quarta-feira, 20 de abril de 2011
Governamentalidade e democracia liberal novas abordagens em Teoria Política
Estudantes de direito, medicina, deputado( Bolsonaro), Skinheads e o Brasil mostra sua cara...
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA, DE CAMPO GRANDE (MS)O estudante de direito André Baird, 20, confessou à polícia que ajudou a agredir um homossexual de 21 anos na madrugada de sexta-feira, em Campo Grande (MS), próximo a uma boate gay.
Baird é filho do prefeito de Costa Rica (MS), Jesus Queiroz Baird, que disse estar "arrasado" com o caso.
Segundo a delegada Daniella Kades, Baird disse que ele, um primo e mais dois amigos estavam embriagados durante a agressão.
O grupo passou de carro por dois jovens e foi em direção à vítima e ao amigo dele, que escapou. O rapaz agredido diz que levou socos e chutes e foi chamado de "veado". O próprio advogado dos rapazes, Wagner Leão do Carmo, admite as agressões, mas nega a homofobia.
Carmo disse que os quatro estavam alcoolizados e queriam brigar, independentemente da orientação sexual da vítima. "A boate gay fica a três quadras do local da briga, não tinha como eles saberem que alguém era homossexual", afirmou.
centro de cultura social
| 27/04/11, quarta-feira 20h |
"Anarquismo nos EUA: Uma Recente História",por CrimethInc |
"Anarquismo nos EUA" por Crimethinc, no CCS, 27/04 as 20h
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CENTRO DE CULTURA SOCIAL convida
27 de abril de 2011, quarta-feira, 20h
Uma Recente História "
por CrimethInc Um resumo das atividades anarquistas nos EUA nas últimas duas décadas, começando antes dos movimentos anti-globalização e anti-guerra e vindo até hoje. Descreveremos os diferentes tipos de anarquismo que tomou a América do Norte, focando algumas das maiores campanhas e direções buscando tirar lições que podem ser úteis fora dos EUA.
para conhecer mais o coletivo CrimethInc, clique aqui
mais... *22,23 e 24/04 Festa de Encerramento das Atividades do Espaço Impróprio (saiba mais)
*01/05 Conversas Libertárias com Núcleo Pró-Fosp sobre sindicalismo (saiba mais)
Centro de Cultura Social de São Paulo Rua Gal. Jardim n.º 253 – sala 22 (metrô República)
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terça-feira, 19 de abril de 2011
Viva a diferença!!!
Cabaret erótico estreia hoje no CCBB Simbologias do inferno de Dante, Sade e Brecht amparam musical cujo repertório parte do tema do amorEspetáculo surgiu a partir da adaptação de canções como "Let's Misbehave" e "Just a Gigolo"
| Beto Riginik/Divulgação |
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA Perucas de cabelos eriçados, corseletes apertados, uma ou outra referência sadomasoquista. Cabaret Luxúria, que estreia hoje no Centro Cultural Banco do Brasil, definitivamente não é para menores.
Erótico até o cotovelo, o espetáculo debocha do velho moralismo sexual, costurando a retórica abrasiva pela veia erudita de grandes obras literárias.
As simbologias do inferno vêm de Dante Alighieri, Marquês de Sade, Bertolt Brecht e outros que compilaram representações da besta.
Só que, segundo Rachel Ripani, a autora, esse retrato do inferno parte para questões mais ligadas ao amor.
Mephisto, a mesma figura mitológica que provoca Fausto, de Goethe, aparece como anfitrião. Quem o interpreta é Bruno Perillo, do grupo Folias d"Arte, que assina a direção com Helen Helene.
A dramaturgia de Ripani tem como ponto de partida o repertório reunido em torno de um tema: o amor. Ou seja, os números musicais foram escolhidas antes de o texto ganhar forma, o que aproxima o espetáculo do formato de um cabaré. CANÇÕES DA ALCOVA
O primeiro passo foi compor versões para o português das músicas estrangeiras. "Let's Misbehave", de Cole Porter, por exemplo, vem com o título "Vamos Gozar".
A apresentação inclui ainda "Eu Sou um Gigolô" ("Just a Gigolo", de Leonello Casucci e Julius Brammer) e "Tango de Nancy" (de Edu Lobo e Chico Buarque).
Além de assinar o texto, Ripani interpreta Justine, personagem de Sade que passa por uma iniciação sexual sem precedentes. É o primeiro texto da atriz, que hoje integra também o elenco do musical "Mamma Mia!", no teatro Abril.
Para compor uma banda típica de cabaré, Ripani chamou cinco musicistas que também migram de espetáculos da Broadway paulistana. O show acontece ao som de piano, trombone, contrabaixo, bateria e violino.
O espetáculo tem ainda Rosi Campos no elenco, que canta "Atrás da Porta", de Chico Buarque, sincronizada com a interpretação de Ripani para "Ne me Quitte pás" (Jacques Brel), um dos pontos altos desse musical. CABARET LUXÚRIA QUANDO terças, quartas e quintas, às 19h30
ONDE Centro Cultural Banco do Brasil (r. Álvares Penteado, 112; tel. 3113-3651)
QUANTO R$ 6 (grátis hoje, amanhã e às quintas)
CLASSIFICAÇÃO 16 anos
Matar Gay, pode...
Travesti é perseguido e morto na Paraíba
DE SÃO PAULO
SÍLVIA FRIAS
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA,
DE CAMPO GRANDEPelo menos três jovens perseguiram, agrediram e mataram um travesti a facadas em uma rua na região central de Campina Grande, a 121 km de João Pessoa. O crime foi registrado pelas câmeras da companhia de trânsito da cidade na madrugada da última sexta-feira.
Nas imagens, os rapazes descem de um carro escuro e começam a perseguir o travesti Daniel de Oliveira Felipe, 24, que é agredido com chutes e recebe mais de 30 facadas. Em seguida, o carro volta, pega os jovens e parte.
A polícia identificou quatro suspeitos de participar do crime. Dois deles, um jovem de 17 anos e seu irmão, de 42, estão detidos. Os outros dois, que têm entre 20 e 25 anos, estavam sendo procurados até o fim da tarde de ontem.
Segundo a delegada Cassandra Duarte Guimarães, responsável pelo caso, o adolescente confessou ter planejado o assassinato por vingança. À polícia, o jovem disse que Felipe havia lhe roubado, dias antes, R$ 800 que seriam usados em um programa com uma prostituta.
O jovem e o irmão foram detidos na casa dos pais. O irmão negou participação no crime. A Folha não localizou o defensor do adolescente. CAMPO GRANDE
Em Campo Grande (MS), um rapaz de 21 anos foi atacado na saída de uma boate gay também na madrugada de sexta-feira. Ele esperava para pegar um táxi com amigos quando um grupo de jovens saiu de um carro e começou a correr atrás deles.
Segundo o rapaz, que não quis ser identificado, ele tropeçou e caiu. Nesse momento, os jovens o agrediram com chutes no rosto, nas costas e no tórax.
domingo, 17 de abril de 2011
Brazilian Nuggets
Homofobia foi o tema do “Conexão Repórter” desta quarta | Eleições HojE
Revista Brasileira de Ciências Sociais - Governamentalidade e Anarqueologia em Michel Foucault
Governamentalidade e Anarqueologia em Michel Foucault
Governmentality and Anarchaeology in Michel Foucault
Gouvernementalité et Anarchéologie dans Michel Foucault
Nildo Avelino
RESUMO
Este artigo aborda as noções foucaultianas de governamentalidade e anarqueologia, enfatizando os impactos que provocaram nas reflexões do "último Foucault". Em um primeiro momento, aborda-se o deslocamento da analítica do poder de Foucault, situando sua importância nos estudos em governamentalidade e sugerindo implicações possíveis que a anarqueologia estabelece com o pensamento de Proudhon. Em seguida, discute-se a maneira pela qual a anarqueologia descreve uma genealogia das formas modernas da obediência ao problematizar a experiência da sexualidade.
Palavras-chave: Poder; Governamentalidade; Anarqueologia; Subjetividade; Verdade.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
CONEXÂO REPORTER: A PROPAGAÇÂO DO ÓDIO!
JSTrevisan
CONEXÃO REPORTER: A PROPAGAÇÂO DO ÓDIO!Programa apresentado por Roberto Cabrini, dia 13/04/2011, no SBT. http://eleicoeshoje.wordpress.com/2011/04/14/homofobia-foi-o-tema-do-conexao-reporter-desta-quarta/
16/04,sabado,16h - conversação com Aline Bagetti, no CCS
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| Centro de Cultura Social convida |
| 16 de abril de 2011, sábado às 16:00h com Aline Bagetti
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| Aline Bagetti - possui Graduação em Pedagogia, Mestrado em Educação pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Doutoranda em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Atualmente as pesquisas e as intervenções estão relacionadas aos seguintes temas: mulher e cinema, micropolítica, processos de subjetivação, filosofia da diferença e devir-mulher; como possibilidades para pensar os processos de formação de educadoras e educadores. Compartilho algumas inquietações com o auxílio bibliográfico de Maria Lacerda de Moura (1887-1945) considerando a seguinte pergunta: como a mulher torna-se o que é? Na direção dessa pergunta trago para o debate cenas do filme O Enigma de Kaspar Hauser para por em movimento essa linha de constituição dura, formada pela pedagogia calcada na lógica do capitalismo da sociedade, que formou e educou algumas mulheres para a submissão, para a escravidão ao lar e para a disponibilidade em servir o que quer que seja de forma voluntária. Depois desta questão, torna-se interessante perguntar, se essa escravidão não tomou outras formas, como no caso a escravidão pelo salário e a reivindicação de direitos a partir de uma macropolítica constituída. Para isso, desejo movimentar o pensamento a respeito do dispositivo educacional que opera na sociedade e que aloca a mulher na casa ou prestando serviços nos prostíbulos. Dois lugares dados, que abrem espaço para que apareça uma noção que pretendo colocar em funcionamento no interior deste trabalho, a noção de mulherzinha. Escravidão ao lar e a da maternidade imposta junta-se a outra escravidão, a do salário. Para Maria Lacerda de Moura a mulher, sob o ponto de vista da lógica do capitalismo, é mais uma fonte de energia a ser explorada. Em contrapartida, problematizo o que não está dado para a mulher, para afirmar uma vontade e uma busca de viver o que não está posto. Escapar das classificações, como forma de recusa a uma política do pertencimento e da caridade, na lógica das macropolíticas. Abrir passagens para viver na perspectiva de um não-compactuar com discursos moralizantes e conservadores propiciados principalmente por profissionais especializados. Inventar-se. Apresentar outras idéias e práticas de vida experienciadas por Maria Lacerda de Moura como o amor plural, a maternidade consciente, a co-educação das crianças sem ter a pretensão de doutrinar ninguém. Pensar a noção de micropolítica como um novo tipo de relação que cria ligações móveis e não-localizáveis. Ativar um devir-mulher, em processo de subjetivação que não cabe num corpo constituído, tampouco num corpo biológico feminino. |
| Realização: Centro de Cultura Social de São Paulo Rua Gal. Jardim n.º 253 – sala 22 (metrô república) |
[ccs] Nota de Falecimento !!!
Data: 14 de abril de 2011 02:07
Assunto: [ccs] Nota de Falecimento !!!
Para: ccs-lista@googlegroups.com
Guarujá, 14 de abril de 2011. Companheiros/as, Informo que na data de ontem faleceu na cidade de Santos, na Santa Casa de Santos, o companheiro Virgilio Dall'Oca. Logo mais trarei mais informações. Abraços Libertários - Marcolino Jeremias.--- Em qua, 13/4/11, Editora Opúsculo Libertário <oplibertario@yahoo.com.br> escreveu:
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terça-feira, 12 de abril de 2011
centro de cultura social
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Nota em repúdio à manifestação em apoio ao Deputado Federal Jair Bolsonaro
Data: 11 de abril de 2011 11:05
Assunto: Enc: Nota em repúdio à manifestação em apoio ao Deputado Federal Jair Bolsonaro
Para: Marina <ser_y_sentir@yahoo.com.br>
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16/04, sábado , no CCS - conversação com Aline Bagetti
| Centro de Cultura Social convida |
| 16 de abril de 2011, sábado às 16:00h com Aline Bagetti
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| Aline Bagetti - possui Graduação em Pedagogia, Mestrado em Educação pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Doutoranda em Educação pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Atualmente as pesquisas e as intervenções estão relacionadas aos seguintes temas: mulher e cinema, micropolítica, processos de subjetivação, filosofia da diferença e devir-mulher; como possibilidades para pensar os processos de formação de educadoras e educadores. Compartilho algumas inquietações com o auxílio bibliográfico de Maria Lacerda de Moura (1887-1945) considerando a seguinte pergunta: como a mulher torna-se o que é? Na direção dessa pergunta trago para o debate cenas do filme O Enigma de Kaspar Hauser para por em movimento essa linha de constituição dura, formada pela pedagogia calcada na lógica do capitalismo da sociedade, que formou e educou algumas mulheres para a submissão, para a escravidão ao lar e para a disponibilidade em servir o que quer que seja de forma voluntária. Depois desta questão, torna-se interessante perguntar, se essa escravidão não tomou outras formas, como no caso a escravidão pelo salário e a reivindicação de direitos a partir de uma macropolítica constituída. Para isso, desejo movimentar o pensamento a respeito do dispositivo educacional que opera na sociedade e que aloca a mulher na casa ou prestando serviços nos prostíbulos. Dois lugares dados, que abrem espaço para que apareça uma noção que pretendo colocar em funcionamento no interior deste trabalho, a noção de mulherzinha. Escravidão ao lar e a da maternidade imposta junta-se a outra escravidão, a do salário. Para Maria Lacerda de Moura a mulher, sob o ponto de vista da lógica do capitalismo, é mais uma fonte de energia a ser explorada. Em contrapartida, problematizo o que não está dado para a mulher, para afirmar uma vontade e uma busca de viver o que não está posto. Escapar das classificações, como forma de recusa a uma política do pertencimento e da caridade, na lógica das macropolíticas. Abrir passagens para viver na perspectiva de um não-compactuar com discursos moralizantes e conservadores propiciados principalmente por profissionais especializados. Inventar-se. Apresentar outras idéias e práticas de vida experienciadas por Maria Lacerda de Moura como o amor plural, a maternidade consciente, a co-educação das crianças sem ter a pretensão de doutrinar ninguém. Pensar a noção de micropolítica como um novo tipo de relação que cria ligações móveis e não-localizáveis. Ativar um devir-mulher, em processo de subjetivação que não cabe num corpo constituído, tampouco num corpo biológico feminino. |
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sexta-feira, 8 de abril de 2011
Disque: Sigilo Absoluto
Mulher que narrou assassinato critica PM Testemunha diz que divulgação de gravação, com sua voz original, da ligação que fez ao 190 a põe em riscoEla relatou homicídio atribuído a dois PMs; "Corregedoria prometeu me preservar e eu acreditei", afirma agora DO "AGORA"
DE SÃO PAULOA mulher que ligou para a polícia para denunciar, em tempo real, um assassinato praticado por dois PMs em um cemitério de Ferraz de Vasconcelos (Grande São Paulo) diz sentir-se traída pela Polícia Militar paulista.
Para ela, os detalhes revelados pela corporação, como a divulgação do telefonema que fez ao 190 com sua voz original, podem levar à sua identificação. "Nem para misturar a voz!", reclamou.
"A Corregedoria prometeu me preservar e eu acreditei", disse ela à reportagem ontem, por telefone.
Na ligação ao 190, ela dizia ter presenciado o assassinato de um rapaz, identificado depois como Dileone Lacerda Aquino, 27, suspeito de ter roubado uma van em 12 de março. Agora, não quer mais falar sobre o assunto. "NADA A ACRESCENTAR"
"Eu não vou ser leviana de colocar em risco pessoas que não têm nada a ver [com o caso]. Eu não tenho mais nada a acrescentar. A fita já é suficiente", afirmou a mulher.
E continuou: "Eu não acredito mais. Uma coisa que aconteceu em março. Falaram que iriam me preservar. A prova de que isso não é verdade é que eu estou falando com você neste momento".
"O que a gente [referindo-se também à família] quer é que o processo corra. Se eu fiz alguma coisa, é o que era para ser feito. Agora eu não vou falar mais nada."
Essa mulher, cuja coragem foi elogiada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), é a principal testemunha do caso, mas ainda não foi ouvida pelo Ministério Público Estadual. Os acusados são os soldados Ailton Vital da Silva, 37, e Filipi Daniel da Silva, 28, do 29º Batalhão da PM.
Por intermédio de seu advogado, eles negam o crime. Dizem que socorreram e levaram a vítima ao hospital, sem passar pelo cemitério. Os policiais estão presos no presídio da PM.
A denúncia contra os dois foi oferecida em 21 de março pela promotora Fernanda Bergamaschi Moretti, que requisitou, entre outras medidas, diligências para identificar e ouvir a mulher. OUTRO LADO
Procurado ontem, o comando da PM não comentou o vazamento do áudio da ligação feita para o Copom (Centro de Operações da Polícia Militar), por meio do 190, nem explicou por que distribuiu gravações com a voz original da testemunha.
A corporação também não informou se foi aberto procedimento para apurar o autor da divulgação do áudio.(JOSMAR JOZINO e ROGÉRIO PAGNAN)
quinta-feira, 7 de abril de 2011
ALERTA ANTI-FASCISTA! CONVOCATÓRIA
A sociedade civil, representada por movimentos sociais e associações civis que lutam pela valorização dos Direitos Humanos e o respeito à Diversidade, baseados no apoio mútuo e na solidariedade, convocam os grupos Autônomos, organizações afirmativas dos assuntos da comunidade LGBTs, grupos de discussão de gênero, Movimento Negro, coletivos AnarcoPunks, organizações de trabalhadores e toda a população para:
Ato contra o levante direitista de grupos fascistas paramilitares que reivindicam apoio ao Deputado Racista, Homofóbico e Militarista Jair Bolsonaro.
Grupos intolerantes de extrema-direita, organizados em núcleos paramilitares que reivindicam para si os ideais fascistas/integralistas estão organizando uma manifestação em apoio ao Deputado Federal pelo Estado do Rio de Janeiro Jair Bolsonaro. O deputado foi rechaçado pela sociedade e pela mídia após suas inúmeras declarações de cunho racista e homofóbico incitando atos de violência e preconceito na sociedade brasileira. Essas declarações não podem ser toleradas, muito menos um ato em apoio aos absurdos expressados por um Militar que se tornou político, defendendo entre outras coisas, a ditadura militar assassina vivida pelo país entre 64 e 85, e a produção de uma bomba atômica no Brasil. Esse arauto da violência e seus soldados precisam receber uma resposta da sociedade! Não podemos aceitar este tipo de comportamento e de conduta em um país caracterizado pela miscigenação e pela diversidade, e em nenhum outro lugar do planeta!
NÃO A INTOLERÂNCIA E AO CRESCIMENTO DO NAZI-FASCISMO!!!
09 ABRIL 2011 Ato contra as organização homofóbicas e racista pró-Bolsonaro! Pela diversidade, o respeito e o Apoio mútuo. -------------------------------------------------- CONCENTRAÇÃO ÀS 10 HS Em Frente ao Prédio da Gazeta, na Av. Paulista. *** http://www.diariosp.com.br/_conteudo/2011/04/54474- radicais+vao+fazer+ato+de+apoio+para+bolsonaro.html Nota sobre o ato no fórum nazista Stormfront |
09/04- sábado, no CCS - Conversação c/ Michelle Tito - " O CCS 1985-2007"
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| Centro de Cultura Social convida |
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09 de abril de 2011, sábado às 16:00h
Conversação com Michelle Tito (Mestre em História pela PUC-SP).
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| Realização: Centro de Cultura Social de São Paulo Rua Gal. Jardim n.º 253 – sala 22 (metrô república) |
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terça-feira, 5 de abril de 2011
Centro de Cultura Social
"Como afirmar a vida e abrir passagens na linha que constitui um corpo
em mulher" com Aline Bagetti
Centro de Cultura Social
“O Centro de Cultura Social: entre práticas sociais e construções de
memórias (1985-2007)” com Michelle Tito (Mestre em História pela
PUC-SP).
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Encerramento das Atividades do Espaço Impróprio
Festa de Encerramento do Espaço Impróprio
22, 23 e 24 de abril
Para mais detalhes veja:
http://www.facebook.com/event.php?eid=103365113070909&index=1
http://espacoimproprio.wordpress.com/
09/04- sábado, no CCS - Conversação c/ Michelle Tito - " O CCS 1985-2007"
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| Centro de Cultura Social convida |
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09 de abril de 2011, sábado às 16:00h
Conversação com Michelle Tito (Mestre em História pela PUC-SP).
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| Realização: Centro de Cultura Social de São Paulo Rua Gal. Jardim n.º 253 – sala 22 (metrô república) |
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domingo, 3 de abril de 2011
25 gangues apavoram gays e negros nas ruas da cidade
DE SÃO PAULO Eles são jovens, com idades entre 16 e 28 anos.
Têm ensino fundamental e médio. Pertencem, em sua maioria, às classes C e D.
Usam coturnos com biqueiras de aço ou tênis de cano alto, jeans e camisetas.
São brancos e pardos -negros, não. Cultuam Hitler, suásticas e o número 88.
A oitava letra do alfabeto é o H; HH dá "Heil, Hitler", a saudação dos nazistas.
Consomem baldes de álcool. As outras drogas têm apenas uso marginal.
Ostentam tatuagens enormes em que se leem "Ódio", "Hate", ou "Ame odiar".
A propósito, odeiam gays e negros. São de direita.
Gostam de bater, bater e bater. E de brigar.
O perfil dessa turma, auto-denominada skinheads por influência do movimento surgido na Inglaterra durante os anos 1960, quem traçou foi a Decradi (Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância), da Polícia Civil do Estado de São Paulo.
No total, a Decradi já identificou 200 membros de 25 gangues com nomes como Combate RAC (Rock Against Communism- rock contra o comunismo, em português) e Front 88 (sempre o 88).
São integrantes desses grupos que aparecem com mais frequência como agressores de negros, gays e em pancadarias entre torcidas organizadas, quando encarnam a faceta "hooligan".
Também a exemplo do que ocorre na Europa, skinheads são especialistas em quebra-quebra entre torcedores. "FAIXA DE GAZA"
A delegada Margarette Correia Barreto, titular da Decradi, é quem lidera o esforço de identificação dessas gangues. Atualmente, na delegacia, há 130 inquéritos envolvendo os "crimes de ódio"- motivados por preconceito contra um grupo social.
"O alcance e a repercussão desses ataques, entretanto, é muito maior do que em um crime comum. Se um homossexual é atingido, todo o grupo sente-se atingido", exemplifica a delegada do Decradi. "É uma comoção."
Pelo levantamento da polícia, o foco dos "crimes de ódio" é a região da avenida Paulista e da rua Augusta, na região central da cidade. Segundo a delegada, ali é "a nossa faixa de Gaza".
O motivo é que a área tem a maior concentração de bares frequentados por gays e por skinheads -cada turma no seu reduto, mas todos muito perto uns dos outros. "Eles acabam se encontrando pela rua", diz a delegada.
sexta-feira, 1 de abril de 2011
petição pedindo a aprovação da lei anti-homofobia no Brasil
O Deputado Jair Bolsonaro deu uma entrevista homofóbica e racista chocante em rede nacional -- expondo o preconceito terrível que ainda assombra o Brasil. Enquanto já existem leis que protegem pessoas contra a descriminação, trans, gays e lésbicas ainda não tem nenhuma proteção legal.
Somente no ano passado 250 pessoas foram assassinadas por serem trans ou homossexuais. A homofobia é real e ela mata. Mesmo assim não há lei que proteja pessoas GLBT da discriminação. Ainda se pode demitir alguém somente pela pessoa ser gay e a violência homofóbica não é punida como crime de preconceito.
Vamos direcionar a nossa indignação contra o Bolsonaro em uma ação concreta, acabando com este ataque à iguladade. Vamos pressionar o Congresso a aprovar a lei anti-homofobia que irá salvar vidas inocentes e ampliar proteções para todos os brasileiros. A petição será entregue em uma marcha massiva em Brasília. Clique abaixo para assinar:
http://www.avaaz.org/po/homofobia_nao/97.php?cl_tta_sign=1753e1d82fad60e9841ac3ad56e112e8
O Brasil se orgulha em ter uma cultura aberta e tolerante, se colocando como líder na luta por proteções aos direitos humanos no mundo. Mas o nosso país é também um dos lugares mais perigosos do mundo para transexuais -- que sofrem uma violência brutal e execuções sumárias. Até mesmo o Deputado Jean Wyllys recebeu ameaças de morte por defender direitos GLBT no Congresso Nacional.
Nosso país sofre com uma mentalidade discriminatória retrógrada e perigosa que não reflete a sociedade que a maioria de nós quer.
20 Deputados já pediram investigação sobre Bolsonoro pela quebra de decoro parlamentar por racismo. Agora nós precisamos de uma lei contra crimes de homofobia e violência contra a população GLBT do Brasil. Assine abaixo para colocar o seu nome ao movimento nacional por igualdade e justiça -- ela será entregue em Brasilia com a ajuda dos nossos amigos do All Out e grupos GLBT brasileiros:
http://www.avaaz.org/po/homofobia_nao/97.php?cl_tta_sign=1753e1d82fad60e9841ac3ad56e112e8
A Avaaz se mobilizou contra a legislação na Uganda que queria executar gays -- e a proposta foi derrotada! Nós estamos organizando uma campanha contra a prática brutal de estuprar mulheres para "curá-las" do lesbianismo. Agora chegou a hora de nós lutarmos contra a discriminação e violência aqui no nosso país.
Com esperança,
Emma, Graziela, Luis, Alice, Ben, Iain e toda a equipe Avaaz
Leia mais:
Jair Bolsonaro dá entrevista polêmica no 'CQC', veja:
http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2011/03/29/jair-bolsonaro-da-entrevista-polemica-no-cqc-veja/
Número de assassinatos de homossexuais bate recorde no País:
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4881858-EI6578,00.html
Grupo de parlamentares entrará com representação contra Bolsonaro por quebra de decoro:
http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/03/29/grupo-de-parlamentares-entrara-com-representacao-contra-bolsonaro-por-quebra-de-decoro-924120754.asp
Bolsonaro rasga Constituição a cada frase, diz movimento gay:
http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5037642-EI7896,00-Bolsonaro+rasga+Constituicao+a+cada+frase+diz+movimento+gay.html
Saiba mais sobre All Out, uma nova organização internacional de direitos GLBT:
http://allout.org/pt/index
'Estou me lixando para movimento gay', diz Jair Bolsonaro:
http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5037535-EI7896,00-Estou+me+lixando+para+movimento+gay+diz+Jair+Bolsonaro.html
A Avaaz é uma rede de campanhas globais de 5,6 milhões de pessoas que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas internacionais. ("Avaaz" significa "voz" e "canção" em várias línguas). Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta e a nossa equipe está espalhada em 13 países de 4 continentes, operando em 14 línguas. Saiba mais sobre as nossas campanhas aqui, nos siga no Facebook ou Twitter.
Esta mensagem foi enviada para neide_almeida@hotmail.com. Para mudar o seu email, língua ou outras informações, envie um email para info [@]t avaaz.org. Não quer mais receber nossos alertas? Clique aqui para remover o seu email.Para entrar em contato com a Avaaz, não responda este email, escreva para nós no link www.avaaz.org/po/contact.
Marco Feliciano (PSC-SP)
quinta-feira, 31 de março de 2011
Bolsonaro diz "se lixar" para críticas de gays
DE SÃO PAULO Irritado com a repercussão de suas declarações a um programa de TV, o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) voltou à carga ontem ao ser questionado se é homofóbico.
"Estou me lixando para esse pessoal aí", disse, após acompanhar o velório do ex-vice-presidente José Alencar.
"Agora criaram a Frente Gay [na Câmara]. O que esse pessoal tem para oferecer? Casamento gay? Adoção de filhos? Dizer pra vocês, jovens, que se tiverem um filho gay é legal, vai ser o orgulho da família? Esse pessoal não tem nada a oferecer."
Na segunda-feira, a cantora Preta Gil perguntou no programa "CQC", da TV Bandeirantes, como o deputado reagiria se seu filho se apaixonasse por uma negra.
"Preta, não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco e meus filhos foram muito bem educados. E não viveram em ambiente como lamentavelmente é o teu", respondeu Bolsonaro.
O deputado, porém, diz que entendeu errado a pergunta. Afirmou que, na realidade, pensou que a cantora se referia a um relacionamento homossexual.
A lei brasileira pune crimes de racismo com penas de até cinco anos de reclusão. Não versa, porém, sobre homofobia -nesse caso, ofensas podem ser enquadradas no crime de injúria, com pena de até seis meses de detenção.
Bolsonaro afirma que não é racista. "Minha mulher é afro e meu sogro é negão."
A Câmara já abriu processo para investigá-lo. O presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), enviou à Corregedoria-Geral cinco representações por quebra de decoro.
Após ser notificado, Bolsonaro terá cinco dias para se defender. A decisão da Corregedoria será depois enviada à Mesa Diretora da Câmara, que poderá encaminhar o caso ao Conselho de Ética, podendo iniciar um processo de cassação do mandato.
Petição Em Repudio ao Deputado Jair Bolsonaro
Acabei de ler e assinar a petição online: «Em Repudio ao Deputado Jair Bolsonaro»
http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N8333
Pessoalmente concordo com esta petição e acho que também podes concordar.
Subscreve a petição e divulga-a pelos teus contactos.
Obrigado,
francisco romero ripo neto
domingo, 27 de março de 2011
sexta-feira, 25 de março de 2011
Em "Pinokio", Alvim reitera inovação e estilo arrojado
| Fotos Lenise Pinheiro/Folhapress |
CRÍTICA DA FOLHA O diretor e dramaturgo Roberto Alvim tem sido celebrado como um dos autores mais inovadores e arrojados à frente do Club Noir, criado em parceria com a atriz Juliana Galdino.
Sua mais recente montagem, "Pinokio", inspirada em "Pinóquio", de Carlo Collodi (1826-1890), vem reiterar esses títulos.
Do original, há pouco sobre o boneco que fabrica histórias, cujo drama está em padecer na transição do estado puramente material para a dimensão espiritual.
O ganho de vida traz o imponderável, algo moralmente confuso e angustiante. Diferentemente do clássico, o espetáculo apresenta seres humanos com a mesma angústia de se encontrar em processo de mutação. Em via contrária, aqui o espírito inquieto sofre com suas fusões em matéria.
Alvim elimina naturalismo e narrativas para criar rascunhos do que podemos vir a ser: "Uma coisa é alguém coisa".
A batalha é travada com um texto cheio de neologismos e palavras deslocadas que servem para inquietar, não para explicar. Trama e conflito cedem lugar a ruídos e sussurros, que carregam o tema do hibridismo entre corpos e máquinas.
"Restos dele escoam pelos canos intestinos vísceras tubulações da casa."
No palco, atores imóveis estão sujeitos à iluminação que os transforma. Luz branca resulta em troncos sombreados. Focos isolados revelam rostos pasmados. Por último, um vermelho insistente parece mergulhá-los em impalpável perigo.
Personagens são vozes aprisionadas e manifestas em timbres distintos. Do ponderoso tom de Juliana Galdino ao melancólico de Rodrigo Pavon, cria-se uma escala de ressonância acústica variada, segundo as diversas profundidades em que se posicionam no palco.
Com isso, a sensação é de instabilidade no espaço.
"Pinokio" é poesia cênica radical. Propõe a combinação de som e imagem como uma experiência sinestésica, mesmo que sacrifique facilidade na recepção do texto.
Se o hermetismo é veículo para reproduzir a aflição de um nebuloso mundo em transição, também afasta o espectador de tal fruição, ao oferecer pouquíssimos fios em que se agarrar na travessia por esse labirinto.
No final, olhares perplexos do público. Alguns inconformados com a obscuridade da proposta. Aqueles que aceitaram o tormento em lidar com um universo desconhecido refizeram a trajetória de um Pinóquio: "Um eco e a vertigem. Perguntas?". PINOKIO QUANDO de quinta a sábado, às 21h; domingos, às 20h
ONDE Club Noir (r. Augusta, 331; tel. 0/xx/11/3255-8448)
QUANTO R$ 10
CLASSIFICAÇÃO não informada
AVALIAÇÃO ótimo
Vídeo mostra PMs atirando em jovem desarmado no AM
DE MANAUS Policiais militares filmados na rua atirando à queima-roupa em um adolescente em Manaus (AM) tiveram a prisão preventiva decretada ontem pela Justiça.
As cenas foram veiculadas na terça pela TV A Crítica. As imagens foram gravadas em 17 de agosto do ano passado.
Na sequência de dois minutos, a gravação mostra um policial agredindo e ameaçando o adolescente, de 14 anos. Após um primeiro tiro, o jovem tenta escapar, mas outro policial atira novamente nele. Um terceiro tiro é disparado por outro policial. Apesar dos sucessivos disparos, ele não morreu.
A Justiça decretou as prisões de um cabo e seis soldados da PM após pedido da Corregedoria do Sistema de Segurança Pública.
Os acusados são o cabo Janderson Bezerra Magalhães e os soldados André Luiz Castilho, Wesley Henrique Ribeiro da Cunha, Rosivaldo de Souza Ferreira, Marcos Teixeira de Lima, Alexandre Souza Santos e Wilson Henrique Ribeiro da Cunha.
Na ocorrência registrada em agosto passado, os policiais dizem que foram recebidos a tiros. "Eles tentaram burlar a ocorrência dizendo que teria tido um confronto", afirmou o coronel Dan Câmara, comandante-geral da PM.
Ontem, o procurador João Bosco Sá Valente, coordenador Centro de Apoio Operacional de Combate ao Crime Organizado, incluiu o garoto e quatro familiares no programa de proteção a vítimas.
A reportagem não localizou os advogados dos policiais para comentar o caso.
"Sou mãe de três filhos. Foi uma decepção saber que quem torturou meu caçula até a morte foi alguém que o povo paga do próprio bolso."
DE SÃO PAULO Filho de Elza Pinheiro dos Santos, o motoboy Eduardo Luís Pinheiro dos Santos, 30, foi torturado num quartel e morto por PMs em abril de 2010, segundo investigações. Leia depoimento dado ao repórter André Caramante:
"Minha dor hoje é maior. Me sinto com o coração mais despedaçado do que no primeiro dia. Porque só hoje vejo que ele não vai mais voltar.
Sou mãe de três filhos. Foi uma decepção saber que quem torturou meu caçula até a morte foi alguém que o povo paga do próprio bolso.
As coisas têm de mudar. Não podemos pagar por esse tipo de serviço. A população aprende a ter medo de bandido. Nunca passou pela minha cabeça existir bandido de farda. O Eduardo era pai de uma menina que está prestes a fazer três aninhos.
Após a morte do meu filho, recebi carta do comandante-geral da PM, o coronel Álvaro Batista Camilo. Vejo a carta como a posição de um chefe de família. Um chefe tem as suas responsabilidades. Mas não é isso o que ele espera dos seus subordinados. O comandante Camilo é um homem cristão. Essa carta trouxe para mim, de certa forma, um certo alívio. Como quem diz "nem tudo está perdido".
Apesar de minha tristeza ter aumentado, minha esperança não morreu. Confio em Deus e continuo acreditando nas autoridades. Penso que o crime não vai ficar impune.
O fato de todos os PMs estarem soltos é uma falha da Justiça. Quem cometeu o crime não podia estar solto.
Não sei quem foi exatamente que fez isso. Sei que foram 12. Quem realmente torturou meu filho eu não sei.
Espero que a Justiça me dê a resposta. E digo mais: eles estão perdoados. Esse é um exercício diário do meu coração. Não vou deixar meu coração ser contaminado com o sentimento de falta de perdão, de desejo de vingança.
Relatório atribui a PMs 150 assassinatos
| Apu Gomes-13.mai.2010/Folhapress |
DE SÃO PAULO Relatório da Polícia Civil paulista aponta grupos de extermínio formados por PMs como responsáveis pelo assassinato de 150 pessoas na capital entre 2006 e 2010.
Entre as vítimas, 61% não tinham antecedentes criminais. Outras 54 pessoas foram feridas em atentados em que PMs são suspeitos -69% sem passagem pela polícia.
O relatório foi produzido no ano passado e aponta motivações para os assassinatos: 20% por vingança; 13% por abuso de autoridade; 13% pelo que o relatório chama de "limpeza" (assassinato de viciados em drogas, por exemplo); 10% por cobranças ligadas ao tráfico e 5% por cobranças de jogo ilegal; 39% sem razão aparente.
Alguns PMs da lista estão presos. Eles negam os crimes. O Comando-Geral da corporação não se manifestou nem informou exatamente quantos homens já puniu.
A investigação, a cargo do DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa), aponta dois grupos de extermínio de PMs: um da zona norte, outro da zona leste.
Cerca de 50 PMs são suspeitos de formar e unir os grupos para assumir o controle do tráfico de drogas e explorar jogos de azar.
O grupo da zona norte é conhecido como "Matadores do 18", pois os acusados atuavam no 18º Batalhão. Esses PMs são suspeitos da morte, em 2008, do coronel José Hermínio Rodrigues, comandante da PM na área.
Pascoal dos Santos Lima e Lelces André Pires de Moraes são apontados como membros do grupo. Eles sempre negaram as acusações. Ontem, seus advogados não foram localizados pela Folha.
Preso em 2010, Valdez Gonçalves dos Santos, do 21º Batalhão, é considerado o chefe do grupo na zona leste.
Celso Machado Vendramini, advogado de Santos, diz que "ele não integra grupo de extermínio" e que "as acusações contra seu cliente não passam de pura maldade por parte do departamento de homicídios". Santos será julgado em maio deste ano.
Doze mortes atribuídas ao grupo de extermínio "Os Highlanders", que decapitava as vítimas, não estão no relatório. Esse terceiro grupo jogava os corpos em Itapecerica da Serra, na Grande São Paulo, segundo investigações. O relatório da Polícia Civil computou só mortes na capital.
quarta-feira, 23 de março de 2011
26/03-sábado, no CCS - "O ANARQUISMO DE MICHEL ONFRAY"
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CENTRO DE CULTURA SOCIAL convida . |
| 26 de março de 2011, sábado às 16:00h
"O Anarquismo de Michel Onfray"
Bruno Andreotti (Mestre em Ciência Política e graduado em História pela PUC-SP)
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| Realização: Centro de Cultura Social de São Paulo Rua Gal. Jardim n.º 253 – sala 22 (metrô república) |
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terça-feira, 22 de março de 2011
Dilma busca aproximação com artistas
DE BRASÍLIA A presidente Dilma Rousseff dá início, na sexta-feira, a uma série de encontros culturais no Palácio da Alvorada, em que pretende se aproximar da classe artística.
A partir de março, ela organizará um evento artístico por mês, com convidados de diferentes áreas.
A estreia será com cerca de 30 cineastas mulheres, que estão sendo convidadas para um jantar com a presidente.
Dilma pretende fazer uma sessão fechada de "É Proibido Fumar", filme de Anna Muylaert estrelado por Glória Pires, na sala de cinema do Alvorada.
A escolha de mulheres ligadas ao cinema ainda faz parte das comemorações do mês da mulher -na quarta-feira (23), Dilma abre a exposição de mulheres artistas no Palácio do Planalto.
Nos próximos meses, entretanto, o público não ficará restrito ao gênero feminino. O governo já programa eventos no Alvorada que celebram a música, a literatura e o teatro. APOIO
O plano é trazer grandes nomes da cultura brasileira para dentro "da casa da presidente"-o Alvorada é a residência oficial de Dilma.
Ao aproximá-la de artistas, o Planalto ao mesmo tempo agrada à presidente, entusiasta das artes, como também tenta carimbar Dilma como "a presidente da cultura".
E, se Lula teve nos movimentos sociais um de seus principais apoios, assessores gostariam de ver o mesmo efeito na proximidade entre Dilma e a classe artística.
No círculo próximo à presidente, há quem cite o encontro com artistas no Rio, no início do segundo turno das eleições, como um dos momentos de maior impulso da campanha.
A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, é uma das principais entusiastas da ideia. Ela deverá ajudar na escolha dos temas e convidados. GOSTO
Entusiastas do projeto afirmam que, por ser grande apreciadora das artes, Dilma tem a chance de criar "um relacionamento único com a classe artística" e também de ajudar a impulsionar a cultura no país.
O interesse de Dilma pelas artes fez com que ela, por exemplo, negociasse pessoalmente a vinda do "Abaporu", da artista plástica Tarsila do Amaral (1886-1973), para a exposição que se inicia na quarta.
A pintura pertence a um colecionador argentino desde 2001 e está exposta em Buenos Aires, no Malba (Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires).
Dilma pretende abrir o Alvorada também para visitas de estudantes. O palácio já recebe visitas guiadas nas quartas-feiras.
A presidente deseja ampliar os horários das visitas e demonstrou interesse de, ela mesma, conduzir alguns grupos de jovens estudantes.
Na lista de convidadas para o jantar de sexta estão, além de Anna Muylaert, nomes como Carla Camurati, Lucélia Santos, Bia Lessa, Norma Bengell, Lucia Murat, Tizuka Yamasaki e Monique Gardenberg.
segunda-feira, 21 de março de 2011
26/03,sabado as 16h no ccs: O anarquismo de Michel Onfray
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CENTRO DE CULTURA SOCIAL convida . |
| 26 de março de 2011, sábado às 16:00h
"O Anarquismo de Michel Onfray"
Bruno Andreotti (Mestre em Ciência Política e graduado em História pela PUC-SP)
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| Realização: Centro de Cultura Social de São Paulo Rua Gal. Jardim n.º 253 – sala 22 (metrô república) |
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