quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Projeto SP 2022 tem encontro na zona central da cidade

V Encontro do Projeto SP 2022 no Centro de São Paulo

 
As organizações Instituto Ethos, Instituto Arapyaú, Instituto Socioambiental, Escola da Cidade e Rede Nossa São Paulo decidiram trabalhar em um projeto comum para somar iniciativas que já ocorrem na cidade de São Paulo e que visam melhorar a qualidade de vida tornando a cidade um lugar mais justo e sustentável. Dessa iniciativa nasceu o projeto São Paulo 2022.

O objetivo deste é convidar as lideranças das instituições e pessoas interessadas da região central da cidade para a troca de experiências e a busca de ideias e opiniões para construirmos uma nova visão de uma cidade melhor.

O projeto São Paulo 2022 quer dotar a sociedade civil e o setor público paulistanos de informações sobre a capital para melhorá-la contemplando uma agenda de desenvolvimento justo e sustentável.

As sugestões captadas em todas as macro-regiões da cidade (Norte, Sul, Leste, Oeste e Centro), junto às informações levantadas no processo de pesquisa, realizada pela equipe do projeto, serão apresentadas ao poder público para subsidiar o novo Plano Diretor Estratégico (que vigora entre 2013 e 2022).


De acordo com Ladislau Dowbor, consultor científico do projeto, é importante a participação das lideranças e entidades para que as propostas sejam mais consistentes e possam conciliar as necessidades de cada região com uma visão geral da cidade.


O encontro será documentado e disponibilizado futuramente para consulta.


O evento será realizado no dia 06 de dezembro, segunda-feira, às 14h, nas dependências da Escola da Cidade, na rua General Jardim, 65 – República (Próximo a Praça da República).


Para mais informações e inscrições, contatar Caio Neumann pelo e-mail
neumann.caio@hotmail.com, ou pelo tel 3258-8108 Ramal 214 , ou respondendo a este email.

Obrigada pela atenção,

 

Andrea R. Laurenti Magri

Secretaria Executiva da Rede Nossa São Paulo

WWW.nossasaopaulo.org.br

Remova-me desta lista de contatos

Posted via email from franciscoripo

França recorda Jean Genet, escritor genial, delinquente, ladrão

A França recorda o escritor Jean Genet (1910-1986) por ocasião do centenário de seu nascimento, com um espetáculo a ser apresentado em Paris na próxima terça-feira (23), no Teatro Odéon.

A apresentação ficará por conta da atriz Jeanne Moreau, ao que se seguirão debates, leituras, filmes e até um show de rock.

O diretor do Odeón, Olivier Py, que considera o poeta, narrador e dramaturgo um "rebelde absoluto", afirmou que a homenagem de cinco dias evoca "os três corpos de Genet: poético, político e espiritual".

Moreau, que foi amiga do autor, e o cantor pop Étienne Daho vão interpretar, juntos, O Condenado à morte, um longo poema de amor escrito por Genet em 1942, da prisão de Fresnes, periferia de Paris, onde cumpria pena por roubo.

Em dueto, Moreau e Daho relembrarão a primeira obra conhecida de Genet, que também evoca em suas criações literárias dois romances escritos na prisão, nos quais fala da orfandade - foi abandonado aos sete meses -, do reformatório, da delinquência, de sua vida de desertor da Legião Estrangeira e de seus amores homossexuais.

Posted via email from franciscoripo

moradores de um prédio na av. Higienópolis atiraram ovos contra os manifestantes

Ato contra o Mackenzie gera "parada gay"

Apoiado por movimento de defesa dos homossexuais, grupo de 500 pessoas fez manifestação até a Paulista

Protesto foi contra a posição do chanceler da universidade, contrária ao projeto de lei que criminaliza homofobia 

JAMES CIMINO
DE SÃO PAULO

Um manifesto contrário ao projeto de lei que criminaliza a homofobia, assinado pelo chanceler da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Augustus Nicodemus Gomes Lopes, originou uma espécie de parada gay fora de época na tarde de ontem.
O protesto, criado na internet e divulgado por alunos de diversas universidades de São Paulo, como FGV, USP, PUC e o próprio Mackenzie, começou por volta das 17h e se estendeu até as 21h.
Um grupo de cerca de 500 pessoas (segundo a CET), apoiado por movimentos de defesa dos homossexuais, aglomerou-se em frente ao Mackenzie (centro de SP).
Após discursos, o grupo caminhou da rua Maria Antonia até a esquina da avenida Paulista com a Brigadeiro Luis Antonio, onde, há cerca de duas semanas, quatro jovens foram agredidos. Durante o protesto, os estudantes portavam lâmpadas fluorescentes manchadas de vermelho, em alusão à agressão.
Com a proteção da PM e CET e orientados pelo coordenador de políticas de diversidade sexual do governo do Estado, Dimitri Sales, o grupo interrompeu o trânsito de várias ruas do centro, gritando frases como "Isso é que é parada", "Contra a homofobia a luta é todo dia" e "Ão, ão, ão, atrás do silicone também bate um coração".
Folha procurou o chanceler para comentar a manifestação, mas a assessoria da universidade informou que ele estava viajando. Em nota divulgada ontem, o Mackenzie disse respeitar o direito de expressão de todos os cidadãos e reconhecer o direito de manifestação pacífica.
O texto assinado pelo chanceler já havia sido retirado do site da universidade.
O protesto deixou de ser pacífico em apenas dois momentos. O primeiro foi quando um jovem com roupa militar se posicionou em meio aos manifestantes, na Paulista, exigindo que eles se retirasses e ameaçando agredi-los fisicamente. Foi imobilizado e detido pela PM.
Pouco antes, moradores de um prédio na av. Higienópolis atiraram ovos contra os manifestantes. Acertaram um casal heterossexual.

Posted via email from franciscoripo

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Revista Brasileira de Ciências Sociais - Governamentalidade e Anarqueologia em Michel Foucault

Creative Commons License

Todo o conteúdo do periódico, exceto onde está identificado, está licenciado sob uma Licença Creative Commons

  ANPOCS

Av. Prof. Luciano Gualberto, 315 - sala 116
05508-900 São Paulo SP Brazil
Tel.: +55 11 3091-4664
Fax: +55 11 3091-5043

anpocs@anpocs.org.br

Posted via email from franciscoripo

Ensaio - "Suas obras completas começaram a ser editadas em 1951 pela Gallimard francesa.

O primeiro volume é dedicado ao monumental prefácio de Jean-Paul Sartre, batizado de Saint (São) Genet, ator e mártir. Ruth Escobar – que lembra do momento em que Genet abandonou seu retiro para visitar no então temido DOI-Codi a atriz Nilda Maria, que vivia Chantal em O balcão e fora presa por atividades subversivas – sempre evoca Che Guevara ao lembrar do dramaturgo, tão seco por fora e tão meigo por dentro. (“Jean Genet endurecia sim, mas não perdia a ternura jamais.”)"
Luiz Chagas

04/12/10, sábado 16h

Leitura Dramática, “As Criadas” de Jean Genet. Direção de Alberto Centurião (Dramaturgo, ator e diretor de teatro, integrante do CCS).

Posted via email from franciscoripo

Ensaio -"Em termos intelectuais, o fenômeno Jean Genet é difícil de ser analisado. O fato é que, entre uma e outra prisão, se instruía.

Em Paris, procurou André Gide, de quem lera Os frutos da terra e O imoralista. Defensor do homossexualismo, o escritor era por ele tratado como mestre. Genet produziria cerca de 40 obras, entre ficção, ensaios, poemas e peças teatrais. Também dirigiu um filme, Um canto de amor, em 1950, e escreveu vários roteiros. Dos cinco romances criados de enfiada, Nossa senhora das flores (1944),Milagre da rosa (1946), Diário de um ladrão (1949), Pompas fúnebres e Querelle de Brest (ambos de 1947) – que virou filme de Rainer Fassbinder –, apenas este último não é essencialmente autobiográfico. Entre suas principais peças estão o citado O balcãoOs negros (1958), Os biombos (1961) e As criadas (1947), que, em 1991, ganhou uma elogiadíssma montagem pelo não menos polêmico diretor José Celso Martinez Corrêa, sob o nome de As boas. Originalmente, a peça foi encomendada pelo ator Luís Jouvet, assim como Yasser Arafat 
lhe encomendaria Um cativo apaixonado (citado no livro de White com o título dePrisioneiro do amor), no qual, com o brilhantismo
habitual, Genet mistura lembranças e experiências, como sua vivência nos campos palestinos."
Luiz Chagas

Posted via email from franciscoripo

Ensaio - "Batizado Jean Marcel Genet, o menino foi adotado por uma família de Alligny,...

na região de Morvan, famosa por suas amas de leite e pela prática da adoção. Como os pais adotivos eram artesãos e não camponeses, a exemplo da maioria da população, teve uma infância tranquila, formando-se com louvor no primário, seu único estudo formal. Mas desde os oito anos já era descrito como ladrão, dissimulado e efeminado. Mandado para Paris, onde trabalharia como aprendiz de tipógrafo, fugiu na primeira semana e iniciou um rosário de detenções e escapadas que culminaram com sua transferência para a colônia penitenciária de Mettrey. Lá, conheceu seu primeiro amante de uma futura galeria de vários. Ainda em Mettrey, além de aprender os truques de sobrevivência nas ruas, descobriu que o alistamento militar servia como artifício para aliviar as penas. E assim o fez até tornar-se um desertor. Ou seja, enquanto escrevia, ia vivendo à sombra do Estado, ora como preso, ora servindo. A situação só se normalizou em 1944, quando conseguiu um indulto graças a um grupo de intelectuais liderados por Jean Cocteau, que já o considerava “o maior escritor da era moderna”. Jamais voltaria à cadeia."
Luiz Chagas

Posted via email from franciscoripo

Ensaio - "Homossexual, ladrão, desertor e, acima de tudo, um dos totens da literatura francesa, Jean Genet tinha...

 fascínio pelas relações de dominação e submissão e abominava instituições, incluindo maternidade, fraternidade, Igreja, Estado e até a própria natureza. Paradoxalmente, era afetuoso. Na época em que veio ao Brasil, estava profundamente envolvido com os Panteras Negras americanos e, logo em seguida, abraçaria a causa palestina. Ambos os temas são exaustivamente estudados no caudaloso livro Um cativo apaixonado, o qual corrigiu as provas até as vésperas da sua morte em Paris, aos 75 anos, vítima de um câncer na garganta. Genet, cujo corpo foi transferido para o cemitério Larache, no Marrocos, onde viveu seus últimos anos, morreu na mesma cidade em que nasceu. Sua mãe, Camille Gabrielle, que era solteira, o abandonou num orfanato, aos seis meses, e nunca mais o viu."
Luiz Chagas

Posted via email from franciscoripo

Ensaio

"O que precisamos é de ódio, Dele nascerão as nossas ideias."
Jean Genet

Posted via email from franciscoripo

"As Criadas" - jantar do primeiro enasio.

"Criar sempre é falar da infância."
Jean Genet

Posted via email from franciscoripo

Revista INTEGRAÇÃO 59 on line

Caros Colegas,
 
    Já está à disposição dos leitores a edição de número 59 da revista INTEGRAÇÃO, uma publicação da Universidade São Judas Tadeu, no seguinte endereço:  http://www.usjt.br/prppg/revista/integracao_59.php
 
    Boa leitura a todos.
 
    Cordialmente,
 
    PAULO JONAS DE LIMA PIVA
    Editor-assistente

Posted via email from franciscoripo

Fotos primeiro ensaio de "As Criadas - Centro de Cultura Social

domingo, 21 de novembro de 2010

Revista Brasileira de Ciências Sociais - Governamentalidade e Anarqueologia em Michel Foucault

Revista Brasileira de Ciências Sociais - Governamentalidade e Anarqueologia em Michel Foucault

"As Criadas"

04/12/10, sábado 16h

Leitura Dramática, “As Criadas” de Jean Genet. Direção de Alberto Centurião (Dramaturgo, ator e diretor de teatro, integrante do CCS).

Posted via email from franciscoripo

sábado, 20 de novembro de 2010

Editora Achiamé

comprar...

Michel Foucault
Nenhum poder existe por si! Nenhum poder, qualquer que seja, é evidente ou inevitável! Qualquer poder, consequentemente, não merece ser aceito no jogo! Não existe legitimidade intrínseca do poder! E a partir dessa posição, a démarche consiste em perguntar-se o que, a partir disso, é feito do sujeito e das relações de conhecimento no momento em que nenhum poder é fundado no direito nem na necessidade; no momento em que qualquer poder jamais repousa a não ser sobre a contingência e a fragilidade de uma história; no momento em que o contrato social é um blefe e a sociedade civil um conto para crianças; no momento em que não existe nenhum direito universal. §§§ Brochura com 130 páginas, no formato 14x21cm.

Posted via email from franciscoripo

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Autora defendeu Monteiro Lobato na abertura do evento, ontem

Escritor tem que ter humor, diz Lygia Fagundes Telles na Balada

Autora defendeu Monteiro Lobato na abertura do evento, ontem 

MARCO RODRIGO ALMEIDA
DE SÃO PAULO 

Sob intensos aplausos, a escritora Lygia Fagundes Telles, 87, abriu ontem pela manhã a 5ª edição da Balada Literária, que ocorre nos arredores da Vila Madalena, na Zona Oeste de São Paulo.
Bem-humorada, ela conversou com o público na Livraria da Vila, ao lado da jornalista Mona Dorf e do escritor Nelson de Oliveira.
"Os escritores têm mania de reclamar, vivem se lamentando. Machado de Assis era preto, pobre, gago, epiléptico e nunca perdeu o humor. Tem que ter humor", disse.
A autora, que recentemente fraturou a perna, ironizou sua saúde e elogiou Marcelino Freire, organizador da festa. "Soube que a Balada não tem patrocínio oficial. Se eu tivesse um banco, eu te ajudava, Marcelino", brincou.
Em tom sério, protestou contra a recente recomendação do CNE (Conselho Nacional de Educação) para que não se distribuam em escolas públicas "Caçadas de Pedrinho", de Monteiro Lobato, sob alegação de que o livro é racista. "É censura. Lobato é um escritor fundamental."

Posted via email from franciscoripo

Mostra de Direitos Humanos abre hoje

Evento presta homenagem ao ator argentino Ricardo Darín e exibe produções de dez países da América do Sul

Sessões são gratuitas e reúnem desde o clássico "A Batalha do Chile", de Guzman, até "Abutres", novo filme de Trapero 

ANA PAULA SOUSA
DE SÃO PAULO 

O chamariz será a presença do ator argentino Ricardo Darín num debate na Cinemateca, amanhã.
Mas a razão principal de ser da 5ª Mostra Cinema e Direitos Humanos está nas frestas das imagens que serão projetadas nas telas do Cinesesc e da Cinemateca nos próximos dias.
O evento que percorrerá, além de São Paulo, outras 19 capitais brasileiras -Aracaju, Belo Horizonte, João Pessoa, Rio de Janeiro e Salvador entre elas- reúne 41 títulos representativos de dez países da América do Sul.
A curadoria do cineasta Francisco César Filho é, a um só tempo, estética e política. Seu olhar capturou temas, mas também modos de filmar e de enquadrar o mundo contemporâneo.
Exemplar dessa opção é o filme de abertura, "Abutres", que será exibido hoje à noite no Cinesesc. A produção dirigida por Pablo Trapero ("Família Rodante", "Leonera"), que tem sido definida como "noir", mostra uma sociedade de valores esgarçados.
Seu protagonista, Ricardo Darín, estará na sessão de hoje e participará de um debate amanhã. Darín, que tornou-se conhecido no Brasil com "O Filho da Noiva", de Juan José Campanella, é o homenageado desta edição.

IMAGENS POLITIZADAS
Questões latino-americanas por excelência, como o direito à terra, a exclusão social e os povos indígenas atravessam algumas das produções. Mas há também imagens de refugiados, de negros e de presidiários. Isso sem falar na política e nas marcas que as ditaduras deixaram nos países da região.
A retrospectiva histórica, organizada sob o tema "Direito à Memória e à Verdade", trará clássicos que fizeram a cabeça dos intelectuais, como "A História Oficial" (1985), de Luís Puenzo, e a segunda parte de "A Batalha do Chile" (1977), de Patrício Guzman, e sucessos de público, como "Pra Frente Brasil", (1982), de Roberto Farias.
Imagens vindas da Colômbia ("Rosita Não se Desloca", de Alessandro Acito e Leonardo Valderrama), do Paraguai ("108", de Renate Costa) e do Uruguai ("O Quarto de Leo", de Enrique Buchichio) desembarcarão no Brasil.
As sessões, todas gratuitas, ocorrem de hoje a 25/ 11 no CineSesc, e de amanhã até 25/11, na Cinemateca. Em todas as cidades, haverá audiodescrição e closed caption.

Posted via email from franciscoripo

Imagem contradiz acusados sobre ataque na Paulista

Gravação de câmera de um prédio mostra que, em pelo menos uma das três agressões, eles atacaram sem motivo

Advogados dos cinco suspeitos alegam que eles só se defenderam em meio a uma briga que não começaram

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Imagens de câmeras de um prédio na avenida Paulista desmontaram a versão de que os cinco rapazes de classe média acusados de atacar quatro jovens só haviam se defendido de uma briga que não partiu deles.
Um vídeo exibido ontem pelo telejornal "SBT Brasil" mostra que, em pelo menos uma das três agressões de que os jovens são acusados de participar, eles atacaram sem motivo nenhum.
Por volta das 6h, Luís, 23, surge em cena, acompanhado de seus dois amigos, andando devagar pelo passeio. Os cinco jovens -quatro de 16, um de 17 e um de 19 anos- chegam em sentido contrário, um deles carregando duas lâmpadas fluorescentes grandes, comumente usadas em escritórios.
De repente, sem que Luís tivesse nem sequer olhado para o rapaz, ele é atingido na cabeça por uma das lâmpadas, que estoura. Ele para, coloca a mão na cabeça, e é atingido mais uma vez, pela segunda lâmpada, no braço.
Dessa vez, reage: corre em direção ao agressor, que insiste num terceiro golpe com a lâmpada. As cenas fogem do visor da câmera.
Depois, um segurança de uma loja sai em direção aos agressores, que fogem.
O principal argumento dos pais ouvidos pela Folha no domingo, dia da agressão, é que todos os jovens bateram e apanharam igualmente. O advogado Orlando Machado chegou a dizer que eles responderam a um flerte de uma das vítimas e que a lâmpada foi usada como defesa.
Ontem, o pai do jovem de 17 anos disse que não estava sabendo das imagens, mas que, de toda forma, era orientado pelo advogado a não comentar mais o caso.
A Folha deixou três recados nos celulares de Machado, que não atendeu.
O advogado Alexandre Dias Afonso nega que sejam os jovens no vídeo, apesar de dizer que não assistiu às imagens. "Não há nenhuma peritagem para provar que sejam eles ou não, é especulativo." O advogado Fernando Dias Afonso assistiu ao vídeo, mas não comentou.

FOLHA.com
Veja as imagens da agressão
folha.com/mm832798

Posted via email from franciscoripo

Seminário "Programa de Proteção aos Defensores e Defensoras de Direitos Humanos", 24/11, 14h00

Saudações!
 
Prezados/as Conselheiros/as,
 
Atualmente verificamos o aumento de ocorrências em que militantes de Direitos Humanos e lideranças comunitárias estão sendo alvos de ameaças e de processos de criminalização, por ocasião da atuação das suas atividades.
 
O estado de São Paulo conta - atualmente - com cinco casos de pessoas inclusas no Programa Nacional de Proteção aos Defensores e Defensoras de Direitos Humanos - PPDDH, mantido pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República.
 
Por conta disso convidamos todos/as para que participem deste evento com o intuito de obtermos conhecimento de seu conteúdo e funcionamento, e, a partir do debate, trabalharmos pela construção desse programa em nosso estado. Tendo em vista que a ameaça aos defensores e defensoras de direitos humanos, também é uma ameaça à Democracia e temos a obrigação de trabalharmos na proteção da vida de todas as pessoas.
 
Pedimos desculpas pela intempestividade do convite, mas contamos com a presença e colaboração de todos/as nesse evento. 
 
Segue em arquivo anexo o convite e a programação para o Seminário "Programa de Proteção aos Defensores e Defensoras de Direitos Humanos", uma iniciativa do Movimento Nacional de Direitos Humanos. 
 
O evento ocorrerá em 24/11/2010, quarta-feira, às 14h00, no Auditório "Salão dos Anjos" (Largo Pátio do Colégio, 184, 1o. andar, Centro, São Paulo/SP).
 
 
 
Atenciosamente,
 
 
Aristeu Bertelli
CONDEPE - Secretário-Executivo
(11) 3105-1693 e 3291-2645


Posted via email from franciscoripo

Diferença é tudo!

Edson Lopes Silva Junior
19 de novembro de 2010 às 07:04
Assunto: pedido aos amigos.
Amigos queridos.

Queria poder contar com vocês para uma coisa muito simples, para um ato muito simples. Numa única semana vemos a carta do reverendo Augusto Nicodemos no site do Mackenzie e alguns rapazes espancados na paulista. Imaginem que por aí vai.

Então pensei. Está na hora de uma primorosa sedução praticada. Como ato consciente de uma vida deliberadamente bela. Faça algo para aqueles que não perceberão que o que vocês estão fazendo é arte. Então, se puderem, comigo, digam no seus posts do Facebook e Twitter: Amo meus amigos gays! Gosto de uma sensualidade incomum. Sejam espontâneos e coloquem coraçõezinhos, o que quiserem para enfeitar. Causem choque estético se preferirem.

Se o pessoal da casa tomada quiser fazer algo. Será lindo.

Repassem esta mensagem de forma intencional. As palavras pertencem aqueles que a usam até que alguém as roube de volta!

Amo meus amigos gays! Gosto de uma sensualidade incomum.

beijos.

Posted via email from franciscoripo

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

São Paulo está se tornando facista!

Ornette Coleman - se apresenta em São Paulo na próxima semana, dentro da Mostra Sesc de Artes 2010

O cara que fez o JAZZ viajar
Criador do "free jazz" e um dos maiores nomes do gênero, o saxofonista
Ornette Coleman ° se apresenta em São Paulo na semana que vem

Peter Van Breukelen - 11.jul.10/Redferns

Ornette Coleman em show em julho, em Roterdã

MARCOS FLAMÍNIO PERES
DE SÃO PAULO

Ele é o maior desconstrutor de melodias da história da música. Seu
álbum "Free Jazz", de 1960, radicalizou a linguagem do gênero, já
então meio desmontada por Charlie Parker e John Coltrane, levando a
improvisação a alturas jamais vistas.
A contrapartida disso foi que o jazz se tornaria "difícil" para o
grande público -se é que esse gênero teve isso algum dia.
Mas Ornette Coleman- que se apresenta em São Paulo na próxima semana,
dentro da Mostra Sesc de Artes 2010- também deve ser o maior
destruidor de entrevistas da história do jornalismo.
Aos 80 anos, o consagrado sax alto americano não tem lá muita
paciência para nada que não seja sua própria arte, coisa que a
reportagem descobriu amargamente.
O sr. foi criado no Texas nos anos 1930, durante a Grande Depressão.
Foi vítima de racismo?
"Não, não, nunca pensei nisso. Só pensei em três coisas importantes:
escolha, honestidade e amor. Isso é simplesmente humano, coisas com as
quais nós temos que conviver."
Pergunto se é difícil construir uma carreira de jazzista hoje, já que
existem tantos bons músicos dando duro por uns trocados nas ruas e
estações de metrô de Nova York, Londres... Ele retruca em sua voz
baixa e sussurrada: "Não estou entendendo o que quer dizer...".
O repórter fica inseguro ("Será que meu inglês anda ruim assim?") e
lembra ao saxofonista que, em uma entrevista dez anos atrás, afirmou
que "economia e arte nunca foram bons companheiros, sobretudo para
mim".
Mas recebe outra resposta enviesada: "Acho que é de racismo que você
está querendo falar e isso não tem a ver com conhecimento". Já que
toca no assunto, pergunto como vê o governo de Barack Obama, primeiro
presidente negro dos EUA: "Não tenho muita informação a respeito, mas
acho que está num alto nível".

LIBERDADE
Então, de volta ao seu ofício: sr. Coleman, a crítica insere o "free
jazz" na linhagem do bebop... "Nunca pensei em ser influenciado por
coisa nenhuma. Tentei [em minha carreira] não sofrer influência de
ninguém."
Mas como define o "free jazz", termo que criaria vida própria -e
banal- após ter sido apropriado pela cultura de massa. "Significa que
você pode tocar e criar livremente, tocar do jeito que sente, do jeito
que gosta."
De fato. Seu álbum clássico juntou dois quartetos que fazem uma
improvisação coletiva por quase 40 minutos.
A melodia simples e grudenta dos primeiros minutos desmorona
rapidamente nas mãos de mitos como Freddie Hubbard (trompete), Charlie
Haden e Scott LaFaro (contrabaixo), liderados pelo próprio Coleman
-que toca o mesmo instrumento de Charlie Parker.
Para o músico André Mehmari, o álbum mostra como o verdadeiro "free" é
um "paradoxo", pois "ele só pode existir com o suporte de um forte
rigor artístico, de respeito por certos limites".

TANTAS EMOÇÕES
Coleman não costuma tocar os grandes standards do jazz em suas
apresentações. "Toco, sim, mas não os mesmos de sempre."
Traduzindo: prefere tocar composições de sua própria safra que já se
tornaram pequenos clássicos, como 'Ramblin'".
A fama o incomoda? "Não tive família nem ninguém me apoiando,
simplesmente ocorreu de ser quem eu sou e me reconhecerem por isso."
Indago a Coleman se Nova York -onde reside e de onde concedeu esta
entrevista- ainda é a meca do jazz. "Você está me perguntando se o
jazz ainda é importante para alguém aqui? Não estamos falando sobre
raça, mas sobre conhecimento, certo?"
Bem, então onde está a melhor cena de jazz da atualidade? "Não saio
procurando por isso." E devolve, no mesmo tom ingênuo: "Você toca
algum instrumento?".
"Bem, quando criança, tocava o bife no piano para agradar a mama e um
pouco de flauta para irritar os vizinhos. Mas nada hoje em dia."
E Coleman, cristalino: "Não sei se é o dia o responsável por você não
tocar, mas, sim, você mesmo".
Já com o rabo entre as pernas, o repórter faz a clássica pergunta
sobre o que ele espera do público brasileiro.
"Não espero nada -apenas procuro dar alguma coisa." Está bem, o sr.
venceu. E o que então espera dar ao público daqui? "O que as pessoas
chamam de emoção."
"O grande revolucionário do jazz moderno" -como o chamou o crítico
Lorenzo Mammì- parece querer dar as costas para todos os que o
incensam há tanto tempo. "Aquilo de que mais gosto é a humanidade, o
amor... É disso que precisamos para viver", arremata Coleman.

ORNETTE COLEMAN
QUANDO sáb., 27/11, às 21h30; e dom., 28/11, às 18h30
ONDE Sesc Pinheiros (r. Paes Leme, 195, Pinheiros, tel. 0/xx/ 11/3095-9400)
QUANTO R$ 40
CLASSIFICAÇÃO 12 anos

Posted via email from franciscoripo

LITERATURA

Ciclo celebra centenário de Miguel Reale
A Academia Paulista de Letras (lgo. do Arouche, 324, 2º andar, tel.
0/xx/11/3331-7222) promove, toda quinta, conferências em homenagem ao
centenário do escritor e jurista Miguel Reale (1910-2006). Hoje, às
18h30, haverá palestras com Cláudio de Cicco e José Pastore. O evento
é de graça.

Posted via email from franciscoripo

"A Dócil", de Dostoiévski

CRÍTICA DRAMA

Peça "A Dócil", de Dostoiévski, tem direção inventiva e atuações brilhantes
CHRISTIANE RIERA
CRÍTICA DA FOLHA

Dirigida com inventividade por Pedro Mantovani e interpretada pelos
brilhantes atores Dagoberto Feliz e Patrícia Gifford, "A Dócil" é uma
comovente e vigorosa adaptação da novela homônima do escritor russo
Fiódor Dostoiévski (1821-1881).
Ainda distraído à frente do Galpão do Folias, o público se assusta com
o barulho de uma santa que se espatifa.
A cena simboliza o suicídio de uma jovem de 16 anos, ato misterioso
que conduzirá seu marido a uma investigação da relação entre eles e,
por consequência, ao inferno de si mesmo.
No início, ela queria apenas penhorar objetos para pagar um anúncio de
emprego em jornal.
Ele é um agiota mais velho, que lhe oferece um valor mais alto e se
apresenta "com as mesmas palavras de Mefistófeles".
É impressionante a precisão dos movimentos de Dagoberto Feliz, que
passa do afobamento à falta de fôlego dos culpados em interpretação
memorável.
Patrícia Gifford, atriz de porte frágil, está perfeita como seu objeto
de afeto. Consegue atuar como se fosse a fantasia projetada do marido
e ainda deixa resvalar a angústia que corre por dentro de sua
personagem.
Desse eixo amoroso impregnado de força emotiva ainda saltam complexas
relações sociais, em alguns momentos de grande riqueza cênica, até uma
reveladora cena final quase insuportável de tão aflitiva.

A DÓCIL
QUANDO de sex. a dom., às 18h; até 19/12
ONDE Galpão do Folias (r. Ana Cintra, 213; tel. 0/xx/11/3361-2223)
QUANTO R$ 30
CLASSIFICAÇÃO 14 anos
AVALIAÇÃO ótimo

Posted via email from franciscoripo

Quinta Balada Literária começa hoje com Lygia Fagundes Telles O escritor Alberto Manguel é outro destaque da programação

MARCO RODRIGO ALMEIDA
DE SÃO PAULO

A Balada Literária, evento que reúne literatura e boemia na Vila
Madalena, chega à sua quinta edição a partir de hoje, com cerca de 60
autores em nove espaços da região.
Até o próximo domingo acontecem bate-papos com Augusto de Campos,
Marcelo Rubens Paiva e o poeta e colunista da Folha Antonio Cicero,
além de shows e lançamentos de livros.
A homenageada deste ano é Lygia Fagundes Telles, 87.
A escritora está na primeira mesa de hoje, às 11h, na Livraria da Vila
(r. Fradique Coutinho, 915; tel. 0/xx/11/ 3814-5811).
O encontro seguinte, também na Livraria da Vila, às 14h30, debaterá a
relação entre literatura e teledramaturgia. Os convidados são os
dramaturgos e autores de novelas de TV Alcides Nogueira ("Ciranda de
Pedra") e Lauro César Muniz ("O Salvador da Pátria").
Logo depois, às 16h30, começa uma conversa com o poeta Frederico Barbosa.
Fechando as mesas do dia, o escritor argentino naturalizado canadense
Alberto Manguel conversa com o público no Sesc Pinheiros, às 19h (rua
Paes Leme, 195; tel. 0/ xx/11/3095-9400).
Manguel acaba de lançar o romance "Todos os Homens São Mentirosos"
(Cia. das Letras, R$ 42, 184 págs.).
No último fim de semana, ele participou da Fliporto, evento literário
em Olinda, onde surpreendeu o público ao chamar Mario Vargas Llosa,
ganhador de Nobel de Literatura deste ano, de "ser humano imundo".
Organizada pelo escritor Marcelino Freire, a Balada Literária não
conta com patrocínios oficiais e é gratuita.
A programação completa do evento pode ser conferida no endereço
www.baladaliteraria.zip.net.

Posted via email from franciscoripo

AMIGOS...