasconcelos (Grande São Paulo) diz sentir-se traída pela Polícia Militar paulista.
Para ela, os detalhes revelados pela corporação, como a divulgação do telefonema que fez ao 190 com sua voz original, podem levar à sua identificação. "Nem para misturar a voz!", reclamou.
"A Corregedoria prometeu me preservar e eu acreditei", disse ela à reportagem ontem, por telefone.
Na ligação ao 190, ela dizia ter presenciado o assassinato de um rapaz, identificado depois como Dileone Lacerda Aquino, 27, suspeito de ter roubado uma van em 12 de março. Agora, não quer mais falar sobre o assunto. "NADA A ACRESCENTAR"
"Eu não vou ser leviana de colocar em risco pessoas que não têm nada a ver [com o caso]. Eu não tenho mais nada a acrescentar. A fita já é suficiente", afirmou a mulher.
E continuou: "Eu não acredito mais. Uma coisa que aconteceu em março. Falaram que iriam me preservar. A prova de que isso não é verdade é que eu estou falando com você neste momento".
"O que a gente [referindo-se também à família] quer é que o processo corra. Se eu fiz alguma coisa, é o que era para ser feito. Agora eu não vou falar mais nada."
Essa mulher, cuja coragem foi elogiada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), é a principal testemunha do caso, mas ainda não foi ouvida pelo Ministério Público Estadual. Os acusados são os soldados Ailton Vital da Silva, 37, e Filipi Daniel da Silva, 28, do 29º Batalhão da PM.
Por intermédio de seu advogado, eles negam o crime. Dizem que socorreram e levaram a vítima ao hospital, sem passar pelo cemitério. Os policiais estão presos no presídio da PM.
A denúncia contra os dois foi oferecida em 21 de março pela promotora Fernanda Bergamaschi Moretti, que requisitou, entre outras medidas, diligências para identificar e ouvir a mulher. OUTRO LADO
Procurado ontem, o comando da PM não comentou o vazamento do áudio da ligação feita para o Copom (Centro de Operações da Polícia Militar), por meio do 190, nem explicou por que distribuiu gravações com a voz original da testemunha.
A corporação também não informou se foi aberto procedimento para apurar o autor da divulgação do áudio.(JOSMAR JOZINO e ROGÉRIO PAGNAN)
quinta-feira, 7 de abril de 2011
ALERTA ANTI-FASCISTA! CONVOCATÓRIA
A sociedade civil, representada por movimentos sociais e associações civis que lutam pela valorização dos Direitos Humanos e o respeito à Diversidade, baseados no apoio mútuo e na solidariedade, convocam os grupos Autônomos, organizações afirmativas dos assuntos da comunidade LGBTs, grupos de discussão de gênero, Movimento Negro, coletivos AnarcoPunks, organizações de trabalhadores e toda a população para:
Ato contra o levante direitista de grupos fascistas paramilitares que reivindicam apoio ao Deputado Racista, Homofóbico e Militarista Jair Bolsonaro.
Grupos intolerantes de extrema-direita, organizados em núcleos paramilitares que reivindicam para si os ideais fascistas/integralistas estão organizando uma manifestação em apoio ao Deputado Federal pelo Estado do Rio de Janeiro Jair Bolsonaro. O deputado foi rechaçado pela sociedade e pela mídia após suas inúmeras declarações de cunho racista e homofóbico incitando atos de violência e preconceito na sociedade brasileira. Essas declarações não podem ser toleradas, muito menos um ato em apoio aos absurdos expressados por um Militar que se tornou político, defendendo entre outras coisas, a ditadura militar assassina vivida pelo país entre 64 e 85, e a produção de uma bomba atômica no Brasil. Esse arauto da violência e seus soldados precisam receber uma resposta da sociedade! Não podemos aceitar este tipo de comportamento e de conduta em um país caracterizado pela miscigenação e pela diversidade, e em nenhum outro lugar do planeta!
NÃO A INTOLERÂNCIA E AO CRESCIMENTO DO NAZI-FASCISMO!!!
09 ABRIL 2011 Ato contra as organização homofóbicas e racista pró-Bolsonaro! Pela diversidade, o respeito e o Apoio mútuo. -------------------------------------------------- CONCENTRAÇÃO ÀS 10 HS Em Frente ao Prédio da Gazeta, na Av. Paulista. *** http://www.diariosp.com.br/_conteudo/2011/04/54474- radicais+vao+fazer+ato+de+apoio+para+bolsonaro.html Nota sobre o ato no fórum nazista Stormfront |
09/04- sábado, no CCS - Conversação c/ Michelle Tito - " O CCS 1985-2007"
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| Centro de Cultura Social convida |
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09 de abril de 2011, sábado às 16:00h
Conversação com Michelle Tito (Mestre em História pela PUC-SP).
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| Realização: Centro de Cultura Social de São Paulo Rua Gal. Jardim n.º 253 – sala 22 (metrô república) |
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terça-feira, 5 de abril de 2011
Centro de Cultura Social
"Como afirmar a vida e abrir passagens na linha que constitui um corpo
em mulher" com Aline Bagetti
Centro de Cultura Social
“O Centro de Cultura Social: entre práticas sociais e construções de
memórias (1985-2007)” com Michelle Tito (Mestre em História pela
PUC-SP).